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07/09/2008

Macaco sem pernas e um braço vive com coelho em Bangcoc


O macaco “BoonLua”, de 6 anos, que há três anos sofreu amputação das pernas e de um braço após ser atacado por cães em Bangcoc, convive agora, harmoniosamente, com o coelho “Toby”. Ao quase ser destroçado, ele se arrastou para um templo da província de Ayuthaya, foi acolhido, recebeu tratamento médico e sobrevive com a ajuda de seu “novo amigo”. (Foto: Sukree Sukplang/Reuters)


G1

Cadela ‘adota’ gata na Tailândia



Gata Jila de apenas dez dias é amamentada pela cadela de um ano.
Animais moram em uma província a cerca de 80 km de Bangcoc.

G1

04/09/2008

Bombeiros salvam gatos de incêndio em casa no estado americano do Tennessee


Gato recebe oxigêncio do bombeiro Kelly Liles em Chattanooga, Tennessee, na manhã desta quinta-feira (4), depois de ficar intoxicado com fumaça ao ser salvo de incêndio em casa. (Foto: Chattanooga Fire Department/AP)


Os bombeiros encontraram vários gatos dentro da casa e acreditam que um deles pode ter causado o incêndio ao esbarrar em uma vela acesa na cozinha. Todos os felinos foram retirados com vida, exceto um. (Foto: Chattanooga Fire Department/AP)


G1

Zôo da China faz casamento de macacos


Cerimônia foi organizada em zoológico da província de Zhejiang.
Macaco Wukong, de sete anos, se uniu à fêmea Xiaoya, de seis anos.

G1

Primeiro clone de cão vira pai - e mães dos filhotes também são 'cópias'

Snuppy, o galgo-afegão que ganhou fama ao ser anunciado como o primeiro cachorro clonado do mundo, acaba de se tornar papai. O anúncio foi feito por cientistas coreanos da Universidade Nacional de Seul, onde o bicho foi criado. Por inseminação artificial, Snuppy gerou outros dez cachorrinhos, dos quais um morreu e outros nove estão vivos e saudáveis. As fêmeas que doaram óvulos para o experimento também são clonadas.

G1

26/08/2008

Internet transforma gato de quatro orelhas em celebridade


Os donos de Yoda, um gato que aparenta ter quatro orelhas, estão precisando de ajuda para atender tantos telefonemas. Ted e Valerie Rock contam que receberam inúmeros contatos de redes de TV e jornais depois que seu filho colocou uma foto do bicho na internet. A divulgação transformou o animal esquisito de Downers Grove (Illinois, EUA) em celebridade.

Desde então, a família Rock já foi contatada pelos programas “Good Morning América” e pela rede “Fox News”, entre outros. A foto do bichano, por sua vez, estampou as páginas de diversos jornais britânicos. Entre eles o “Daily Mail”, que escreveu: “se Batman tivesse um gato, ele seria Yoda”. “É incrível. Nos últimos dias, o telefone não pára de tocar”, disse Ted Rock.

A família encontrou o gato em 2006, enquanto assistia a um jogo de futebol americano na TV de um bar. Na época, Yoda tinha cerca de oito semanas e era zombado por muitas pessoas que passavam pelo local. Entre os apelidos, contam os Rock, estavam “gato do diabo” e belzebu.

Não foi uma história de amor a primeira vista, mas a família sentiu pena do animal e o adotou. Até então, o bicho ficava preso em uma gaiola, para entreter os freqüentadores do bar com seu visual esquisito.

G1

19/08/2008

Yoda, o gato de quatro orelhas!


O nome faz referência a um personagem da epopéia "Guerra Nas Estrelas". Mas o que torna o gato especial não é o poder mental do mestre Jedi. O bichano Yoda tem quatro orelhas!

Os donos do animal, Valerie e Ted Rock, encontraram o gatinho grafite há dois anos em um bar de Chicago, por onde circulava entre beberrões e curiosos. O proprietário procurava um lar para o felino.

Foi amor à primeira vista. Assim que adotou Yoda, Valerie levou o gatinho para um veterinário. Espanto geral!

"O veterinário me disse que nunca tinha visto algo parecido. Aí percebemos que tínhamos algo especial", contou a orgulhosa americana.

Fernando Moreira - Globo Online

Tartaruga deficiente ganha rodinhas e encontra novo amor

A tartaruga Arava, à esquerda, passeia com seu novo amor em zoológico de Jerusalém. Ela teve paralisia nas patas traseiras e ganhou um implante de rodinhas para poder se locomover (Foto: Ronen Zvulun/Reuters)

Arava tem 10 anos de idade e pesa cerca de 25 quilos. Segundo os veterinários, o motivo de sua paralisia nas patas traseiras é desconhecido (Foto: Ronen Zvulun/Reuters)

G1

17/08/2008

Donos podem ajudar cães que têm medo de barulho

A casa está silenciosa e, de repente, ouve-se o estrondo de um rojão na rua. O cachorro passa correndo pela sala e se enfia, tremendo, debaixo do sofá.

Para quem tem cães, a cena acima costuma ser freqüente em dias de jogos de futebol, de chuva com trovões e de celebrações como Réveillon, por exemplo. "É um problema bem comum e pode acarretar outras situações indesejáveis, como fuga ou acidentes", diz Tânia Parra Fernandes, professora da faculdade de medicina veterinária da Universidade Metodista de São Paulo.

O maior risco, segundo ela, é que, na tentativa de se esconder, os bichinhos batam em vidraças ou armários e acabem se machucando.

Nem todos têm medo. Entre os que têm, segundo Tânia, a causa pode estar em algum acidente que sofreram quando eram pequenos.

"O trauma pode ter sido de um barulho forte que ouviram quando eram filhotes, como cheirarem uma pilha de garrafas que caiu ou estar dormindo debaixo de um carro e alguém ligar o motor. Isso marca o animal", diz. "O surto pode vir do fato de o animal ter uma audição mais amplificada que a nossa. O som fica mais agudo e incomoda", completa Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Universidade Anhembi Morumbi.

A dica é manter os cãezinhos em locais seguros e oferecer espaços onde eles possam se esconder para que se sintam protegidos. Um conselho importante é tentar condicionar o barulho a uma coisa boa. Ficar com o cachorro no colo, brincar e mostrar que aquela não é uma situação ruim é interessante para que ele a associe a algo tranqüilo. "Por verem as crianças da casa gritando com o jogo de futebol, eles ficam em alerta, acham que o grupo está em perigo. O dono deve mostrar que não está acontecendo nada", orienta Roncati.

Para abafar o ruído, o algodão no ouvido pode ser uma alternativa, mas é importante que o dono saiba colocá-lo no bicho. "Um profissional deve mostrar como porque o animal pode ter lesões", diz Roncati. Godot, o boxer da analista de comunicação Luciana Teixeiras, 28 anos, costuma ficar fora de casa. Quando escuta barulhos, arranha a porta, late desesperado e não sossega até que permitam que ele entre. "Ele fica encostado e se acalma. Como fica tremendo, sempre permitimos que entre", diz ela.

Como ajudar

- Aumente o som de alguma música de modo que se sobreponha ao ruído.
- Exponha o animal ao barulho aos poucos e com segurança. Reúna os amigos, ligue o rádio. Deixe o bicho adaptado a um pouco de "bagunça".
- Se o animal tem muito medo, é bom ficar com ele em dias críticos como final de Copa do Mundo e Réveillon.
- Procure não deixar o animal sozinho, mas, se não tiver ninguém em casa, deixe-o em um local arejado, com água e comida. O ideal é que ele fique em um lugar onde possa se sentir seguro, de preferência dentro de casa.
- Feche portas e janelas para evitar fugas e acidentes.
- Retire do ambiente em que o cão fica qualquer objeto pontiagudo ou de vidro que possa machucá-lo.
- Procurar um veterinário que receite calmantes alternativos, como acupuntura e homeopatia, pode ser uma boa opção.

LUCIANA BUGNI
da Revista da Hora

Fontes: Tânia Parra Fernandes, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Metodista de São Paulo; Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Anhembi Morumbi; e Cristiane deToledo Kulcsar, médica veterinária.

Evento de cães homenageia os Jogos Olímpicos no Rio

Cachorros fazem homenagem ao judô e ao tênis durante o evento Pet Olimpíadas, que aconteceu na manhã deste domingo (17), na praça Antero de Quental, no Leblon, na Zona Sul do Rio (Foto: Divulgação/Divugação)

Cão compete na corrida com obstáculos durante o evento organizado pelo adestrador Denizard Baldan; o concurso beneficente arrecadou alimentos para a Associação de Amigos da Infância com Câncer (Foto: Divulgação/Divulgação)

O Staffbull Soco desfila sua fantasia de jogador de futebol da seleção brasileira durante a Pet Olimpíadas, que reuniu cerca de 90 animais de diversas raças e tamanhos no Leblon, na Zona Sul do Rio (Foto: Divulgação/Divulgação)

do G1

15/08/2008

Talking dogs

Cadela mostra que sabe se comunicar

Duas cachorras, treinadas no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, sabem como pedir aos donos para passear, brincar ou beber água. Quando elas querem algo, apertam um botão em um aparelho que emite sons correspondentes ao que os animais desejam. Assista ao vídeo e entenda um pouco mais sobre o universo canino

14/08/2008

Com luvas de boxe, cadela peruana enfrenta seu treinador

Cadela executa os golpes enquanto se equilibra sobre as patas traseiras. (Foto: Reuters )


Chela consegue se locomover, mesmo quando está com as luvas nas patas dianteiras. (Foto: Reuters)


Vestindo luvas de boxe vermelhas, a cadela Chela enfrenta seu treinador em Lima, no Peru, como se fosse um verdadeiro lutador. Ela executa os golpes enquanto se equilibra sobre as patas traseiras. Da raça braco alemão de pêlo curto, Chela tem três anos e meio. Segundo seu treinador, esse é o único cão do Peru -- se não for do mundo -– que sabe lutar boxe.

G1

13/08/2008

Instituto pede doações para salvar pingüins em Salvador


O Instituto de Mamíferos Aquáticos de Salvador está enfrentando dificuldades para alimentar e medicar os pingüins que começaram a chegar à Bahia em julho. Os animais nadaram cerca de 5 mil quilômetros do Sul da Argentina, onde vivem, até a costa brasileira.

Já chega a quase 200 o número de pingüins mortos em Salvador. A entidade, que é uma ONG credenciada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), está pedindo ajuda para que esse número não aumente.

saiba mais
Ao todo chegaram a Salvador 582 pingüins. Como quase 200 já morreram, o instituto está pedindo ajuda para cuidar dos bichos. Os telefones para contato são os seguintes: (71) 3461-1490 e (71) 8132-2799 .

Iitens a serem doados
18.000 kg de sardinha inteira com vísceras 1.100 cápsulas de Itraconazol (100mg) 10 frascos de Ferrodex 30 caixas de Maxcan Plus (50mg) 30 caixas de Ketofen (20mg) 30 caixas de Enrofloxacina (50mg) 100 caixas de Drontal Plus ou Endal Plus 4500 cápsulas de uma fórmula para aviar em farmácia de manipulação


Endereço do local para doações
Sede do Instituto Mamíferos Aquáticos: Avenida Pinto de Aguiar, Rua dos Radio Amadores, Nº 73, Pituaçu, Salvador.
G1 Brasil

Pombo-comum, presente no dia-a-dia


É rotina andar pela rua e se deparar com um grupo de pombos tentando se alimentar. O que muita gente desconhece é a origem dessa ave e as conseqüências de sua aproximação com as pessoas – muitas das quais, inclusive, cultivadoras do hábito de lhes facilitar o alimento.
Conhecido como Pombo-comum ou Pombo-das-Rochas, essa espécie da família columbidae encontra-se normalmente em tom cinzento, mais claro nas asas que no peito e cabeça, com cauda riscada de negro e pescoço esverdeado.
Caracterizam-se pelos reflexos metálicos na plumagem, cabeça e pés pequenos, bicos com ceroma ou elevação na base e a ponta deste em forma de gancho.
Alimenta-se de sementes, grãos, frutas e, nas cidades, do que estiver disponível nas ruas. Originária da Eurásia e África, essa espécie foi introduzida no Brasil no início da colonização portuguesa.
Convivendo com o ser humano há pelo menos 10.000 anos, a ave foi trazida ao país em navios portugueses, para servir de alimento ao povo que aqui estava. Apesar da aparência tranqüila, o pombo-comum pode ser nocivo ao homem, caso esteja infectado. Doenças como a criptococose, histoplasmose, ornitose, salmonelose e dermatite podem ser contraídas pela inalação da poeira ou ingestão de alimentos, caso contenham fezes contaminadas pelo agente etiológico.
Para evitar eventuais doenças – já que é sempre difícil constatar quando as aves estão infectadas – recomenda-se limpar o forro da casa, calhas ou qualquer outro local que apresente fezes, restos de ninhos, ovos e penas. Para isso, é importante usar luvas e uma máscara ou pano úmido sobre o nariz e a boca.
É também necessário sempre umedecer a sujeira antes de removê-la, evitando assim a inalação de poeira. Além das pombas e pombos, a família columbidae de aves columbiformes também inclui as rolas e as rolinhas.
fonte: petfriends

08/08/2008

Abertura exuberante..








fotos: internet








Fogos de artifício iluminam a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim

Cães desfilam fantasiados em feira

O desfile de cães fantasiados abriu a programação de eventos da 8ª Rio Vet Trade Show, uma das maiores feiras de negócios da América Latina, na manhã desta sexta-feira (8), no Riocentro, Zona Oeste do Rio. Foram 25 cães com fantasias como o cão super-herói, o drag queen, o roqueiro e até um cão funkeiro. Após o desfile, foram apresentados planos desenvolvidos com os animais, como o Projeto Cão Guia, que apresentou as dificuldades que os cães guias encontram diariamente nas ruas; os animais da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil), demonstraram a apreensão de drogas. A feira acontece até sábado (9) e terá desde encontro de marketing de animais à exposição de gatos de raça e seminário sobre pássaros.
(Foto: Divulgação )

Gatos fazem desfile de moda em hotel de Nova York

O hotel nova-iorquino de Algonquin foi cenário, nesta quinta-feira (7), de um desfile de roupas para gatos. Na passarela teve de tudo: de roupa de Elvis a vestido bordado com lantejoulas.

O evento beneficente foi feito para levantar fundos para uma instituição que cuida de animais e também para homenagear Matilda, animal residente do hotel que acaba de completar 13 anos. Matilda é a nona gata do hotel desde que essa tradição começou, durante os anos 30. Ela tem uma página no site do Algonquin e recebe cerca de 30 e-mails por mês, todos respondidos pela funcionária Alice de Almeida.



Matilda, 13, é a nona gata residente do hotel Algonquin. (Foto: Divulgação



07/08/2008

Cães "órfãos" de Luisa Mell buscarão donos em feira de adoção


O fim repentino do programa "Late Show" e a saída de Luisa Mell da Rede TV! não trouxeram conseqüências apenas para a apresentadora e sua equipe. Cerca de 100 cães que foram recolhidos pela produção do programa ficaram "órfãos" e agora precisam encontrar um dono.

Para isso, será realizada em 30 de agosto uma feira de adoção no Pet Center Marginal, em São Paulo. Os animais estão distribuídos por aproximadamente 80 clínicas veterinárias e já foram vacinados, vermifugados e castrados. Alguns são deficientes e lidam com algum tipo de limitação física.

"Não dá para eu acabar o programa, ir à churrascaria, comprar um casaco de pele e chamar o CCZ [Centro de Controle de Zoonoses] para busca os cachorros", diz Luisa, que estará na feira. "Esta é a minha missão."

Entre os animais está um cão que foi resgatado há três semanas no rio Tietê e que quase morreu afogado. O caso iria ao ar no programa deste domingo --no lugar, deve ser exibida uma reprise.
"Houve também muitos casos de crueldade em que tive de chamar a polícia, além de cães na rua que foram atropelados ou tiveram bicheira", conta a apresentadora. "Agora, estão todos tratados."

Luísa não teve seu contrato renovado com a Rede TV!, em meio a rumores sobre ciúmes na cúpula da emissora. Ela tem recebido mensagens de apoio de fãs e de entidades protetoras de animais, que pedem a volta do programa.

A apresentadora já está conversando com outras emissoras, segundo sua assessoria.

Feira de adoção de cães com Luisa Mell
Quando: 30 de agosto, das 9h às 21hOnde: Pet Center Marginal (av. Presidente Castelo Branco, 1.795, tel. 0/xx/11 2797-7400)
folha online

06/08/2008

Amigo urso






Quando um urso polar surgiu repentinamente ao lado de um de seus cães, um habitante da região de Manitoba, na baía Hudson, Canadá, achou que não teria o que fazer para ajudar seu animal. Assim, tratou de fotografar a cena, antes de procurar um substituto para ajudar a puxar o trenó.
Mas a história teve um final bem diferente do imaginado. O urso não somente não destroçou o cachorro como se entendeu muito bem com ele, tendo voltado outras vezes na semana para brincarem juntos.
As fotos do urso amigo são as mais vistas e mais votadas nas últimas 24 horas pelo site de compartilhamento Digg.
globorural






05/08/2008

Cientistas fazem primeira clonagem comercial de cães

Por encomenda da californiana Bernann McKinney (esquerda), uma empresa sul-coreana realizou a primeira clonagem comercial de um animal de estimação. Cinco cães nasceram a partir das células de um pit bull. (Foto: Kim Jae-Hwan/AFP)

Uma “mãe de aluguel” foi escolhida para cuidar dos novos cães, expostos pelos cientistas na Universidade Nacional de Seul. O preço da clonagem não foi divulgado. (Foto: Kim Jae-Hwan/AFP)
G1

03/08/2008

Orkupet promove amizade entre animais


Os donos de animais de estimação agora têm outra maneira de exibir seus bichinhos: o Orkupet. Cães e gatos têm espaço garantido na página da internet dedicada para eles. Como muitos donos já cadastravam seus animais no site de relacionamentos Orkut, agora eles têm um espaço personalizado.

Animais podem fazer amizade com outros e participar de comunidades. “Eu amo ração”, “Eu gosto de assistir TV com meu dono” e “Minha dona é muito legal” são algumas das que fazem sucesso.

A estudante Bárbara Melo, de 12 anos, criou uma página para sua cachorrinha Tutty. “Achei o site bem bonito e divertido, mas meus amigos ainda não se cadastraram. Acho que, em pouco tempo, as pessoas vão começar a participar”, diz. De acordo com Bárbara, o animal é o xodó da família e ganhou uma página na internet antes mesmo que o irmão caçula, Felipe, de três meses.

A cadelinha entrou para o convívio da família em outubro de 2005, quando eles moravam em uma casa em Campo Grande. Após a mudança para São Paulo, o animalzinho veio junto e se adaptou à vida em um apartamento.

Já a estudante Laís Perpétuo Simões, de 11 anos, também se animou com a idéia de dedicar um espaço especial à cachorrinha na internet. A yorkshire Mel, de 3 anos, faz parte de comunidades como “Eu adoro a cama da mamãe” e “Sou linda”.

Laís diz que não descarta a possibilidade de fazer a cachorrinha encontrar um par. “Bem que ela podia arranjar um cachorrinho pra cruzar. Ela tentou duas vezes e não conseguiu engravidar”, conta.

De acordo com a assessoria de imprensa do Google, o Orkupet não é vinculado à empresa, que é responsável pelo Orkut.

G1 Brasil

02/08/2008

Gato salva idosa de 97 anos de incêndio

Grace George, com o gato Boo Boo. (Foto: AP)

Grace George, uma aposentada americana de 97 anos, estava dormindo quando sua casa começou a pegar fogo na manhã de quarta-feira (30). A moradora de Independence, no estado americano de Missouri, diz só percebeu que algo estava errado quando seu gato, Boo Boo, começou a se esgoelar na janela do quarto. "Fiquei preocupada", conta Grace. "Eu não entendi porque ela estava miando tão alto".

Eram 4h da manhã, e Grace queria continuar dormindo. Ela se levantou, pegou o gato - um animal de rua adotado há cerca de 15 anos - e o levou até a cozinha. Lá, sentiu, enfim, o cheiro de fumaça. "O gato salvou minha vida. Naquela hora, percebi que precisava sair da casa, ou ia morrer", conta a idosa, que está morando na casa da filha. Sua residência foi destruída, e o corpo de bombeiros estimam os danos em US$ 115 mil. A dona prometeu que vai recompensar Boo Boo, o gato heróico, com seu prato predileto. "Vou comprar uma lata de salmão."

fonte: internet

30/07/2008

Tempo seco em São Paulo afeta até bicho de estimação


Gato faz inalação nesta quarta-feira (30) por causa de problemas respiratórios agravados pelo clima seco que castiga a cidade de São Paulo. De acordo com o veterinário Rafael Magdanelo, os animais também sofrem com a poluição, principalmente se já têm algum problema respiratório. “Tempo seco é tão prejudicial para as pessoas quanto para os animais.


Gatos que têm doenças como bronquite podem sofrer também com esse tempo seco”, afirma. Ele explica que animais com focinho achatado – como os gatos persas - são mais sensíveis a alterações respiratórias. A estação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no Mirante de Santana, na Zona Norte de São Paulo, registrou a mínima de 25% de umidade, por volta das 15h desta quarta-feira (30). O dia mais seco do ano em São Paulo foi registrado nesta terça-feira (29), com apenas 19% de umidade. (Foto: Carol Guedes/Folha Imagem)
G1

Fêmea de labrador adota tigrinhos órfãos em zoológico nos Estados Unidos

Filhotes têm apenas quatro dias de vida (Foto: AP)

Isabella, uma fêmea de labrador, tornou-se uma mãe adotiva nada comum no último domingo (27). A cadela adotou três filhotes de tigre branco que foram abandonados pela mãe logo depois de nascer no Parque Zoológico Safári, no estado americano do Kansas. Por enquanto, os tigrinhos estão sendo amamentados normalmente por ela. O comportamento maternal exacerbado é comum em fêmeas de várias espécies de mamíferos.

do G1


28/07/2008

Cachorro é candidato a prefeito em cidade nos Estados Unidos


Um dos candidatos à prefeitura de Fairhope (Alabama, EUA) na próxima eleição é consideravelmente mais peludo que os outros. Ele também tem duas pernas a mais que os concorrentes e um rabo que não pára de balançar. Ele é Willie Bean Roscoe P. Coltrane, um cão labrador de 7 anos de idade.

Willie foi inscrito como candidato por sua dona, Tress Turner, de 43 anos. Ela tem uma cafeteria na cidade e era "politicamente neutra" - até que um dos candidatos colocou uma placa em frente a seu estabelecimento comercial.

Tress não gostou e, depois que os diálogos com o candidato fracassaram, resolveu lançar seu próprio cachorro como concorrente.

Mas Willie Bean talvez não tenha nascido para a política. "Quando um cachorro pequeno late, ele corre", diz a dona.

O comitê eleitoral de Willie Bean funciona na cafeteria de Tress. É lá que os eleitores do cão labrador podem comprar camisetas e placas com a imagem do candidato. "Eu acho que ele vem para somar", diz Vince Kilborn, de 66 anos. "Precisamos de sangue novo", comemora.

Julie Ford, que trabalha como voluntária em um abrigo de animais da cidade, diz que Willie Bean está subestimando suas capacidades. "Ele deveria se lançar como presidente", diz a senhora de 61 anos.
do G1

Ambientalistas coletam assinaturas para que papa renuncie ao uso de pele de animais

A Associação Itália para a Defesa dos Animais e do Meio Ambiente (Aidaa) iniciou hoje uma campanha de coleta de assinaturas na internet para pedir ao papa Bento XVI que renuncie a usar peças com pele de arminho.

Em uma nota, o presidente da Aidaa, Lorenzo Croce, explicou que a "pequena e significativa renúncia pessoal" por parte do papa se transformará em um "forte sinal para a preservação dos animais e do meio ambiente".

O objetivo da Aidaa é apresentar ao pontífice no final de setembro este pedido, acompanhado das assinaturas coletadas no site www.firmiamo.it/papasenzaermellino.
A solicitação se une aos pedidos feitos anteriormente por outras associações italianas de defesa dos animais.

Desde o começo de seu Pontificado, o papa recuperou do vestuário papal peças como o camauro, um gorro de veludo com pele de arminho branco que os papas usavam no inverno.
Outro dos complementos que o pontífice recuperou é a chamada mozeta, vestimenta muito habitual entre os cardeais, e cuja versão de inverno é em veludo e com arminho.

Fonte: G1

Escritórios ''admitem'' cães e gatos

Bartolomeu tem cara de mau, mas é um tremendo paspalhão. O bull dog inglês, do empresário Vinicius Barbosa, oferece a patinha, com o charme rechonchudo dos seus cerca de 30 quilos, para qualquer um que lhe dá lado. Cansa após dar uma volta no quarteirão e vive roncando pelos cantos da distribuidora de bebidas de seu dono. Já chegou a dormir no pé de um cliente, durante uma reunião, cativando-o para sempre. "O cachorro tira toda a frieza da empresa. Os meus 15 funcionários brincam com ele para desestressar", diz Barbosa, que levou o cão da casa para o escritório para ficar mais tempo com ele.

Ter um mascote no escritório ou levar seu próprio animal de estimação para o trabalho é uma tendência que começa a ganhar espaço em São Paulo pelo bem-estar que promove. Segundo a psicóloga Silvana Prado, da Organização Brasileira de Interação Homem-Animal-Coração (OBIHACC), a prática ainda é informal, mas tende a se institucionalizar. "Nos Estados Unidos, isso ocorre há anos. Em algumas empresas, há dias certos para levar os cães.

Aqui, isso está chegando agora."A organização começou suas atividades com dois principais projetos: levar cães em asilos e em hospitais, para promover bem-estar. Agora, segundo Silvana, incentiva também a presença de cachorros em escritórios, argumentando que os animais "resgatam a afetividade, reduzem a ansiedade e incentivam a integração das pessoas no ambiente de trabalho".A assistente de Recursos Humanos Daniela Fernandes da Silva, de 23 anos, diz que o escritório onde trabalha "fica mais leve" quando a cachorra Neela está por lá, passando de colo em colo, duas vezes por semana. "Quando a gente se estressa, pega a bolinha, brinca com ela e tudo se resolve", afirmou.

A daschund Neela é da colega de trabalho Vera Gomes, gerente administrativa, totalmente louca pela filhota. "Eu vim de uma multinacional. Hoje trabalho numa empresa menor, mas tenho muito mais qualidade de vida. A Neela faz parte dessa vida. Em todas as minha decisões profissionais daqui para a frente, ela vai influenciar."Segundo Silvana, uma pesquisa da agência americana de empregos Simply Hired e do site Dogster apontou que um terço dos donos de cães aceitaria uma redução salarial de 5% em troca de poder levar seus mascotes ao escritório. "Eu toparia fácil", emendou a dona de Neela, ao saber do levantamento.

O empresário Fernando Reis Júnior, sócio de uma empresa de publicidade, é um dos mais novos adeptos da prática: tem a cocker Micaela no escritório de São Paulo, a labradora Mica e a gata Bigode no Rio. "A Micaela foi encontrada na rua, a Mica foi dada por um amigo e a Bigode foi adotada", explicou. Segundo ele, o astral do escritório melhorou tanto desde que os animais chegaram que os funcionários não reclamam nem de limpar, de vez em quando, as cacas que eles espalham. Além da companhia e das histórias divertidas na empresa, os animais alegram até quem não trabalha lá. "Os bichos fazem companhia na recepção e as pessoas nem ligam muito de esperar." Com tanta satisfação, a prole tende a aumentar. "Quero mais um cachorro e uma tartaruga", diz Júnior.

Fonte: EstadãoMatéria em: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080713/not_imp205096,0.php

27/07/2008

Ativistas protestam contra ingestão de carne de cachorro na Coréia do Sul

Sul-coreanos protestam neste domingo (27) contra o hábito de ingerir carne de cachorro no país. Ativistas seguram o cartaz que diz: 'Meu nome é Sunhi, não me coma'. (Foto: Associated Press)

25/07/2008

Dona de cadela heroína de MG é a mãe do bebê

A história da cadela Xuxa, que virou celebridade por ter encontrado um bebê abandonado em Santo Antônio do Monte (MG), teve uma reviravolta. A dona do animal confessou à polícia nesta sexta-feira (25) que é a mãe do recém-nascido. Segundo a polícia, Maria Luzia Campos, de 27 anos, escondia a gravidez da família e decidiu confessar a história ao descobrir que o bebê seria encaminhado para a adoção.

Ela deu à luz na madrugada de quarta-feira (23). Na ocasião, Maria Luzia disse aos vizinhos que a cadela havia encontrado a criança em uma caixa de papelão, em um terreno baldio. O caso ganhou repercussão nacional. “Quando eu fiquei sabendo que o bebê iria para outra família, não agüentei e contei a verdade. Bateu o arrependimento. Agora, eu vou fazer o que eu puder para cuidar dele”, afirmou Maria Luzia ao G1.

O bebê está no hospital desde quarta-feira e foi batizado de João Gabriel pelas enfermeiras.A mãe da criança disse que estava com medo da reação da família. “Na hora bateu o desespero. Não sabia o que fazer. Eu nunca pensei em tirar a vida da criança, só queria proteger o bebê, por isso que eu dei essa versão do cachorro”, disse.

Maria Luzia contou que deu à luz sozinha, em um barracão nos fundos da casa onde vive. Com medo, ela levou a criança até a casa dos vizinhos para que o menino fosse encaminhado ao hospital. Ela falou que a cadela Xuxa havia encontrado a caixa de papelão com a criança.

“Em momento algum veio na minha cabeça matar, jogar fora, fazer o que essas mães fazem. Na hora queria proteger, levar ao hospital”, disse Maria Luzia. Desfeita a confusão, Maria Luzia disse que a reação da família não poderia ser melhor. A avó ficou emocionada e quer a criança. O delegado responsável pelo caso, Geraldo Magela de Carvalho, disse ao G1 que a mãe vai passar por exames para comprovar se realmente deu à luz recentemente e depois será liberada. Ele explicou que não houve crime. O delegado disse que a guarda do bebê será decidida pela Justiça.

G1

23/07/2008

Cadela encontra recém-nascido abandonado em MG


Um recém-nascido foi encontrado em um lote vago por uma cadela, depois de ser abandonado durante a madrugada desta quarta-feira (23), em Santo Antônio do Monte (MG).

Segundo os vizinhos que socorreram a criança, a cadela arrastou a caixa de papelão em que o bebê estava até a calçada e acordou os moradores com latidos. De acordo com a polícia, é provável que o bebê tenha nascido há pouco tempo, pois apresentava marcas de sangue no corpo.

O menino, que tem pouco mais de 2,5 quilos e 44 centímetros, foi encaminhado para um hospital da cidade, onde permanece internado em estado estável. A polícia investiga o caso.
G1 Brasil

Bateria de exames em panda vira uma 'megaoperação'

Veterinários fazem uma radiografia no panda, sem nunca tirar a focinheira da 'fera'. (Foto: Reuters/China Daily)



Veterinário corta um pouco de pêlo para fazer um ultra-som no panda. (Foto: Reuters/China Daily)
Se você um dia for à China e vir um panda de perto, cuidado. O bicho tem um jeitinho meigo que atrai gente disposta a pagar caro para pegá-lo no colo, mas vira uma fera quando alguém o contraria.

Que o digam os tratadores de uma reserva na província de Fujian. Eles suaram para imobilizar um dos pandas do parque e fazer alguns exames nele, como ultra-som. A 'megaoperação' aconteceu na terça-feira (22). O animal em questão é um dos quatro que vieram de Sichuan depois do terremoto que deixou milhares de mortos em maio.
G1









21/07/2008

Peixe faz o trabalho de pedicure em salão de beleza nos Estados Unidos

Clientes do salão de beleza em Alexandria, nos Estados Unidos, durante tratamento com os peixes (Foto: Jacquelyn Martin/AP)

Depois das cobras massagistas do spa de Israel, é a vez dos peixes-pedicure de Virgínia, nos Estados Unidos.

Há quatro meses um spa da região vem utilizando a técnica que consiste em colocar os pés das clientes em uma banheira povoada por pequenos peixes.

Eles são conhecidos como "garra rufa" e são considerados uma alternativa higiênica para a tarefa de limpeza dos pés.

Segundo John Ho, que administra um salão de beleza junto com sua mulher, mais de 5 mil pessoas já passaram pelos beliscões dos peixes. "É um ótimo tratamento para todos que querem ter um pé saudável", diz ele.

John diz que os peixes são uma opção mais higiênica que as navalhas e outros instrumentos de corte geralmente utilizados nos salões. Essa espécie de peixe, também conhecida como "peixe doutor", começou a ser utilizada na Turquia e se tornou popular em alguns países asiáticos.

Os melhores
Tracy Roberts, de 33 anos, soube da novidade por um programa de rádio. "É a melhor pedicure que eu já tive", diz ela, que passou a recomendar o serviço às amigas. Ela diz que, pela primeira vez, conseguiu eliminar os calos do pé. Mas os peixes não fazem o trabalho sozinhos. Depois de um banho de 15 a 30 minutos na banheira dos peixes, o cliente é tratado por uma pedicure "comum", que tem o serviço facilitado pelo "trabalho sujo" dos peixes.

Os banhos custam US$ 35 por 15 minutos e US$ 50 por 30 minutos. Cada tanque individual abriga cerca de 100 peixes.

G1