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28/10/2011

Americana descobre doença em gato e cria campanha pró-felinos na web

Wendy Cho e seu gato, que originou o site para arrecadar doações para o resgate de felinos das ruas (Foto: Arquivo pessoal)

Por conta de um gato doente herdado em uma longa história, a americana Wendy Cho decidiu criar um site para angariar fundos e pagar o tratamento do felino, ainda em 2003. Oito anos depois, com o gato saudável, a página continua no ar e faz alerta contra a Bartonella felina, além de doar os ganhos para o resgate de gatos de rua.
 A página que Wendy criou vem ainda carregada de "conhecimentos filosóficos" e um certo contexto político. Filha de chineses, ela batizou o felino fazendo uma brincadeira com o nome do líder da Revolução Chinesa no início do século XX e filósofo marxista Mao Tse-tung (1893-1976). Tse-tung é comumente referido como "Chairman Mao" em inglês (Presidente Mao), e o gato se chama Chairman Meow (Presidente Miau).

Diferente de Mao Tse-tung, a proposta da "filosofia" de Chairman Meow é comandar uma nova revolução, a dos gatos. Entre seus ensinamentos, aparecem mandamentos cômicos, como: "Felinos do mundo, uni-vos e derrotai os agressores e todos seus cachorros que gostam de correr!"
Além disso, a dona faz e vende camisetas com uma reprodução estilizada do gato, que, com uma boina à cabeça, se assemelha bastante a outro revolucionário, o argentino Che Guevara. Os interessados em ajudar podem ainda comprar brinquedos feitos a mão para felinos. São reproduções de tradicionais comidas chinesas, como gyoza e rolinho-primavera, feitos todos de lã por ela mesma.

"Eu não ganho dinheiro com isso, é algo que faço simplesmente porque gosto", conta Wendy, que é bióloga especializada em epigenética e também artista plástica. Questionada sobre como conciliar as atividades, ela brinca. "Não acho que o Chairman Meow atrapalhe meu trabalho. É o trabalho, na verdade, que interfere e torna difícil fazer mais coisas pelos gatos", afirma.

'Herança'De volta a 2003, a história do "gato filósofo" teve início de forma peculiar. A vizinha de Wendy, uma prostituta transexual, fez um favor a um amigo que tinha Aids, e recebeu o gato enquanto o dono se submetia ao tratamento. A vizinha, no entanto, já tinha um gato, e os dois felinos não se deram bem.
Wendy se ofereceu para cuidar do bichano achando que seria no máximo por três semanas, mas ele foi ficando, ficando... E ao levá-lo ao veterinário um dia, ela descobriu que ele tinha a séria doença, que pode ser transmitida a humanos. "Foi uma grande sorte na verdade, poque se o Chairman Meow tivesse continuado com seu antigo dono, havia um grande risco de a doença ser transmitida. Pessoas com Aids têm o sistema imunológico enfraquecido" afirma ao G1.

Com pelo menos 9 anos de idade, o felino está em ótimas condições de saúde e só precisa agora de eventuais consultas de prevenção, segundo Wendy. Para ajudar a promover o site, ela também usa o talento de artista para fazer vídeos com participações do gato. No último, ele aparece acompanhando a transformação de uma lagarta em uma borboleta.
O dinheiro vai quase todo para doações. "A missão do Chairman Meow é, basicamente, promover os animais de estimação, o resgate dos animais de rua e o fato de que eles podem ser ótimas companhias", resume a americana.


O gato Chairman Meow, que, como o 'quase xará'
Mao Tse-tung, também tem preceitos filosóficos
(Foto: Reprodução)
 
 
do G1 

24/10/2011

Centenas de pessoas na Grã-Bretanha se ofereceram para abrigar uma cadela dinamarquesa cega e seu cão-guia após os animais terem sido entregues a um abrigo em julho.
Lily, de seis anos de idade, teve seus olhos removidos quando ainda era filhote e é companheira de Maddison, de sete anos, que foi adestrado para ajudá-la a se locomover.
O par foi deixado no abrigo Shrewsbury Dogs Trust quando seus donos não puderam mais cuidar dos animais.

O abrigo diz que a dupla é inseparável, mas alguns potenciais novos donos desistiram por causa da aparência da cadela ou por não ter condições de abrigar dois animais de grande porte.
Mas, desde que lançou um apelo pela adoção, o local recebeu centenas de ligações.
'Acho que o futuro parece muito bom para essa dupla', disse a cuidadora Gemma Pinchin.
'Recebemos centenas de telefonemas pelos quais somos obviamente gratos', disse ela.
Os funcionários do abrigo disseram que vão ligar de volta para todos os que ofereceram um lar para os cães.

Lily (à esq.) e seu guia Maddison (Foto: Dogs Trust)
 
 
A cadela Lily (Foto: Dogs Trust)
 
 
G1

21/10/2011

Cão vai sozinho ao veterinário

 Chulica

Parece incrível,  não é mesmo? Um cãozinho indo sozinho ao veterinário?!?!?  Mas, acredite se quiser,  isso realmente aconteceu hoje lá na Vet Center, clínica onde estou trabalhando.
Sim!!!  Isso mesmo…  Na verdade,  nem era um cãozinho.  Era Chulica, uma cachorrinha SRD, que vivia na rua, perto de um Posto de Gasolina.

Chulica estava com um tumor e o pessoal deste posto de gasolina se solidarizou com a situação e começou a cuidar da cachorrinha e levá-la até a clínica semanalmente para tratamento.  Chulica foi até a clínica veterinária, acompanhada de um dos frentistas, por 6 semanas consecutivas para receber a quimioterapia.

Esta semana seria a sétima sessão. Bem, mas acabaram atrasando um pouquinho…  E hoje, ao final da tarde, a grande surpresa:  Chulica entra rebolando pela sala de espera, abanando seu rabinho,  toda feliz da vida… e   S.O.Z.I.N.H.A.
Por alguns minutos, ficamos sem entender nada.  Saimos lá fora, procuramos pelo frentista e nada… Olhamos na rua e nada….  Detalhe:  o posto de gasolina é bem longe da clínica!

Chulica estava muito fedida, parecia que tinha rolado na carniça! rsss  E acho, que realmente fez isso em suas andanças por ai.  Peguei Chulica no colo para ver se estava tudo bem,  levei-a para beber água e em seguida, um belo banho.  Enquanto isso, o outro veterinário, o Dr. Alan telefonou no posto de gasolina e ninguém acreditava…  Eles disseram que ela tinha escapado e estavam a sua procura, mas realmente, por essa ninguém esperava >>> CHULICA, INDO SOZINHA AO VETERINÁRIO!!! 

Depois dessa, tratamento V.I.P. para a Chulica, com direito a banho quentinho de banheira, lacinho cor de rosa,  sorinho e sua última sessão de quimioterapia.   Em seguida, Chulica foi embora… com o Dr. Alan,  médico de cachorros,  e de carro,  claro…

Precisava compartilhar isso com vocês, afinal, essa surpresa merecia um post, né?
Agora, cuidado redobrado com a Chulica!  Chulicaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, nada de ficar passeando sozinha por ai! ORDENS MÉDICAS!!!  Ah, e você já está de alta!


fonte:> http://web.zooterapia.com.br
fotos: Arquivo pessoal


13/10/2011

Cadela surda aprende linguagem de sinais

Desde que veio ao mundo, há dois meses, a vida da cadelinha Alice não tem sido muito fácil. O filhote foi abandonado por seus antigos donos depois que descobriram que o animal é portador de deficiência auditiva. Felizmente, um casal também deficiente auditivo adotou a pequena e tem ensinado como se comunicar utilizando a linguagem de sinais.

De acordo com informações do jornal britânico Daily Mail a cadela da raça Springer Spaniel foi abandonada por sua criadora, na Irlanda, após ser diagnosticada com surdez. Coube aos funcionários da ONG Blue Cross resgatar Alice, sem saber exatamente como fariam para encontrar um novo lar adequado para ela.

Com menos de um mês no abrigo, no entanto, Alice encontrou os donos ideais para cuidarem dela. Marie Williams e Mark Morgan são surdos e já estavam em busca de um bichinho de estimação. Quando souberam sobre a deficiência do filhote, imediatamente souberam que a busca por um pet havia chegado ao fim. “Sabíamos que ela iria se adaptar perfeitamente à nossa família”, disse Marie à publicação.

Já de casa nova, Alice agora aprende a se comunicar por meio de linguagem de sinais. Esperta, a cadela já aprendeu comandos como “senta”, “rola” e “deita”, como explicou sua dona. “Fico muito nervosa em saber que alguém abandonou o filhote só porque em sua concepção o animal não era perfeito. Com um pouco de esforço é possível integrar mesmo um cão surdo”.
Satisfeita com o aprendizado de Alice, sua dona declarou estar orgulhosa e deseja que todos saibam o quanto a cadela melhorou. “Ela realmente é muito especial para a nossa família”.

Globo.com

10/10/2011

Cachorro faminto pula de terceiro andar e sobrevive nos EUA

Um cachorro faminto pulou de uma janela do terceiro andar em Boston, nos Estados Unidos, após ser abandonado pelos donos, e sobreviveu.
O pit bull de dois anos, batizado de Miracle, ou Milagre, estava em um apartamento vazio com outro cachorro e, segundo as equipes de proteção aos animais, pode ter passado até dois meses sem receber cuidados.

O apartamento estaria infestado de pulgas e imundo.
'O pulo foi uma última tentativa desesperada de encontrar comida', disse a gerente do abrigo de animais Forever Paws, Erin Pacheco.
Após a queda, Miracle teve de passar por uma cirurgia de emergência no quadril e está recebendo tratamento veterinário.

Filhote
No primeiro andar do mesmo prédio, as equipes de proteção aos animais encontraram ainda uma filhote de quatro meses que estava desnutrida.
Ela recebeu o nome de Gracie e acabou tendo de ser hospitalizada para se recuperar, após passar tanto tempo sem alimentos.
O administrador do prédio disse que o último inquilino do apartamento havia se mudado dois meses antes sem deixar informação de contato.
A Polícia de New Bedford está investigando o caso. Os três cachorros estão sob os cuidados do abrigo Forever Paws.

O cão Miracle (Foto: BBC)
do G1

07/10/2011

Com 15 cm de altura, gata bate recorde como menor do mundo

'Fizz Girl' tem apenas 15,24 centímetros de altura. (Foto: Reprodução)

A gata chamada "Fiz Girl", que pertence à americana Tiffani Kjeldergaard, de San Diego, no estado da Califórnia (EUA), entrou para o Guinness, livro dos recordes, como a menor do mundo. Ela tem apenas 15,24 cm de altura e muitas vezes é confundida com filhote, apesar de já ter três anos de idade. "Fiz Girl" foi reconhecida como menor gato do mundo após o antigo recordista, que media 9,5 cm de altura, ter desaparecido.

do G1

29/09/2011

Vida após a morte: livro conta sobre animais que, mesmo do outro lado, mantêm contato com a família

Alguns vínculos são tão fortes que rompem as barreiras da vida
Crédito: Dailymail.co.uk

Todos nós desenvolvemos afinidades com os nossos pets, depois de tantos anos criando, cuidando e dando carinho a estes companheiros.
Mas alguns vínculos são tão fortes que rompem as barreiras da vida, como conta o livro de Kim Sheridan, “Animals And The Afterlife”. A autora relembra histórias de famílias que foram contatadas por pets que já se foram.

Uma delas é a de Georg Stone, um homem que não acreditava em religião nem espiritualismo. Isso até ver o vulto de um cão atravessar paredes.
“Estava caminhando pela rua, quando vi um grande cachorro branco cruzar a estrada. Ele se movia com saltos, como em um filme em câmera lenta. Então, o animal atravessou a cerca e correu para o campo”, contou Stone para Sheridan.
“Vi o cão correr, atravessar a grade e desaparecer. Portanto, sim, acredito que animais têm espírito, assim como todos nós. Tudo o que tem vida, tem pós-vida.”, acrescenta ele.

Debra Tadman, uma professora de enfermagem que vive nos Estados Unidos, era dona de Wiggie, uma gata já idosa, que acabou por falecer.
“Wiggie e eu éramos muito próximas, senti como se tivesse perdido uma filha. Ela esteve presente em meu casamento, divórcio, outros relacionamentos, nas nossas três mudanças de casa e tantos outros momentos”, conta Debra.
Desolada, ela contratou Sharon Callaghan, uma especialista em comunicação com animais, que intermediaria o contato entre dona e gata. Segundo Sharon, a felina estava preocupada com a saúde da dona e as condições em que vivia no seu apartamento – que seria um “lugar tóxico”.
“Um ano depois, decidi pintar as paredes da casa”, conta Debra. “Foi aí que encontramos resíduos de amianto no telhado, que teve de ser removido. Percebemos que as paredes também haviam sido expostas ao amianto, o que afetou a estrutura da casa”, explica a moradora.
“Sou grata por Wiggie ter me alertado. Até aquele momento, não acreditava que aquilo pudesse ser verdade. Sharon nunca poderia saber de tantos detalhes”, comenta Debra sobre os relatos da especialista.

Narelle Box, a uma joalheira australiana despediu-se da sua “alma gêmea” felina, companheira de 15 anos, Browby. Triste com a perda, contratou uma conselheira espiritual para ajudá-la a superar.
“A médium não sabia que eu havia perdido Browby. Quando agendei a consulta, falei com seu marido. Ele apenas me deu uma data e um horário, sem perguntar detalhe algum”, conta. “Quando cheguei ao consultório, a primeira coisa que ela me disse foi: ‘Veja, é uma gata preta aos seus pés!’”, relembra Narelle.
“Olhei para baixo e não vi nada. Estava sem palavras, mas muito feliz de tê-la ao nosso lado mesmo depois de já ter deixado este mundo”, desabafa.

Algumas pessoas não são abertas a receberem a comunicação de animais. Somente alguns membros da família são capazes de ver quem já se foi.
Hobbes, o cão de Robert e Kathy Simmons, morreu na época em que o filho do casal estava na universidade. Quando o garoto voltou para casa, os pais deram a triste notícia. Moe, o filho, respondeu em seguida: “É impossível. Ele estava bem ali, acabei de esbarrar nele”.

Outros, apenas sentem a presença, mas não podem vê-los.
Gail De Sciose, especialista em comunicação com animais, contou a Sheridan que “muitas pessoas têm relatado sentir a presença física de animais que já passaram para o outro lado”.
“Uma mulher me contou que ainda sentia seu gato sentando em seu colo, mesmo depois do felino já ter falecido”, diz De Sciose.
Barbara Meyers, uma terapeuta de luto e expert em comportamento animal, contou a Sheridan sua história preferida sobre o espírito de um pet continuava segundo sua rotina em vida.
“Durante anos, fiz tratamento com um quiropraxista. Naquela época, uma cadela membro da minha família, uma poodle toy branca chamada Skila, nos acompanhava em todo lugar”, conta.

“Sempre que íamos à consulta, Skila corria pela sala e depois pulava nos braços do homem. Ele sabia quando ela estava chegando, pois ouvia seus passos na sala ao lado. Seis meses depois da morte de Skila, voltei ao local e ele contou que ouvira o som de Skila correndo e vira a cadela brincando na sala ao lado”, relata Barbara.
“Aquilo não era um sentimento nem nada parecido. É o que se pode chamar de visita sólida. Ele ficou perplexo e quase teve um colapso. Eu, que sempre acreditei que este tipo de coisa fosse fruto da imaginação de alguém em luto, tive minha visão da vida completamente modificada a partir daquele dia”, finaliza.
O livro “Animals And The Afterlife”, de Kim Sheridan está à venda nas livrarias brasileiras, mas somente na versão em inglês, e custa cerca de R$ 45,00.

fonte>PetMag

Macaco raro dá luz a filhote de cor laranja

No dia 1º de setembro, os funcionários do zoológico de Londres, na Inglaterra, ficaram surpresos quando Lu Lu, uma macaca de raça rara, deu luz a um filhote de cor atípica. Apelidado de Tango, o macaquinho nasceu com uma pelagem de cor laranja.
Kathryn Sanders, membro da equipe do zoo, explicou ao jornal Daily Mail que o animal não ficará para sempre com esta cor. “Os pêlos dele devem começar a escurecer após seu terceiro mês de vida”, disse.
Enquanto isso, Tango segue como uma das grandes atrações do parque.

Planeta Bicho
Juliana Bacci
Foto: Reprodução Daily Mail

25/09/2011

Ativistas comemoram fim das touradas na Catalunha

As touradas foram definitivamente proibidas neste domingo (25) na Catalunha, na Espanha, após um último evento que acontece nesta tarde, acompanhado por milhares de fãs da atividade em Barcelona. A prática esportiva foi banida após petição assinada por 180 mil pessoas.
Ativistas da organização Anima Naturalis comemoraram com brindes a última das "corridas" na região espanhola em frente à arena em Barcelona.

Ativistas brindam o fim das touradas na região da Catalunha, na Espanha. (Foto: Albert Gea / Reuters)

22/09/2011

Mulher vive com 700 gatos em santuário de bichos na Califórnia

Uma mulher que vive na Califórnia, nos Estados Unidos, resolveu criar um santuário para cuidar e abrigar gatos e convive com 700 deles em seu terreno. A Cat House surgiu há 30 anos, quando Lynea Lattanzio se divorciou. Sua mãe não a deixava ter gatos quando era pequena. As informações são do Daily Mail.
Sua propriedade de 12 acres (um pouco mais de 48.500 m²), em Parlier, na Califórnia, já recebeu 19.000 gatos desde 1981. A casa também oferece serviços de castração e adoção.
Lynea gasta US$ 5.729,31 por dia para manter a estrutura, baseada em doações e voluntários que também cuidam dos felinos.

“Nós somos um santuário de adoção, que não enjaula nem mata. Eu não sou louca, mas o que eu faço é louco. Eu prefiro dizer que sou excêntrica ou masoquista. É a mesma coisa, só que mais leve”, diz a criadora.

Se não bastassem as centenas de gatos, Lynea também cuida de 15 cachorros e faz uma campanha on-line para promover o santuário e atrair ainda mais bichos.

G1
Foto Reprodução

12/09/2011

Dog balancing treats

Gatos usados em pesquisa contra Aids felina brilham à luz ultravioleta

Um dos gatos com material genético extraído de
águas-vivas e macacos. (Foto: Mayo Clinic)

Gatos usados por cientistas norte-americanos tiveram suas células alteradas para poder brilhar e, de quebra, resistir à versão do vírus da Aids responsável pela doença em felinos. O estudo foi publicado na revista científica 'Nature Methods'.
O efeito luminoso é causado pelo presença de uma proteína extraída de águas-vivas e acontece quando os felinos são expostos à luz ultravioleta. Já a proteção contra o FIV - a versão felina do HIV - é garantida pelo inclusão de um gene de macaco dentro do material genético dos gatos.

Conhecido como TRIMcyp, o gene do macaco faz a proteção externa do vírus ser destruída antes que ele consiga infectar as células dos felinos. Para colocar o material no corpo dos gatos, os cientistas alteram óvulos não fecundados. Neste momento, foram incluídos também os genes 'fluorescentes' de águas-vivas para que alterações dentro dos gatos pudessem ser rastreadas.

Os cientistas da Mayo Clinic, instituto responsável por desenvolver a pesquisa, afirmaram que os filhotes gerados pelos gatos geneticamente alterados também apresentaram os genes. A esperança dos pesquisadores é de que a herança genética continue a ser transmitida pelas próximas gerações desses mamíferos. A tecnologia também pode servir, no futuro, para a criação de novas estratégias para preservar as 36 espécies ameaçadas de gatos selvagens no mundo.

A Aids já matou 30 milhões de pessoas no mundo e ainda não há uma vacina ou cura disponivel para combater a doença que seja reconhecida pela comunidade científica e adotada na prática médica. A versão felina também já deixou milhões de gatos mortos.

G1

07/09/2011

Câmara proíbe rodeios em Araraquara (SP)

Rodeios, touradas, vaquejadas ou qualquer outro tipo de atividade em que os animais sejam expostos a violência agora estão proibidos por lei em Araraquara.
Anteontem, a Câmara aprovou um projeto de lei sobre a proibição, de autoria da prefeitura.


De acordo com o prefeito Marcelo Barbieri (PMDB), a lei deverá ser sancionada ainda nesta semana.
Em março do ano passado, o prefeito vetou um projeto de lei semelhante, mas acabou impondo regras rígidas para a realização dos rodeios no município. Dentre as regras, o peemedebista proibiu que os apetrechos usados nas montarias causassem ferimentos nos animais.

"Na época, o veto foi dado porque não tínhamos feito uma consulta à população", disse. O assunto voltou à tona, segundo ele, depois que uma comitiva procurou a Câmara para a realização de uma festa de rodeio.

Vários debates foram feitos ao longo do ano entre a prefeitura, entidades de proteção aos animais, veterinários e até comitivas que realizam rodeios pelo país.
"Decidimos apresentar o projeto de lei para evitar novas tentativas de investimentos futuros de comitivas na cidade", afirmou.

O vereador João Farias (PRB) apresentou emenda ao projeto de lei, em que há a ressalva para atividades em que os animais não são expostos a sofrimentos, como leilões, cavalgadas e hipismo.
"É preciso que se faça uma revisão nos esportes onde há maus-tratos em animais. O que ocorreu em Barretos, por exemplo, foi lamentável e inaceitável", disse ele, referindo-se à morte de um bezerro depois de uma prova de imobilização e à paralisação das duas patas traseiras de um touro, durante a última edição da Festa do Peão, que aconteceu no mês passado.

A organização do evento de Barretos negou maus-tratos, mas os fatos contribuíram para ONGs ampliarem a disputa contra os rodeios.

Folha.com

06/09/2011

Após chegar a São Paulo, leão passará por bateria de exames

O leão Simba, que vivia num zoológico desativado em Ivinhema (MS), a 297 km de Campo Grande, foi rebatizado de Antuak - que significa "energia da transformação" - e já está em seu novo lar, em Cotia, na Grande São Paulo, onde passará por uma bateria de exames.
Cravada no meio da mata de um sítio a cerca de 40 km do Centro de São Paulo, a Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos tem 25 mil m² de área onde Antuak irá conviver com outros 14 grandes felinos: um tigre, uma onça e mais 11 leões.

O animal está numa jaula separada, em quarentena, até que passe por uma bateria de exames. "Ele está em adaptação porque, por pior que fosse o antigo lugar em que morava, tirá-lo de lá é uma mudança grande", diz a veterinária Kelli Spitaletti, que cuida do animal. Ela é uma dos 12 funcionários do Rancho dos Gnomos, que tem mais de 300 animais - entre araras, papagaios, jabutis, emas e porcos. São mais de cem cachorros e 40 gatos.

Antuak nasceu em um circo. Por volta dos 2 anos, foi entregue ao zoológico de Ivinhema (MS), fechado pela prefeitura local por falta de condições de cuidar dos animais. Lá permaneceu por mais ou menos dez anos. A partir dessas contas, os técnicos do Rancho dos Gnomos calculam a idade do animal: cerca de 12 anos.

A suspeita é que Antuak tenha algum problema na coluna. Ele não quis descer sozinho da jaula móvel que o trouxe para São Paulo e caminha com dificuldade com as patas traseiras. Em cerca de 30 dias, deve fazer uma radiografia para determinar as causas dessa dificuldade de locomoção. Antes disso, ele ainda não tem condições de passar por uma anestesia. É preciso esperar que a imunidade do leão aumente.

Mantras e florais
A veterinária Kelli diz que todos os animais que chegam ao Rancho dos Gnomos sofreram algum tipo de maus-tratos. Para mudarem completamente de vida, segundo ela, ganham um novo nome. "Quando fomos buscá-lo, ele não queria entrar [na jaula]. Então fizemos um exercício grande com o Mantra de Antuak e ele entrou", diz, explicando o novo nome do animal.

O Rancho do Gnomos é uma ONG mística que cuida dos animais. "A gente tem uma proteção muito grande do Plano Sutil. A gente consegue tratar os leões, em alguns procedimentos, sem anestesia", acrescenta a médica, que, como todos do corpo técnico do Rancho dos Gnomos, é vegana - não come nenhum alimento de origem animal.

Enquanto a reportagem do G1 conversava com a veterinária e tirava fotos do leão, um técnico chegou com o almoço e a "medicação": dois frangos inteiros e uma dose de florais, "para melhorar o ânimo" de Antuak, segundo Kelli. Em menos de cinco minutos, nada sobrou da comida. A água com o floral ele deixou para mais tarde.

Manutenção dos animaisPara cuidar de todos os animais no Rancho dos Gnomos, a ONG conta com a ajuda de associados, que pagam uma mensalidade a partir de R$ 15, o trabalho voluntário de alguns técnicos e patrocínios de empresas, geralmente de produtos veterinários.

Há seis anos a cidade de Ivinhema (MS) solicitava ao Rancho dos Gnomos que recebesse Antuak - à época, Simba. Sem condições de bancar o traslado, a ONG não foi buscá-lo. Até que uma campanha na internet, iniciada por moradores da cidade sul-matogrossense, conseguiu o patrocínio de uma empresa aérea e uma seguradora, e possibilitou a viagem do animal. O Rancho dos Gnomos existe há quase 20 anos em Cotia (SP).

G1
foto: Raphael Prado/G1

Cão bate recorde com as orelhas mais longas do mundo

O cão chamado "Harbor", de oito anos de idade, que pertence à americana Jennifer Wert, da cidade de Boulder, no estado do Colorado (EUA), entrou para o Guinness, livro dos recordes, com as orelhas caninas mais longas do mundo. A orelha esquerda de "Harbor" mede 31,11 centímetros, enquanto a direita tem 34,29 centímetros.

G1