Ex-símbolo sexual do cinema francês e ativista dos direitos dos animais, Brigitte Bardot, e o grupo de defesa da vida marinha Sea Shepherd apelaram, esta quinta-feira (19), à soberania da Dinamarca para suspender o massacre anual de golfinhos nas Ilhas Faroe, território autônomo dinamarquês no Atlântico Norte.
Segundo os ambientalistas, centenas de baleias-piloto, que apesar do nome são da família dos golfinhos, são perseguidas até a praia, onde são mortas a golpes de faca até a morte em um sangrento ritual de verão.
"Este espetáculo macabro é uma vergonha para a Dinamarca e as Ilhas Faroe", disseram em carta destinada à rainha Margrethe II.
"Não é uma caçada, mas um abate em massa", de acordo com uma versão em francês do texto, que condenou uma "tradição antiquada que não tem aceitação justificável no mundo de hoje".
Christophe Marie, da Fundação Brigitte Bardot, que defende os direitos dos animais, disse que os ativistas têm monitorado há três semanas a matança de golfinhos --um evento que remonta há milhares de anos-- a bordo de um navio.
"A matança de golfinhos foi originalmente concebida para dar alimento às pessoas", explicou Marie à AFP, por telefone.
"Mas este não é mais o caso. Ontem, nós encontramos um cemitério de baleias-piloto nas águas de um fiorde. Eram todas carcaças e foram, simplesmente, descartadas", acrescentou.
A Fundação Bardot e a Sea Shepherd acusaram a Dinamarca.
"AUTÔNOMO"
Mesmo que o país escandinavo sustente que o arquipélago das Faroe, situado entre a Escócia e a Islândia, é um território autônomo, sua Marinha ainda controla a zona de pesca das ilhas e protege os barcos que conduzem os golfinhos para a costa, afirmaram.
Em Torshavn, a principal cidade das Faroe, Kate Sanderson, oficial do Ministério das Relações Exteriores, especializada em cetáceos e educada na Austrália, disse que a descrição na carta era "infundada" e não continha "nada novo".
"É uma caçada, como qualquer outra caçada; é selvagem e pode parecer desumana. Mas as pessoas que protestam contra o fato de que estes mamíferos estão sendo mortos com facas nunca estiveram em um abatedouro", alfinetou Sanderson.
DA FRANCE PRESSE, EM PARIS
Folha/Ambiente
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22/08/2010
21/08/2010
Mulher salva cachorro jogado no Rio Tietê pelo dono na Grande SP
O vira-lata Tobias foi jogado no Rio Tietê, de ponte em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, porque comeu os ovos que a galinha do dono dele havia botado (Foto: Mariana Albano/Arquivo Pessoal)
Para felicidade do vira-lata Tobias, a administradora de empresas Mariana Albano, de 28 anos, estava no lugar certo, na hora certa. Por volta das 9h30 de quinta-feira (19), quando se dirigia ao trabalho, em Guarulhos, na Grande São Paulo, ela viu quando o cachorro foi jogado pelo próprio dono no Rio Tietê, de uma ponte no centro de Mogi das Cruzes. “Eu estava passando pela ponte de carro e vi três pessoas olhando para baixo. Eu cheguei a ver o cachorro caindo”, contou.
Inconformada, ela parou e desceu do carro. “Questionei as pessoas e uma senhora me apontou o homem que tinha jogado o cachorro. Era um senhor entre 60 e 70 anos. Não era um homem em situação de rua, mas dava para perceber que era alguém carente”, disse Mariana. Em seguida, ela começou a discutir com ele, acusando-o de ter cometido um crime ao jogar o animal no rio.
“Ele me disse: ‘O cachorro é meu. Eu mato na hora que eu quiser’. Ele contou que tinha outros cinco cães e que sabia cuidar deles”, relatou Mariana. Segundo ela, a justificativa dada para que Tobias fosse jogado no rio era porque ele tinha comido os ovos botados pela galinha dele. “O cachorro devia estar morrendo de fome. Ele está muito magro, abatido”, disse a administradora.
Mariana, então, começou a chorar e a gritar, pedindo ajuda para que o cachorro não morresse afogado. O homem, vendo o desespero dela, a ameaçou. “Ele veio pra cima de mim, ameaçando me bater, quando peguei o celular e disse que iria chamar a polícia. Eu gritava e chorava e, mesmo assim, ninguém parou para ajudar.” Em seguida, o homem fugiu de bicicleta.
A segunda parte do drama teve início diante da resistência da polícia em atender a ocorrência. Ela, inicialmente, foi orientada a acionar o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Ao afirmar que se tratava de um crime federal maltratar animais, conseguiu que fosse enviada uma equipe ao local. Em seguida, ligou para o Corpo de Bombeiros.
Enquanto isso, Tobias lutava para não ser arrastado pela correnteza nem morrer afogado. Com muito esforço, ele conseguiu nadar até a margem do rio, cujo ponto é ladeado por muros de empresas. “Não tinha como ele sair de lá. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia. No entanto, eu precisava resgatar o cachorro, que iria morrer e se ele preferia isso a me deixar entrar”, contou.
Homenagem
Os bombeiros chegaram pouco tempo depois. Segundo Mariana, um deles desceu por uma corda até a margem do rio e conseguiu atrair o cachorro, que estava assustado. Depois, amarraram o cachorro por uma corda e conseguiram erguê-lo até a ponte. Aos policiais, ela forneceu a descrição do homem que jogou o cachorro no rio e, em seguida, entrou em contato com a Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, localizada em Mogi das Cruzes. “Em cinco minutos, o delegado veio ao local me atender. Tiramos fotos do cachorro e ele garantiu que iria divulgar o caso para encontrar o responsável."
O cachorro ganhou o nome de Tobias em homenagem ao sargento dos bombeiros que o tirou do rio, de acordo com a administradora. O animal foi levado para a casa da mãe, também em Mogi das Cruzes, onde foi alimentado e medicado. O próximo passo agora será encontrar um novo lar para o cão. “Vamos deixá-lo prontinho para ser doado.”
Apesar de já ter retirado das ruas e ter conseguido doar mais de 20 gatos e cerca de dez cachorros, ela não se considera uma protetora de animais. “Era algo que eu fazia individualmente, sem pedir qualquer ajuda. Faz pouco tempo que descobri na internet essa rede de protetores”, afirmou.
No dia 23 de dezembro de 2009, ela resgatou um cão da raça fila que viu desmaiado no acostamento da Rodovia Mogi-Dutra. “Ele estava machucado quando o encontrei. Depois que ele foi tratado e alimentado, ele dormiu por três dias seguidos. Agora, está na minha mãe também. Dei o nome de Klaus, em homenagem a Santa Klaus, porque o encontrei perto do Natal. É o cão mais doce que já vi”, contou.
Marcelo Mora Do G1 SP
Ministério diz que vacinação contra raiva será mantida no país
O Ministério da Saúde divulgou um comunicado em que afirma que a vacinação antirrábica no país será mantida. O anúncio é feito após São Paulo registrar casos de efeitos colaterais e até mortes de cães e gatos e suspendeu a campanha no estado na última quinta-feira (19).
"Não há evidências, até o momento, que os eventos adversos apresentados justifiquem a interrupção da campanha, pois os mesmos estão abaixo do relatado na literatura internacional e do produtor", diz texto publicado na noite de sexta-feira no site do ministério.
Segundo os registros da pasta, houve oito mortes, sendo duas no estado do Rio e sete em São Paulo em um total de 309.031 cães e gatos vacinados. O ministério considera que a taxa de 0,0029% de casos fatais está abaixo do que é considerado uma situação de anornalidade.
O texto diz que eventos graves podem estar associados a "a resposta individual de cada animal, condições de armazenamento e aplicação do produto, tais como: hipersensibilidade do animal a compostos da vacina, local de conservação, manejo do animal no momento da aplicação, doenças concomitantes, idade, número de doses aplicadas, tipo de agulha e seringa, via de administração".
De acordo com o ministério, "desde 2003, o laboratório produtor tem registro e licença no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e comercializa o produto no país na rede privada de clinicas veterinárias".
A médica veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses do município de São Paulo afirma que "toda vacina é passível de ter reações. O que nos surpreendeu foi o número e a intensidade das reações". “Ainda é prematuro atribuir alguma responsabilidade à vacina, ao laboratório ou à aplicação. É temerário fazer qualquer afirmação antes de uma análise clínica e epidemiológica detalhada”, disse. O Instituto Pasteur irá investigar os óbitos e as reações graves, de acordo com a secretaria.
Essa é a primeira vez que a campanha adotou esse tipo de vacina. “Ela produz uma resposta imunológica melhor, porque proporciona uma proteção mais rápida e duradoura. É uma vacina de cultivo celular, isto é, feita em laboratório e não utiliza camundongos. É o mesmo tipo de vacina que é utilizado em clínicas particulares”, disse.
do G1
"Não há evidências, até o momento, que os eventos adversos apresentados justifiquem a interrupção da campanha, pois os mesmos estão abaixo do relatado na literatura internacional e do produtor", diz texto publicado na noite de sexta-feira no site do ministério.
Segundo os registros da pasta, houve oito mortes, sendo duas no estado do Rio e sete em São Paulo em um total de 309.031 cães e gatos vacinados. O ministério considera que a taxa de 0,0029% de casos fatais está abaixo do que é considerado uma situação de anornalidade.
O texto diz que eventos graves podem estar associados a "a resposta individual de cada animal, condições de armazenamento e aplicação do produto, tais como: hipersensibilidade do animal a compostos da vacina, local de conservação, manejo do animal no momento da aplicação, doenças concomitantes, idade, número de doses aplicadas, tipo de agulha e seringa, via de administração".
De acordo com o ministério, "desde 2003, o laboratório produtor tem registro e licença no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e comercializa o produto no país na rede privada de clinicas veterinárias".
A médica veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses do município de São Paulo afirma que "toda vacina é passível de ter reações. O que nos surpreendeu foi o número e a intensidade das reações". “Ainda é prematuro atribuir alguma responsabilidade à vacina, ao laboratório ou à aplicação. É temerário fazer qualquer afirmação antes de uma análise clínica e epidemiológica detalhada”, disse. O Instituto Pasteur irá investigar os óbitos e as reações graves, de acordo com a secretaria.
Essa é a primeira vez que a campanha adotou esse tipo de vacina. “Ela produz uma resposta imunológica melhor, porque proporciona uma proteção mais rápida e duradoura. É uma vacina de cultivo celular, isto é, feita em laboratório e não utiliza camundongos. É o mesmo tipo de vacina que é utilizado em clínicas particulares”, disse.
do G1
20/08/2010
Gata que tomou vacina antirrábica dormiu quase 40 horas, diz dona
Nina recebe carinhos da dona depois de dormir quase 40 horas (Foto: Letícia Macedo/G1)
A dona de casa Judite Ribeiro dos Santos, de 56 anos, não podia imaginar que suas gatas de estimação pudessem ter uma reação tão forte após a vacina contra raiva. A gata siamesa Nina, de 3 anos, dormiu quase 40 horas depois de ser vacinada na Zona Leste da capital. Sua companheira Lola, de 5 anos, que é vira-lata, acordou um pouco antes.
“Elas tomaram a vacina por volta das 13h de quarta-feira (18) em Artur Alvim. Às 15h, ela dormiu e só acordou nesta sexta-feira (20), às 6h. Eu rezei até para São Francisco para salvar as minhas gatas e todos os animais que tinham tomado essa vacina”, afirmou Judite, que estava aliviada na manhã desta sexta. A gata também apresentou respiração ofegante.
O marido de Judite, Erasmo Cícero dos Santos, de 54 anos, disse que entrou em contato pelo telefone com uma veterinária. “Ela me disse que mais de dez pessoas já tinham ligado reclamando que os gatos estavam quietos, sem comer e com muita dor. Pelo que relatei, ela disse que era uma reação provocada pela vacina mesmo”, contou.
Na capital paulista, foram diagnosticados 567 casos de reações nos primeiros dias da vacinação. A campanha começou em 16 de agosto.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foi confirmada a morte de um animal em razão da vacina e outros nove casos estão sendo investigados. A maior parte das reações foi observada em animais de pequeno porte (em torno de 6,5 quilos de peso).
Em 38% dos casos, os animais apresentaram reações consideradas graves como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias. Por isso, o governo estadual suspendeu temporariamente a campanha de vacinação na quinta-feira (19).
“Toda vacina é passível de ter reações. O que nos surpreendeu foi o número e a intensidade das reações”, declarou a médica veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses do município de São Paulo. “Ainda é prematuro atribuir alguma responsabilidade à vacina, ao laboratório ou à aplicação. É temerário fazer qualquer afirmação antes de uma análise clínica e epidemiológica detalhada”, disse. O Instituto Pasteur irá investigar os óbitos e as reações graves, de acordo com a secretaria.
Essa é a primeira vez que a campanha adotou esse tipo de vacina. “Ela produz uma resposta imunológica melhor, porque proporciona uma proteção mais rápida e duradoura. É uma vacina de cultivo celular, isto é, feita em laboratório e não utiliza camundongos. É o mesmo tipo de vacina que é utilizado em clínicas particulares”, disse.
A Secretaria do Estado da Saúde afasta riscos para a população devido à suspensão temporária da vacinação contra a raiva. A vacinação de seres humanos está garantida e continua em todo o estado. Caso a pessoa seja mordida por um animal suspeito, ela pode procurar atendimento médico e receberá uma vacina que é diferente da que é aplicada nos animais.
A dona de casa Judite Ribeiro dos Santos, de 56 anos, não podia imaginar que suas gatas de estimação pudessem ter uma reação tão forte após a vacina contra raiva. A gata siamesa Nina, de 3 anos, dormiu quase 40 horas depois de ser vacinada na Zona Leste da capital. Sua companheira Lola, de 5 anos, que é vira-lata, acordou um pouco antes.
“Elas tomaram a vacina por volta das 13h de quarta-feira (18) em Artur Alvim. Às 15h, ela dormiu e só acordou nesta sexta-feira (20), às 6h. Eu rezei até para São Francisco para salvar as minhas gatas e todos os animais que tinham tomado essa vacina”, afirmou Judite, que estava aliviada na manhã desta sexta. A gata também apresentou respiração ofegante.
O marido de Judite, Erasmo Cícero dos Santos, de 54 anos, disse que entrou em contato pelo telefone com uma veterinária. “Ela me disse que mais de dez pessoas já tinham ligado reclamando que os gatos estavam quietos, sem comer e com muita dor. Pelo que relatei, ela disse que era uma reação provocada pela vacina mesmo”, contou.
Na capital paulista, foram diagnosticados 567 casos de reações nos primeiros dias da vacinação. A campanha começou em 16 de agosto.
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foi confirmada a morte de um animal em razão da vacina e outros nove casos estão sendo investigados. A maior parte das reações foi observada em animais de pequeno porte (em torno de 6,5 quilos de peso).
Em 38% dos casos, os animais apresentaram reações consideradas graves como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias. Por isso, o governo estadual suspendeu temporariamente a campanha de vacinação na quinta-feira (19).
“Toda vacina é passível de ter reações. O que nos surpreendeu foi o número e a intensidade das reações”, declarou a médica veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do Centro de Controle de Zoonoses do município de São Paulo. “Ainda é prematuro atribuir alguma responsabilidade à vacina, ao laboratório ou à aplicação. É temerário fazer qualquer afirmação antes de uma análise clínica e epidemiológica detalhada”, disse. O Instituto Pasteur irá investigar os óbitos e as reações graves, de acordo com a secretaria.
Essa é a primeira vez que a campanha adotou esse tipo de vacina. “Ela produz uma resposta imunológica melhor, porque proporciona uma proteção mais rápida e duradoura. É uma vacina de cultivo celular, isto é, feita em laboratório e não utiliza camundongos. É o mesmo tipo de vacina que é utilizado em clínicas particulares”, disse.
A Secretaria do Estado da Saúde afasta riscos para a população devido à suspensão temporária da vacinação contra a raiva. A vacinação de seres humanos está garantida e continua em todo o estado. Caso a pessoa seja mordida por um animal suspeito, ela pode procurar atendimento médico e receberá uma vacina que é diferente da que é aplicada nos animais.
Letícia Macedo Do G1 SP
19/08/2010
Secretaria decide suspender vacinação contra raiva em SP
Diante das reações adversas apresentadas por animais vacinados e notificadas à Coordenadoria de Controle de Doenças, a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo decidiu nesta quinta-feira (19) suspender a campanha de vacinação antirrábica de cães e gatos. O anúncio foi feito pela secretária-adjunta da pasta, Clélia Aranda, na sede da secretaria, na Avenida Dr. Arnaldo, na região da Avenida Paulista.
Na capital e em Guarulhos, foram registrados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães. Em São Paulo, mais de 121 mil animais já foram imunizados. Entre os dias 16 e 17, foram notificados 567 casos de reações adversas, sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.
Em Guarulhos, cuja campanha foi suspensa já na semana passada, houve 40 reações adversas, entre 9 e 13 de agosto. No total, mais 42 mil animais foram vacinados. No interior, foram registrados quatro óbitos, mas os dados ainda são incipientes. A nova vacina antirrábica, que é importada, foi adotada pela Secretaria da Saúde neste ano e começou a ser distribuída no início deste semestre aos municípios paulistas.
Apesar disso, para a secretária-adjunta, ainda não é possível associar as reações adversas com a aplicação da nova vacina. "Decidimos suspender a campanha de vacinação porque pretendemos fazer uma investigação mais aprofundada, para saber se os óbitos têm a ver com as vacinas. Não podemos falar ainda em substituição da vacina", afirmou Aranda.
Segundo a secretária-adjunta, nos anos anteriores não houve tantos casos relacionados à vacinação antirrábica notificados. "Por isso, decidimos suspender a campanha por precaução, mas precisamos descartar primeiro outras possibilidades. O choque anafilático pode acontecer, mas queremos saber se os eventos são proporcionais", disse.
Clélia Aranda afirmou ainda que a nova vacina é um produto licenciado no país desde 2003. "A formulação dela é produzida com uma tecnologia diferente, "uma tecnologia mais apurada". Segundo ela, desde 1998 não são registrados casos de raiva transmitida por cães no estado. "A nossa preocupação atual é com a raiva transmitida por morcego", disse.
A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85,3% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.
do G1
Na capital e em Guarulhos, foram registrados sete casos de choque anafilático, a reação mais grave, em animais vacinados, dos quais seis morreram, sendo quatro gatos e dois cães. Em São Paulo, mais de 121 mil animais já foram imunizados. Entre os dias 16 e 17, foram notificados 567 casos de reações adversas, sendo que 38% foram eventos considerados graves pela secretaria, como prostração, anorexia, dificuldade respiratória, convulsões e hemorragias.
Em Guarulhos, cuja campanha foi suspensa já na semana passada, houve 40 reações adversas, entre 9 e 13 de agosto. No total, mais 42 mil animais foram vacinados. No interior, foram registrados quatro óbitos, mas os dados ainda são incipientes. A nova vacina antirrábica, que é importada, foi adotada pela Secretaria da Saúde neste ano e começou a ser distribuída no início deste semestre aos municípios paulistas.
Apesar disso, para a secretária-adjunta, ainda não é possível associar as reações adversas com a aplicação da nova vacina. "Decidimos suspender a campanha de vacinação porque pretendemos fazer uma investigação mais aprofundada, para saber se os óbitos têm a ver com as vacinas. Não podemos falar ainda em substituição da vacina", afirmou Aranda.
Segundo a secretária-adjunta, nos anos anteriores não houve tantos casos relacionados à vacinação antirrábica notificados. "Por isso, decidimos suspender a campanha por precaução, mas precisamos descartar primeiro outras possibilidades. O choque anafilático pode acontecer, mas queremos saber se os eventos são proporcionais", disse.
Clélia Aranda afirmou ainda que a nova vacina é um produto licenciado no país desde 2003. "A formulação dela é produzida com uma tecnologia diferente, "uma tecnologia mais apurada". Segundo ela, desde 1998 não são registrados casos de raiva transmitida por cães no estado. "A nossa preocupação atual é com a raiva transmitida por morcego", disse.
A maior parte das reações tem sido observada em gatos e em cães de pequeno porte (até 6,5 kg de peso). Em São Paulo, 85,3% das reações adversas foram em gatos vacinados nos dias 16 e 17.
do G1
17/08/2010
Especialista americana defende perícia para crimes contra animais
No Brasil para participar do 1º Simpósio de Perícias Forenses em Crimes de Maus-tratos a Animais, realizado na sede da Superintendência da Polícia Técnico-Científica, na Zona Oeste de São Paulo, ela diz que a perícia em crimes contra animais tem muitas semelhanças com a feita em casos envolvendo humanos. “Eu vou à cena do crime e auxilio a polícia com identificação de evidências, coletas”, conta, sobre seu trabalho.
Durante o simpósio, ela descreveu casos em que esse trabalho pericial foi importante para chegar ao autor da crueldade contra animais. Os peritos paulistas dizem que as mesmas técnicas descritas por Melinda, autora de dois livros sobre o tema, estão disponíveis no Brasil, mas os casos não costumam chegar até eles.
Melinda é diretora de uma associação americana que luta contra a crueldade a animais e trabalha desde 2000 como veterinária forense.
Ela defende a investigação dos casos porque, quem comete crimes contra animais, tem grandes chances de ser violento também com seres humanos. “Nós sabemos que pessoas que cometem crueldades contra animais têm mais chances de cometer outros crimes”, afirma.
Um dos casos retratados por ela ocorreu em 2006, quando dois jovens de 17 e 19 anos invadiram um centro comunitário e causaram vários danos. Um cãozinho de três meses foi encontrado morto, dentro de um forno. A perícia conseguiu comprovar que o animal estava vivo quando os jovens o colocaram dentro do aparelho. Os dois foram julgados e condenados pelo crime. Melinda Merck diz que esse foi o pior caso que já trabalhou.
O DNA a ajudou na identificação de um homem que matou filhotes de cães. A perita fez o exame em dois cachorros que poderiam ser os pais dos filhotes. Com a confirmação, a investigação chegou até o dono dos animais, que tinha um histórico de violência contra a mulher. “Essa mulher também estava em risco”, diz a veterinária, sobre a importância de se dar atenção aos casos de crimes contra animais.
Realidade no Brasil
Os peritos dizem que as técnicas disponíveis no Brasil não são muito diferentes das americanas. “Pelo que eu vi que ela apresentou, nós fazemos as mesmas coisas. Mas nós temos que ser provocados. Não é tão feito porque não somos provocados”, diz José Antônio de Moraes, diretor do Núcleo de Perícia de Crime Contra a Pessoa do Instituto de Criminalística (IC). Segundo ele, não há no Brasil a cultura de se tratar os maus-tratos a animais como um crime. “Mas é caso de polícia e tem legislação específica contra isso”, diz.
O objetivo do simpósio foi qualificar os peritos para que os laudos ajudem na punição desse tipo de delito. “É necessário que esses casos sejam atendidos de maneira adequada para que a formação da prova seja sólida”, diz a veterinária Elza Marlet, perita do IC e uma das organizadoras do evento. Ela diz que, no ano passado, foram analisados no instituto 57 casos de envenenamentos de cães e gatos.
Os peritos dizem que apenas a necrópsia dos animais ainda não está disponível. Eles contam com a ajuda de universidades para a realização do exame. O capitão da Polícia Militar Ambiental Pedro Alessander Barboza, que participou do simpósio, diz que os casos de maus-tratos contra bichos chegam por meio de denúncias e que a maioria tem relação com animais domésticos. “A legislação ambiental é um pouco recente [no Brasil]. Estamos começando um trabalho.”
O artigo 32 da lei 9.605, de fevereiro de 1998, prevê detenção de três meses a um ano a quem “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”.
do G1
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11/08/2010
Gato nasce com quatro orelhas na Rússia
Luntik, o gato de três meses que nasceu com quatro orelhas, é fotografado em Vladivostok, cidade do leste da Rússia. Seu segundo par de orelha não tem canal. O animal vive em uma estação de serviços automotivos (Foto: Yuri Maltsev/Reuters)
Da Reuters
do G1
Gorila é flagrado 'jogando' videogame em zoo nos EUA
Um gorila foi flagrado no zoológico de San Francisco, nos EUA, brincando com um Nintendo DS, depois que um adolescente deixou cair seu console portátil de videogames no recinto do animal. A cena foi clicada pelo fotógrafo Chris Spicuzza, segundo o jornal inglês "The Sun".
(Foto: Reprodução/The Sun)
do G1
(Foto: Reprodução/The Sun)
do G1
10/08/2010
Cão carrega gata nas costas e felino leva rato
O americano Greg Pike, de 50 anos, posa na sexta-feira ao lado do cão Booger, da gata Kitty e do rato Mousey, que foram atrações na abertura de um rali em Sturgis, no estado da Dakota do Sul (EUA). Enquanto o cachorro carrega o felino, a gata leva o rato em suas costas. (Foto: Steve McEnroe/AP)
do G1
do G1
Animais de estimação ganham máscara contra poluição em Moscou
Poluição faz até cães usarem máscara de proteção em Moscou. (Foto: Viktor Drachev/AFP)
Por causa do aumento da poluição em Moscou, na Rússia, provocado pelos incêndios de turfeiras na região, onde a fumaça ocre invadiu a cidade desde o início da semana, até animais de estimação ganharam máscara para se proteger do ar poluído da capital russa.
do G1
Por causa do aumento da poluição em Moscou, na Rússia, provocado pelos incêndios de turfeiras na região, onde a fumaça ocre invadiu a cidade desde o início da semana, até animais de estimação ganharam máscara para se proteger do ar poluído da capital russa.
do G1
08/08/2010
Campanha de vacinação contra raiva vai até 19 de agosto
Para cumprir a meta de imunização de um milhão de animais na Cidade, a Prefeitura de São Paulo estará disponibilizando equipes de vacinação em 1.770 postos fixos e volantes, em todas as regiões da Cidade.
Durante as próximas duas semanas os proprietários de cães e gatos de estimação na capital devem estar atentos aos postos volantes de vacinação gratuita contra a raiva animal. A Campanha de Vacinação Contra a Raiva em Cães e Gatos, com início em 6 de agosto, se estende até 19 de agosto. Para cumprir a meta de imunização de um milhão de animais na Cidade, a Prefeitura de São Paulo estará disponibilizando equipes de vacinação em 1.770 postos fixos e volantes, em todas as regiões da Cidade.
A cada dia, cerca de 120 postos estarão disponíveis. É preciso ficar atento à relação dos postos, pois eles vão funcionar um dia em cada local. O calendário completo dos postos volantes de vacinação anti-rábica pode ser conferido pela internet (arquivo em .xls) ou pelo serviço telefônico 156.
A Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa), órgão da Secretaria Municipal da Saúde, realizará a campanha por meio do Centro de Controle de Zoonoses.
A vacinação anti-rábica é destinada a cães e gatos acima de três meses de idade, inclusive as fêmeas que estiverem amamentando, prenhes ou no cio. A aplicação é gratuita e obrigatória para cães e gatos, em atendimento à Lei municipal nº 13.131/01.
O Centro de Controle de Zoonozes faz a vacinação com seringas e agulhas descartáveis. Todo cão ou gato vacinado recebe um Comprovante de Vacinação, com validade de um ano.
Embora a raiva esteja controlada em humanos, cães e gatos há 24 anos, isso não dispensa a vacinação anual que, além de obrigatória por lei, é o fator de maior relevância para garantir a manutenção de controle da doença.
Veja no quadro os endereços da campanha de vacinação 2007 nos postos fixos da Cidade.
Cuidados básicos
No momento da vacinação, recomenda-se que os cães dóceis estejam com coleira e guia e sejam conduzidos por pessoas com tamanho suficiente para contê-los se necessário. Animais bravos devem estar com focinheira.
Os gatos devem ser levados em caixas de transporte ou similar (carrinho de feira com o fundo forrado por jornais é uma eficiente solução), para que se evitem fugas ou acidentes.
03/08/2010
Cadela militar dos EUA volta traumatizada do Iraque
Gina, a cadela do Exército americano que voltou da guerra com traumas (Foto: AP)
A cadela Gina tinha 2 anos quando foi enviada para o Iraque para ajudar os militares como cão farejador altamente treinado. O pastor alemão ajudou os soldados americanos nas buscas realizadas em residências e assistiu a todos os tipos de explosões ruidosas.
Ela voltou para casa, no Colorado, encolhida e com medo. Quando seus treinadores tentaram levá-la a um prédio, ela endureceu as patas e resistiu. Uma vez lá dentro, ela dobrou sua cauda debaixo de seu corpo e se encolheu no chão. Gina se esconde debaixo dos móveis ou em um canto para evitar contato com pessoas.
Um veterinário militar a diagnosticou como tendo transtorno de estresse pós-traumático - uma condição comum entre humanos e que os peritos dizem que também pode afligir cães. "Ela demonstrou todos os sintomas e tinha todos os sinais", disse o sargento Eric Haynes, comandante do canil na Base Peterson da Força Aérea. "Ela tinha pavor de todos."
Um ano depois de voltar do Iraque, Gina está se recuperando. Caminhadas freqüentes entre pessoas amigáveis e uma reintrodução gradual para os ruídos da vida militar a fizeram começar a superar seus medos, disse Haynes.
Trauma
O transtorno de estresse pós-traumático é bem documentado entre militares americanos que regressam das guerras no Iraque e no Afeganistão, mas a sua existência nos animais é menos clara. Alguns veterinários dizem que os animais experimentam o trauma, ou ao menos uma versão dele.
"Existe uma condição em cães que é quase exatamente a mesma, se não é exatamente a mesma, que o transtorno de estresse pós-traumático em seres humanos", disse Nicholas Dodman, chefe do programa de comportamento animal na Universidade Tufts. Mas alguns veterinários não gostam de aplicar o diagnóstico para os animais, pensando que isso pode ofender recrutas entre os militares, disse Dodman. Ele acrescentou que o diagnóstico nos animais não significa que há ofensa ao pessoal militar.
Os militares definem transtorno de estresse pós-traumático como uma condição que se desenvolve após um trauma com risco de morte. As vítimas sofrem três tipos de experiências muito tempo depois, mesmo em um ambiente seguro. Elas repetidamente voltam a experimentar o trauma em pesadelos ou memórias vívidas. Eles evitam situações ou sentimentos que os lembre do evento, e eles se sentem nervosos todo o tempo.
Gina
Quando Gina voltou ao Colorado, no ano passado, após sua passagem de seis meses no Iraque, ela não era mais o "grande filhote" que a base conhecia, Haynes lembra. Ela tinha sido atribuída a uma unidade do Exército, e seu trabalho era a busca por explosivos depois que os soldados entravam em uma casa. As tropas muitas vezes usavam métodos barulhentos, usando granadas de efeito moral e derrubavam portas com chutes, disse Haynes. Além disso, Gina estava em um comboio que teve um veículo atingido por uma bomba improvisada.
Ao voltar para casa, Gina não queria nada com as pessoas. "Ela tinha se afastado da sociedade como um todo", disse Haynes, que já trabalhou com mais de 100 cães em 12 anos como treinador. Ele disse que viu outros cães atingidos por trauma, mas nenhum tão mal como Gina.
Haynes e outros treinadores passaram a levar Gina a caminhadas, para ajudá-la a superar o trauma. "Ela começou a aprender que nem todo mundo estava tentando pegá-la", disse Haynes. "Ela começou a atuar mais socialmente de novo."
Segundo o treinador, a equipe está cuidado para não deixar sua afeição interferir com a boa formação da cadela. Tratar Gina como um ser humano - por exemplo, confortando-a quando ela está com medo - pode deixá-la pensar que seu treinador fica feliz quando ela está com medo.
Eventualmente, ela pode ser capaz de retornar a atuar em situações de perigo real, como o fez no Iraque, mas isso apenas daqui a um ano, disse Haynes. "Nós não estamos pensando em fazê-lo a qualquer momento no futuro próximo, porque, obviamente, não queremos estragar tudo o que já fizemos", disse ele.
do G1
02/08/2010
Tripoli solicita implantação da Delegacia de Proteção Animal na capital paulista
Deputado se reuniu com o Secretário da Segurança Pública
ALIADO DA DEFESA ANIMAL
Em ofício entregue ao Secretário, o deputado ressaltou que a cidade de São Paulo necessita de apoio sistemático para os casos envolvendo maus tratos aos animais.
"Essa é uma reivindicação legítima e o Secretário foi muito receptivo à proposta. A intenção é que a delegacia seja instalada o quanto antes no âmbito da capital. O encontro foi produtivo, principalmente porque ele é um homem público aliado da defesa animal", resumiu Tripoli.
No documento, o parlamentar paulista também citou o exemplo de Campinas (SP), que conta com este serviço no 4º Distrito Policial desde março.
MALTRATAR ANIMAIS É CRIME (LEI 9.605/98)
Art. 29. Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização de autoridade competente, ou em desacordo com a obtida.
Pena - detenção de seis meses a um ano e multa.
Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção de três meses a um ano e multa.
§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
Fonte: Assessoria do deputado
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31/07/2010
Cachorro também sofre de rinite
Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães.
A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista., e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.
O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.
Cuidados a serem tomados
Deve-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão, tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.
Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.
Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.
Por Redação Portal da Cinofilia
São Paulo/SP
A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista., e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.
O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.
Cuidados a serem tomados
Deve-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão, tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.
Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.
Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.
Por Redação Portal da Cinofilia
São Paulo/SP
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30/07/2010
Morre Fred que percorreu 60 km para retornar ao antigo lar
O cão Fred, que virou notícia após percorrer 60 km durante um ano e meio e retornar ao seu antigo lar, em Jeriquara, a 439 km da capital paulista, morreu na madrugada desta sexta-feira (30) no hospital veterinário da Universidade de Franca, segundo os tutores do animal. O cachorro estava com anemia e suspeita de erliquiose, doença provocada por carrapatos. Segundo o dono do cachorro, Edson Soares, o corpo de Fred ainda passará por uma autópsia.
Fred vinha recebido, desde terça-feira (27), medicamentos e soro. Segundo a diretora do curso de veterinária da universidade, Antonella Cristina Jacinto, alguns tutores levaram seus cães para doar sangue para Fred, mas todos eram de porte pequeno.
O cão havia sido doado para uma família de Franca, mas percorreu 60 km e retornou ao seu antigo lar. Nem a comida farta e a companhia de outro cão na nova casa o agradaram e, em apenas três dias, ele pulou a grade e fugiu pelo portão que estava aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
Fred vinha recebido, desde terça-feira (27), medicamentos e soro. Segundo a diretora do curso de veterinária da universidade, Antonella Cristina Jacinto, alguns tutores levaram seus cães para doar sangue para Fred, mas todos eram de porte pequeno.
O cão havia sido doado para uma família de Franca, mas percorreu 60 km e retornou ao seu antigo lar. Nem a comida farta e a companhia de outro cão na nova casa o agradaram e, em apenas três dias, ele pulou a grade e fugiu pelo portão que estava aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
29/07/2010
Cão que percorreu 60 km para voltar ao antigo lar é internado em Franca
Cachorro que percorreu 60 km para voltar ao antigo
lar, no interior de SP (Foto: Reprodução/EPTV)
lar, no interior de SP (Foto: Reprodução/EPTV)
O cachorro tem recebido medicamentos e soro. Segundo a diretora do curso de veterinária da universidade, Antonela Cristina Jacito, alguns donos levaram seus cães para doar sangue para Fred, mas todos eram de porte pequeno. O hospital aguarda o resultado do exame de sangue para comprovar a doença, embora o quadro clínico aponte para o diagnóstico. O laudo sai na semana que vem.
Fred havia sido doado para uma família de Franca, mas percorreu 60 km e retornou ao seu antigo lar. Assim que foi doado, Fred percebeu que aquela não era sua casa. Nem a comida farta e a companhia de outro cão o agradaram e, em apenas três dias, pulou a grade e fugiu pelo portão que estava aberto. Ninguém teve notícias do vira-lata durante um ano e meio, até que ele reapareceu na sua antiga casa.
Segundo a professora Patrocínia Silva Soares, dona do cão, todos ficaram emocionados. “Ele colocou as patinhas no muro e ficou olhando para dentro de casa assim que chegou. Quando eu abri o portão sem falar o nome dele e ele entrou, o reconheci. As crianças ficaram sem acreditar, emocionadas”, disse.
Do G1 SP, com informações da EPTV
28/07/2010
Catalunha proíbe as touradas a partir de 2012
O Parlamento da Catalunha decidiu proibir a celebração das corridas de touros nesta região de Espanha a partir de 2012.
Foi uma votação renhida, em que os deputados da CiU (Convergência e União) e do PSC (Partido Socialista da Catalunha) optaram pela tese da defesa dos animais, com o apoio da ERC (Esquerda Republicana da Catalunha) e da ICV (Iniciativa Verde da Catalunha), contra os votos do PP (Partido Popular) e do C¿s (Cidadãos da Catalunha).
Votaram a favor da proibição 68 deputados, 55 contra e houve ainda 9 abstenções.
Após meses de polémicas, o Parlamento pronunciou-se esta quarta-geira sobre a Iniciativa Legislativa Popular, defendida por 180 mil cidadãos. Trata-se da segunda região autónoma, depois das Canárias, a aprovar a proibição das touradas no seus território, alegando motivos de defesa dos animais e fazendo uso das competências em matéria de festejos.
O que pensa desta decisão? Acha que as touradas também deviam ser proibidas em Portugal?
Na prática, a decisão política comportará o desaparecimento no espaço de um ano e meio da única arena da comunidade: a Monumental de Barcelona. Mantêm-se os «correbous» e os «correllaç», onde são soltos touros e vacas nas povoações a sul de Tarragona, por não implicarem a morte do animal.
fonte > internet
Foi uma votação renhida, em que os deputados da CiU (Convergência e União) e do PSC (Partido Socialista da Catalunha) optaram pela tese da defesa dos animais, com o apoio da ERC (Esquerda Republicana da Catalunha) e da ICV (Iniciativa Verde da Catalunha), contra os votos do PP (Partido Popular) e do C¿s (Cidadãos da Catalunha).
Votaram a favor da proibição 68 deputados, 55 contra e houve ainda 9 abstenções.
Após meses de polémicas, o Parlamento pronunciou-se esta quarta-geira sobre a Iniciativa Legislativa Popular, defendida por 180 mil cidadãos. Trata-se da segunda região autónoma, depois das Canárias, a aprovar a proibição das touradas no seus território, alegando motivos de defesa dos animais e fazendo uso das competências em matéria de festejos.
O que pensa desta decisão? Acha que as touradas também deviam ser proibidas em Portugal?
Na prática, a decisão política comportará o desaparecimento no espaço de um ano e meio da única arena da comunidade: a Monumental de Barcelona. Mantêm-se os «correbous» e os «correllaç», onde são soltos touros e vacas nas povoações a sul de Tarragona, por não implicarem a morte do animal.
fonte > internet
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26/07/2010
WSPA promove parcerias com Pedigree e Merial em prol dos animais atingidos pelas enchentes
Animais são resgatados pela população durante as enchentes em Pernambuco
© Prefeitura de Barreiros/Divulgação
© Prefeitura de Barreiros/Divulgação
A doação será distribuída pelas cidades afetadas com a ajuda de voluntários da Secretaria de Saúde de Pernambuco, de oficiais de controle animal e de ONGs locais, como a AADAMA, também afiliada à WSPA.
Ajuda imediata
Além do sofrimento proveniente da perda dos seus lares e, muitas vezes, dos seus donos, grande parte dos animais apresentam escoriações e estão começando a mostrar sinais de desnutrição. Nessas condições de stress, falta de higiene e falta de alimento, a imunidade dos animais, e também das pessoas, fica comprometida e a incidência de transmissão de zoonoses, como a leptospirose, aumenta.A gerente de programas veterinários da WSPA, Rosangela Ribeiro, comemorou a prontidão com que a PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom respondeu ao chamado:
– Diante do comprometimento das necessidades básicas dos animais, que incluem a alimentação, pensamos imediatamente em uma empresa que se preocupasse e que trabalhasse pelo bem-estar animal. A PEDIGREE® correspondeu as nossas expectativas respondendo ao pedido da WSPA logo no primeiro contato e contribuindo significativamente – relatou Rosangela.
Segundo José Carlos Rapacci, diretor de marketing de pet da Mars Brasil (fabricante das rações PEDIGREE®), atender às necessidades dos animais é primordial:
- Mais do que produzir alimentos de alta qualidade, a PEDIGREE® se preocupa com o bem-estar animal. Ficamos felizes em saber que estamos contribuindo para auxiliar o atendimento aos cães de Pernambuco que também estão sofrendo com as enchentes que atingiram o Estado - disse Rapacci.
Conheça a campanha PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom, que já promoveu a adoção de 12.170 cachorros abandonados. >>
Merial se solidariza com a situação dos animais
Os animais que ficaram desalojados são motivo de preocupação porque podem ser fonte de transmissão de doenças, como a leptospirose e a raiva. Para ajudar na prevenção dessas zoonoses, 500 doses vacinas Recombitek, da MERIAL®, foram doadas pelo laboratório à WSPA e serão utilizadas pelos mais de 60 veterinários que estão trabalhando nas áreas afetadas.De 67 municípios atingidos, 12 estão em estado de calamidade pública e cerca de 80 mil pessoas foram afetadas em todo o Estado. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, até hoje já foram confirmados 10 casos de leptospirose, e mais 64 estão sob suspeita.
Mutirão para cadastramento de animais reúne Secretarias de Saúde
Além da Secretaria de Saúde de Pernambuco e Recife, as secretarias do Cabo, Olinda, Jaboatão e Paulista se reuniram para um mutirão com o objetivo de cadastrar os animais dos abrigos e os animais errantes do município de Barreiros, um dos mais atingidos pelas chuvas em Pernambuco. Os animais cadastrados foram vacinados e identificados com coleiras e placas.Saiba como ajudar a população em Pernambuco. >>
fonte> http://www.wspabrasil.org/
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Tripoli e UIPA pleiteam encoleiramento de cães para conter Leishmaniose
Deputado: medida preventiva será solicitada ao Ministério da Saúde
Em maio de 2010, a UIPA protocolou representação no Ministério Público Federal solicitando providências contra a eliminação em massa de cães como medida de controle da Leishmaniose Visceral, além da implantação de ações eficazes de prevenção da doença. "No caso dos cães, a medida preventiva tida como eficaz por estudos técnicos é o encoleiramento em massa, com a coleira Scalibor, impregnada com deltametrina a 4% e a única disponível no País. Decerto que o encoleiramento importa em gastos bem menores do que os empregados com a matança, que é cruel, além de dispendiosa para os cofres públicos", afirma Vanice Orlandi, advogada e presidente da UIPA.
O deputado Tripoli lembra que a eliminação sistemática de cães não tem sido capaz de conter o avanço da doença. "A pouca eficácia das atuais medidas preventivas à Leishmaniose está prejudicando e matando não somente animais, mas os humanos em todo o País. Não se justifica continuar fazendo o que comprovadamente é caro, ineficaz e cruel. Vamos lutar, ao lado da UIPA e de todas as outras ONGs que defendem e protegem os animais, para sensibilizar o governo e pedir medidas mais eficazes, que atinjam todos os estados onde existam áreas endêmicas; medidas que não incluam a dor e o sofrimento, nem animal, nem humano", garante o parlamentar ambientalista.
A Portaria 1.426/2008, do Ministério da Saúde, proíbe o tratamento de cães infectados com medicamentos humanos, o que vem impossibilitando os cuidados com os animais, pois não existem medicamentos veterinários regularmente registrados no Brasil, que viabilizem o tratamento da Leishmaniose canina. Assim, em curto prazo, a principal medida para conter a matança é a prevenção com o encoleiramento. Até mesmo para se discutir a possibilidade da vacinação em massa dos cães, é recomendado evitar que eles sejam contaminados.
ENCOLEIRAR, PRIMEIRO PASSO
Assim, tendo em vista que o poder de infectar os flebótomos (insetos vetores da doença) pode persistir no animal tratado, que deve ser acompanhado pelo resto da vida, o encoleiramento permitiria pleitear a liberação do tratamento. O tratamento do cão elimina os sintomas da doença, que trazem sofrimento ao animal, mas não a leishmania, que persiste no organismo, por isso é importante que ele não volte a ser picado. "A coleira ? observa Orlandi - evita a aproximação dos insetos; e sem ser picado, o cão não transmite a infecção".
A coleira Scalibor, conforme estudos científicos levantados pela UIPA, não só repele, mas mata o mosquito palha, transmissor da Leishmaniose. O encoleiramento em grande escala produziria o denominado "efeito rebanho", que é a extensão de efeito protetor também aos não encoleirados, reduzindo-se a força de infecção pela barreira imposta pela coleira. "O encoleiramento em massa ainda pode reduzir a pulverização de inseticidas, prejudiciais ao meio ambiente, conforme novos estudos já encaminhados por mim para o Ministério Público Federal, em complementação à peça inicial da representação da UIPA", explica Vanice Orlandi.
Fonte: Assessoria do deputado
http://www.tripoli.com.br
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23/07/2010
Donos criativos usam cães para conseguir esmola
Foto Noel Celis/AFP
Uma nova forma de conseguir esmolas surgiu na cidade de Manila, nas Filipinas. Os donos vestem seus cães e colocam cestas em suas bocas. E vale tudo para chamar a atenção, como chapéus e óculos.
Segundo o governo do país, será dado dinheiro às famílias mais pobres a fim de diminuir o número de pedintes nas ruas.
Não se sabe ao certo quanto os cães conseguem arrecadar, mas foi uma saída muito criativa.
Do R7
22/07/2010
Atenção São Paulo
PROMOÇÃO SHOW PADRE FABIO DE MELO 04/08/2010
A promoção é válida para 1 ( Um ) ingresso do Show do Padre Fabio de Melo no Teatro Bradesco dia 04/08/2010, ingresso Frisa 2° andar. São Paulo.
esta promoção é feita pelo Blog Comunidade Papo Aberto
Link
http://comunidadepapoaberto.blogspot.com/p/promocao-show-padre-fabio-de-melo.html
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http://comunidadepapoaberto.blogspot.com/p/promocao-show-padre-fabio-de-melo.html
@SimoneTelles
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19/07/2010
Empresa cria sorvetes para cães em Londres
Uma empresa de festas para animais de estimação lançou uma novidade em Londres (Inglaterra). A "Boomerang Pets Party" criou sorvetes para cães. Há sorvetes nos sabores de presunto e frango. Uma van vendeu a novidade neste sábado no parque Regents.
Foto: Divulgação
do G1 - São Paulo
Foto: Divulgação
do G1 - São Paulo
17/07/2010
Cadela e bode formam casal inusitado no Texas
Um casal inusitado formado por uma cadela e um bode que havia sido separado após ser encontrado em Garland, no estado do Texas (EUA), foi reunido novamente, segundo reportagem da emissora de TV "CBS". "De certa forma, eles agem como um casal. Eles dormem juntos, cuidam um do outro e fazem tudo juntos", disse a veterinária Karen Fling.
Cadela chamada 'Judy' e bode 'Minelli' são inseparáveis. (Foto: Reprodução/CBS)
Do G1, em São Paulo
15/07/2010
Convívio com animais favorece sistema imunológico e reduz estresse
A convivência com animais de estimação pode contribuir não só para o bem-estar psicológico, mas também para a prevenção e tratamento de várias patologias. A conclusão tem como base a revisão de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, realizado por pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades.
Os cientistas destacam, por exemplo, a melhora da imunidade de crianças e adultos, a redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. O objetivo do mapeamento, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), era enfatizar informações relevantes e pouco conhecidas sobre os benefícios sociais, psicológicos e físicos na relação entre o homem e o animal.
De acordo com o levantamento, as vantagens independem da idade. Os pesquisadores da USP citam, por exemplo, um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães. Certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças de um ano quando expostas precocemente à presença de um cão.
Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas por volta dos 4 anos e dos 6 aos 7, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, afirma. De acordo com a pesquisa ainda há resistência de pessoas com filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de famílias com crianças até 9 anos.
Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
Fonte> Revista Mente e Cérebro
Os cientistas destacam, por exemplo, a melhora da imunidade de crianças e adultos, a redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. O objetivo do mapeamento, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), era enfatizar informações relevantes e pouco conhecidas sobre os benefícios sociais, psicológicos e físicos na relação entre o homem e o animal.
De acordo com o levantamento, as vantagens independem da idade. Os pesquisadores da USP citam, por exemplo, um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães. Certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças de um ano quando expostas precocemente à presença de um cão.
Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas por volta dos 4 anos e dos 6 aos 7, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, afirma. De acordo com a pesquisa ainda há resistência de pessoas com filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de famílias com crianças até 9 anos.
Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.
Fonte> Revista Mente e Cérebro
08/07/2010
Animais da guerra
Sempre que chegam notícias do Afeganistão já esperamos pelo pior. Ataque terrorista, guerra e, claro, milhares de inocentes morrendo. Mas não é que no meio de toda essa desgraça ainda há esperança por uma vida melhor, pela paz e pelo amor? Todos podem encontrar consolo nessas imagens de gatos perdidos ou abandonados resgatados por soldados da marinha americana.
Brian Chambers, Chris Berry and Aaron Shaw adotaram e levaram para os EUA três gatinhos que encontraram enquanto estavam servindo à marinha no País. “Com apenas três semanas de idade, sua mãe havia desaparecido e eles foram deixados sozinhos. Eles viviam em uma caixa no escritório, depois de uma semana eles foram autorizados a passear por aí durante o dia e dormir com a gente durante a noite”, conta Chambers.
Berry conta que encontrou KeyKey – seu gatinho adotado no Afeganistão – ferido. “Ele estava extremamente desnutrido. Passei a observá-lo e a alimentá-lo até que ele não saiu mais do meu lado”, conta.
Para ajudar
Quer ajudar no resgate de animais abandonados e em péssimas condições de Bagdá? Você pode fazer uma doação online no site da iniciativa Operation Baghdad Pups (aqui) (Operação Filhotes de Bagdá).
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05/07/2010
Conheça cães que se tornaram herois de guerra
O papo de que o cachorro é o melhor amigo do homem não é nenhuma novidade. Todos conhecemos a capacidade canina para cumprir as mais variadas tarefas. Além, claro, de serem uma boa companhia. Alguns cachorros, no entanto, conseguem ir além. Um bom exemplo são os cães que enfrentam perigos dos campos de batalha. Eles desarmam bombas, salvam soldados, farejam inimigos, etc. Como recompensa, além de um bom osso, ganham medalhas, reconhecimento e até um obituário no NYT.
» Veja imagens dos cães
Os Estados Unidos começaram a empregar regularmente cães durante a Segunda Guerra. Desde então, ele têm estado presentes nas principais campanhas militares modernas - somente o Exército americano emprega 28 mil cães, segundo a revista Foreign Policy. "Cada cachorro pode trabalhar por cinco ou seis anos, mas as exigências dos terrenos e das missões podem ser duras com as articulações dos cães", disse à AP o comandante da unidade canina no Afeganistão, Nick Guidas.
Apesar das dificuldades das missões, apenas dois animais morreram em ação nos últimos anos, segundo Guidas. "Nós cuidamos muito bem desses cães. Em alguns casos, eles recebem tratamento melhor que nós". Confira a história de algumas cães que ficaram famosos por suas façanhas militares.
Stubby
O lendário bull terrier Stubby é o cão mais condecorado da história militar dos Estados Unidos. Ele foi adotado pelo soldado J. Robert Conroy ainda filhote, em 1917. Conroy conseguiu embarcar ele escondido em um navio para a França durante a Primeira Guerra Mundial. Lá, ele participou de 17 combates.
Stubby realizou inúmeras façanhas durante a guerra. Entre elas salvar soldados de gases tóxicos no front de batalha, localizar feridos em combates e até mesmo capturar sozinho um espião alemão. Graças às suas façanhas, ele foi o primeiro cão a ser condecorado sargento do exército americano. O obituário da morte de Stubby foi publicado em três colunas no jornal The New York Times em 4 de abril de 1926.
Treo
O cão farejador Treo, 8 anos, recebeu em fevereiro deste ano a medalha Victoria Cross pelos seus serviços prestados ao exército britânico no Afeganistão. Treo, que serviu no país asiático durante dois anos e agora está aposentado, recebeu o prêmio por ter descoberto uma bomba com capacidade para eliminar um pelotão inteiro.
Treo prestou serviços ao exército britânico durante cinco anos ao lado do sargento Dave Heyhoe. "Todo mundo diz que ele é apenas um cão militar - sim, ele é, mas tabmém é um grande amigo meu. Nós tomamos conta um do outro", disse Heyhoe, em entrevista à revista Foreign Policy.
Sinbad
O vira-lata Sinbad foi adotado pela tripulação do Campbell, uma embarcação da Guarda Costeira americana, em 1938. Como membro da tripulação - Sinbad tinha uniforme e registro militar próprio -, lutou em batalhas em alto mar e em portos na Segunda Guerra Mundial.
O cão, que prestou serviços à Guarda Costeira durante 11 anos, chegou a causar pequenos incidentes internacionais em operações na Groenlândia e no Marrocos. Até recentemente, ele era o único integrante a corporação a ter dedicada a si uma biografia, Sinbad da Guarda Costeira.
Gunner
Contudo, nem só de glórias vivem os cães militares. Devido aos seus serviços prestados no Afeganistão, o labrador Gunner acabou sofrendo de stress pós-traumático. Segundo matéria publicada no jornal The Washington Post, Gunner tem dificuldades em deixar o seu canil. E qualquer barulho diferente, como a chegada de um navio, disparos de artilharia ou até mesmo o flash de uma câmera, fazem o animal correr assustado.
Chips
Outro heroi da Segunda Guerra Mundial é Chips, uma cruza de husky e collie que serviu como cão de sentinela na Sicília, na Itália, durante três anos a partir de 1942. Em 1944, ele foi condecorado com a medalha Estrela de Prata, por "eliminar sozinho um ninho de metralhadores e render seus operadores". Graças à sua heróica façanha, Chips conheceu o presidente americano Dwight Eisenhower e o premiê britânico Winston Churchill.
Apesar de ter sua medalha retirada quando o Exército americano decidiu proibir condecorações a animais, Chips foi homenageado com um romance baseado na sua vida, Chips, o cão de guerra, que mais tarde virou um filme para TV exibido pelo canal da Disney em 1990.
Terra Notícias
» Veja imagens dos cães
Os Estados Unidos começaram a empregar regularmente cães durante a Segunda Guerra. Desde então, ele têm estado presentes nas principais campanhas militares modernas - somente o Exército americano emprega 28 mil cães, segundo a revista Foreign Policy. "Cada cachorro pode trabalhar por cinco ou seis anos, mas as exigências dos terrenos e das missões podem ser duras com as articulações dos cães", disse à AP o comandante da unidade canina no Afeganistão, Nick Guidas.
Apesar das dificuldades das missões, apenas dois animais morreram em ação nos últimos anos, segundo Guidas. "Nós cuidamos muito bem desses cães. Em alguns casos, eles recebem tratamento melhor que nós". Confira a história de algumas cães que ficaram famosos por suas façanhas militares.
Stubby
O lendário bull terrier Stubby é o cão mais condecorado da história militar dos Estados Unidos. Ele foi adotado pelo soldado J. Robert Conroy ainda filhote, em 1917. Conroy conseguiu embarcar ele escondido em um navio para a França durante a Primeira Guerra Mundial. Lá, ele participou de 17 combates.
Stubby realizou inúmeras façanhas durante a guerra. Entre elas salvar soldados de gases tóxicos no front de batalha, localizar feridos em combates e até mesmo capturar sozinho um espião alemão. Graças às suas façanhas, ele foi o primeiro cão a ser condecorado sargento do exército americano. O obituário da morte de Stubby foi publicado em três colunas no jornal The New York Times em 4 de abril de 1926.
Treo
O cão farejador Treo, 8 anos, recebeu em fevereiro deste ano a medalha Victoria Cross pelos seus serviços prestados ao exército britânico no Afeganistão. Treo, que serviu no país asiático durante dois anos e agora está aposentado, recebeu o prêmio por ter descoberto uma bomba com capacidade para eliminar um pelotão inteiro.
Treo prestou serviços ao exército britânico durante cinco anos ao lado do sargento Dave Heyhoe. "Todo mundo diz que ele é apenas um cão militar - sim, ele é, mas tabmém é um grande amigo meu. Nós tomamos conta um do outro", disse Heyhoe, em entrevista à revista Foreign Policy.
Sinbad
O vira-lata Sinbad foi adotado pela tripulação do Campbell, uma embarcação da Guarda Costeira americana, em 1938. Como membro da tripulação - Sinbad tinha uniforme e registro militar próprio -, lutou em batalhas em alto mar e em portos na Segunda Guerra Mundial.
O cão, que prestou serviços à Guarda Costeira durante 11 anos, chegou a causar pequenos incidentes internacionais em operações na Groenlândia e no Marrocos. Até recentemente, ele era o único integrante a corporação a ter dedicada a si uma biografia, Sinbad da Guarda Costeira.
Gunner
Contudo, nem só de glórias vivem os cães militares. Devido aos seus serviços prestados no Afeganistão, o labrador Gunner acabou sofrendo de stress pós-traumático. Segundo matéria publicada no jornal The Washington Post, Gunner tem dificuldades em deixar o seu canil. E qualquer barulho diferente, como a chegada de um navio, disparos de artilharia ou até mesmo o flash de uma câmera, fazem o animal correr assustado.
Chips
Outro heroi da Segunda Guerra Mundial é Chips, uma cruza de husky e collie que serviu como cão de sentinela na Sicília, na Itália, durante três anos a partir de 1942. Em 1944, ele foi condecorado com a medalha Estrela de Prata, por "eliminar sozinho um ninho de metralhadores e render seus operadores". Graças à sua heróica façanha, Chips conheceu o presidente americano Dwight Eisenhower e o premiê britânico Winston Churchill.
Apesar de ter sua medalha retirada quando o Exército americano decidiu proibir condecorações a animais, Chips foi homenageado com um romance baseado na sua vida, Chips, o cão de guerra, que mais tarde virou um filme para TV exibido pelo canal da Disney em 1990.
Integrante do Corpo Veterinário do Exército Real britânico dorme ao lado da cadela Leanne
Foto: Getty Images
Com informações do site Foreign PolicyFoto: Getty Images
Terra Notícias
02/07/2010
01/07/2010
Filhote de tigre se assusta em zoo e vira celebridade na web. Vídeo!
Os tigrinhos quádruplos (dois machos e duas fêmeas) que nasceram no final de maio no zoológico de Denver, nos Estados Unidos, já mereceriam ficar famosos apenas pelo fato de terem vindo ao mundo. É que eles são da sub-espécie amur, anteriormente chamada de siberiana, que está seriamente ameaçada de extinção – existem menos de 400 exemplares no mundo.
Um dos quadrigêmeos americanos, entretanto, virou uma celebridade planetária ao ter uma de suas fotos publicada em sites de todo o mundo. Na imagem, o bichinho parece estar com um olhar extremamente assustado, e por isso vem sendo chamado de “OMG tiger”, ou o tigre “Oh, my God” (ah, meu Deus!).
Os quatro irmãos – incluindo o assustado – estão muito bem de saúde e sem problemas de qualquer espécie. Mas ainda não foram liberados para os visitantes do zoo. Por enquanto, estão numa espécie de maternidade, de onde vem sendo monitorados por câmaras em circuito fechado (veja o vídeo abaixo).
Resta saber por que o tigrinho ficou com os olhos esbugalhados na foto. Será que descobriu que sua espécie está ameaçada por causa do comércio de pele e de partes do corpo na medicina oriental? Ou teriam lhe contado a quantas anda o preço da ração? Dê sua sugestão!
O Globo
‘Camisinha gigante’ pede castração de animais na Tailândia
Manifestante se veste de camisinha em Bangcoc (Foto: AFP)
Manifestantes do grupo PETA saíram às ruas de Bangcoc, na Tailândia, vestidos de camisinha gigante na manhã desta quinta-feira (1º). O grupo de defesa dos animais queria alertar a população sobre os cachorros e gatos sem raça que estão soltos pelas ruas de Bangcoc e se reproduzem sem controle.
Um homem carregava o cartaz que trazia os dizeres: “Cachorros não usam camisinha. Esterilize-os”.
Do G1, em São Paulo
30/06/2010
Labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera
Rebecca e a cadela Shirley. (Foto: BBC)
Um cão labrador treinado para detectar a queda do nível de açúcar no sangue de seres humanos vem ajudando uma menina britânica de seis anos a evitar entrar em coma por causa de diabetes.
A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1.
"Ela salva a minha vida", diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. "Ela é minha melhor amiga."
Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes.
O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez.
Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Dessa forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.
"Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta", explica a mãe de Rebecca, Claire.
A mãe lembra de um episódio em que ninguém percebeu que a taxa de açúcar de Rebecca estava caindo até Shirley dar o precioso alerta.
"Nós não tínhamos ideia de que ela estava com a taxa de açúcar baixa. Ela estava dançando em um clube com seu irmão-gêmeo, Joseph, e quando os dois voltaram à mesa para tomar algo, Shirley começou a lamber as mãos de Rebecca. O kit de primeiros-socorros estava embaixo da mesa e Shirley foi até lá e pegou um exame de nível de açúcar", conta Claire.
"Ela deu o exame a Rebecca e começamos a desconfiar que tinha algo de errado. Fizemos o teste, e o nível estava bem baixo. Se eu não tivesse Shirley, Rebecca teria entrado em colapso. E quando isso ocorre, ela entra em um sono tão profundo que se tentamos colocar açúcar em sua boca, ela engasga."
A presença de Shirley na casa também tornou a vida de toda família mais fácil.
"Ela tinha um colapso a cada dois dias. Às vezes eu a socorria apenas pouco antes de ela entrar em um colapso muito sério, outras vezes eu tinha de chamar a ambulância", conta Claire.
"Mas agora temos Shirley e ela detecta a queda no nível de açúcar antes de Rebecca perceber o problema."
Claire conta que também consegue ter noites de sono mais tranquilas, sem medo de a filha ter algum problema durante a noite, como ocorria antes de Shirley dormir ao lado da cama de Rebecca.
A entidade beneficente que deu Shirley à família treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer.
"O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar", diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection.
G1
BBC
27/06/2010
Cachorros bons de bola animam sede da seleção brasileira
Globo Esporte
Por Thiago Correia Direto de Joanesburgo, África do Sul
Enquanto Gilberto Silva e Robinho eram sabatinados pelos repórteres na entrevista coletiva deste domingo, Garrincha e Fenômeno animavam torcedores e imprensa na porta do Randpark Golf Club, em Joanesburgo. Os dois trocaram passes, fizeram embaixadinhas, sentaram, deitaram e se fingiram de mortos. Mas não se assuste. Não estamos falando do anjo das pernas tortas e nem do camisa 9 do Corinthians. Garrincha e Fenômeno são dois cachorros adestrados, que ao lado do treinador André Francisco Rosa, exibiram um show de habilidade.
Garrinhcha, o mais velho, recebeu o nome por causa de suas patas arqueadas, uma referência ao eterno camisa 7 do Botafogo. Já o Fenômeno ganhou a alcunha em 2002, em homenagem ao atual centroavante do Corinthians. Os dois animais são vira-latas, mas o adestrador prefere os denominar de "SRD" ou sem raça definida. Entretanto, os bichinhos batem um bolão e esbanjam habilidade adquirida em mais de 5 anos de treinamentos.
- Na verdade eu aproveitei do talento natural que eles já tinham e modelei para o futebol. Aí deu no que deu, estamos aqui na Copa do Mundo e já rodamos a África do Sul inteira - disse o adestrador.
Várias pessoas se aglomeraram para ver o show dos bichinhos, mas quem mais curtiu a atração foram as crianças, que tiveram a oportunidade de chutar algumas bolas para o Fenômeno do mundo animal, que atacou de goleiro. Um menino africano mais empolgado chegou até a pedir a convocação dos dois para a seleção de seu país.
- Eles são muito bons de bola. Acho que deveriam jogar pelos Bafana Bafana - sugeriu o menino logo após trocar passes com os cachorros.
Alex e os cães adestrados continuam na África até o fim do mundial, espalhando alegria e recebendo em troca sorrisos sinceros como o da criança que encerra o vídeo acima.
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26/06/2010
Chihuahua recém-resgatada ganha título de 'cão mais feio do mundo'
Chihuahua Princess Abby foi considerada o cão
mais feio do mundo. (Foto: Ben Margot/AP)
mais feio do mundo. (Foto: Ben Margot/AP)
Uma chihuahua com as costas e pernas curvadas e o olho esquerdo fechado foi a primeira colocada em um concurso realizado nesta sexta-feira (25) na Califórnia, nos EUA, que elegeu o cão mais feio do mundo.
Com pelagem cinza, marrom e preta, Princess Abby – como é batizada a cachorra – superou uma esquisitíssima lista de candidatos, incluindo Pabst, um boxer de dentes salientes vencedor do último prêmio.
Princess Abby tremia de frio na sexta à noite enquanto era ninada nos colos de sua dona, Kathleen Francis, que recebeu um cheque de mil dólares por ganhar a 22ª edição do concurso, realizado na cidade de Petaluma.
A notícia foi uma surpresa para Francis. "Não acho que ela é feia", disse. "Acho que ela é a cachorra mais bonita."
Ela disse que adotou Princess Abby do seu veterinário cerca de cinco meses atrás, e que esse é o primeiro concurso que a cachorra participa desde que foi encontrada vagando pelas ruas.
do G1
21/06/2010
Americana se encrenca ao despachar gato pela caixa do correio
Zippy foi adotado por um fazendeiro (Foto: Reprodução/WTNH)
Um gato foi encontrado numa caixa do correio da cidade de Linton, no estado de Indiana (EUA). O animal foi deixado por sua dona.
Breanna Russell, de 19 anos, foi denunciada por testemunhas, que viram o momento em que ela empurrou o felino pela abertura da caixa do correio.
A polícia e um carteiro acharam o animal dentro do local e contaram ao canal WTNH que Zippy deu sorte, pois não sobreviveria ao calor, sem água e comida.
Breanna disse à polícia que só queria encontrar um novo dono para o animal. Antes de deixar Zippy na caixa de correio, a jovem tentou doar a gato para os pedestres na porta de um supermercado.
Ela pode responder por crime contra os animais. Já Zippy foi adotado por um fazendeiro.
G1
Menina de seis anos faz apelo para evitar sacrifício de pônei deformado
Maddison e o pônei Diego (Foto: Agência Solent News)
Uma garota de seis anos está fazendo uma campanha para arrecadar recursos para uma operação que pode salvar a vida de seu pônei, que nasceu com o rosto deformado.
Diego, o filhote de cinco meses, nasceu com o focinho e a mandíbula deformados. Ele tem dificuldades de respirar e, no futuro, poderia ter a sua capacidade de se alimentar de grama comprometida.
Outros donos de animais recomendaram à família Biddlecombe, de Southampton, no sul da Inglaterra, sacrificar o animal. Mas Diego caiu nas graças da filha de seis anos da dona, Maddison.
"Ele tem o rosto feio e me ama", disse Maddison ao jornal local "Echo News", quando questionada por que se afeiçoou ao pônei de maneira especial. "Ele me beija e faz carinho."
A operação para consertar o defeito de nascença, que faz com que a parte inferior e superior da mandíbula cresçam para o lado, custa quatro mil libras esterlinas (cerca de R$ 11 mil).
A mãe de Maddison, Janey, conta que no início procurou outros donos de animais para discutir o problema e ficou assustada com a solução de sacrificar Diego, repetida por vários proprietários.
"Algumas pessoas nos dizem para dar uma chance a Diego, mas outras nos recomendam sacrificá-lo unicamente por causa de sua aparência", afirmou Janey ao jornal.
"Não há a menor possibilidade de sacrificá-lo, a não ser que ele esteja sofrendo."
BBC - G1
20/06/2010
Cachorro 'Fenômeno' faz sucesso na terra da Copa do Mundo

Fenômeno mostra habilidade batendo bola com seu adestrador durante apresentação na Cidade do Cabo (Foto: Adilson Barros / Globoesporte.com)
Adestrador profissional desde 1985, André Rosa, dono de Fenômeno, tem uma escola para cães em São Paulo e resolveu levar sua principal estrela para a África do Sul para mostrar o seu trabalho. Ele está na Cidade do Cabo nesses primeiros dias do Mundial, mas sua intenção é seguir a seleção brasileira.
- Estou indo para Joanesburgo na semana que e vou ficar atrás da seleção. Resolvi viajar para trazer um pouco da alegria dos cães para a Copa. As pessoas estão adorando, o retorno está sendo ótimo - vibra André, que custeou toda a viagem do próprio bolso, mas ainda não sabe se conseguirá entrar em algum estádio com o cachorro.
Fenômeno arranca aplausos dos turistas, com saltos, piruetas e, claro, batendo bola com seu dono. A cada truque, André passa o seu chapéu verde amarelo coletando trocados. O próprio cão leva um disco na boca até as pessoas para recolher moedas.
O cachorro tem cinco anos e foi abandonado por sua primeira dona, que considerada o cachorro ativo demais para seu apartamento.
- Uma amiga minha pegou o cachorro e vendeu para mim. Para mim é ótimo que ele seja bastante ativo. É o tipo de cachorro que eu gosto - conta André.
Fenômeno parece um border collie, mas, segundo André, trata-se de um simpático vira-latas.
- É um SRD, digamos: sem raça definida. Mas é um ótimo cachorro, extremamente inteligente e habilidoso. Joga futebol muito bem.
G1>Globoesporte
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19/06/2010
Cachorros são convertidos ao budismo na China
Em Hong Kong, na China, pelo menos dois mil cachorros foram convertidos ao budismo. Os donos estão preocupados com a vida após a morte de seus animais de estimação.
fonte: Globonews
fonte: Globonews
16/06/2010
Filhote de coruja encara jaula dos leões por 3 dias e sobrevive
Coruja encara os leões em jaula na Inglaterra (Foto: Reprodução/Daily Mail)
Um filhote de coruja passou três dias na jaula dos leões no zoológico de Devon, na Inglaterra, e sobreviveu. O pequeno animal caiu de uma árvore e foi parar dentro da jaula de Indu e Mwamba, de 7 anos.
Funcionários do zoológico tentaram salvar a coruja, que não sabia voar. Como não conseguiram, deixaram o animal à própria sorte.
Valente, a coruja encarou os leões e, provavelmente, conseguiu a simpatia dos grandalhões, que não a comeram.
Nos três dias em que esteve com os leões, a coruja e os visitantes do parque assistiram uma pomba que invadiu a jaula ser devorada pelos animais.
Depois de sua estadia inusitada, a pequena coruja conseguiu voar e sair da jaula.
Do G1, em São Paulo
13/06/2010
Animais usam cobertores contra o frio no Zoológico de SP
Chimpanzés recebem cobertores dentro de recinto no zoológico (Foto: Luciana Bonadio/G1)
Cobertores, alimentação diferenciada, feno para esquentar as tocas. Alguns animais da Fundação Parque Zoológico de São Paulo, na Zona Sul da capital paulista, recebem tratamento especial para aguentar o frio, mesmo antes do início do inverno. “São animais que vivem em ambientes mais quentes, então a gente precisa fazer essa adequação para que eles fiquem confortáveis”, explica a bióloga Cátia Melo.
Araras recebem alimentação especial
neste período (Foto: Luciana Bonadio/G1)
neste período (Foto: Luciana Bonadio/G1)
No caso de tigres, leões, onças e macacos, é colocado feno nas tocas e nos recintos para que eles não sofram tanto com o frio. Os biólogos também usam aquecedores nas salas onde ficam os répteis e os anfíbios. “Eles não controlam a temperatura interna e, se estiver muito baixa, esses animais têm até dificuldades para se alimentar”, afirma a bióloga. A temperatura nesses recintos deve ficar entre 20ºC e 25ºC.
Cobras precisam de aquecedores em seus
recintos (Foto: Luciana Bonadio/G1)
recintos (Foto: Luciana Bonadio/G1)
As araras recebem alimentação diferenciada nesta época do ano. São oferecidas sementes mais oleosas e coco seco para que elas tenham mais energia. A comida de alguns animais, entre eles a elefanta Terezita, também muda com a queda das temperaturas. Como a produção de vegetais na fazenda onde os alimentos para o zoológico são produzidos diminui com o frio, é feita uma preparação antes da chegada do inverno. Eles são desidratados para ser servidos neste período.
Do G1 SP
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