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24/07/2009

Cachorro cego no Reino Unido tem seu próprio cão-guia



Cego, cão chamado 'Clyde' (à direita) conta com um guia, a cadela 'Bonnie'. (Foto: Reprodução/Daily Mail)

Um cachorro cego no Reino Unido conta com seu próprio cão-guia. O animal da raça border collie chamado "Clyde" confia em sua parceira e companheira "Bonnie" para orientá-lo, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".

A cadela "Bonnie" orienta seu colega durante passeios ou mesmo quando ele precisa comer ou beber água. Quando eles estão juntos, "Clyde" parece um cão normal, plenamente capaz.

O inseparável casal foi resgatado da rua há três semanas. Agora, um centro de proteção e cuidados de animais está procurando uma nova casa para eles.

Segundo Cherie Cootes, de 40 anos, que trabalha no centro de resgate de cães "Meadow Green”, em Londres (Reino Unido), "Clyde" ficaria perdido sem "Bonnie" e, por isso, eles precisam ser adotados juntos.

"Ele depende totalmente dela o tempo todo. Quando caminha, ela tende a parar para ter certeza que ele está lá. Ela enxerga por ele", afirmou Cherie, destacando que não existe a menor possibilidade deles serem adotados separadamente.

G1>São Paulo

16/07/2009

Cadela 'adota' filhotes de panda-vermelho na China


Cadela amamenta dois filhotes de panda-vermelho nesta quarta-feira (16) em zoológico na cidade chinesa de Taiyuan, na província de Shanxi. Os filhotes foram abandonados pela mãe depois do nascimento e só estão sobrevivendo por conta do leite e do carinho da 'mãe adotiva', segundo a mídia estatal chinesa. (Foto: AP)

G1

14/07/2009

Companhia aérea para cães e gatos começa a operar nos EUA


Pet Airways, companhia que oferece voos confortáveis para cães e gatos, realizou nesta terça-feira sua primeira viagem. O avião decolou do aeroporto de Farmingdale, no estado de Nova York. (Foto: Dave Weaver/AP)


Alyse Tognotti, da Pet Airways, prepara um passageiro canino durante voo de treinamento na última quinta-feira em Omaha, no estado de Nebrasca. (Foto: Dave Weaver/AP)



A companhia Pet Airways foi fundada pelo casal Alysa Binder e Dan Wiesel. (Foto: Dave Weaver/AP)

A Pet Airways, companhia aérea que oferece voos confortáveis para os bichinhos de estimação, fez sua primeira viagem nesta terça-feira (14) nos EUA. O primeiro voo decolou do aeroporto Republic em Farmingdale, no estado de Nova York.

Previsto para 19 passageiros humanos, o avião pode transportar 50 cachorros e gatos porque os assentos foram substituídos por três níveis de prateleiras onde foram colocadas jaulas especialmente fabricadas para o avião.


Do G1, em São Paulo, com agências

'É um pequeno milagre', diz veterinário que tirou garfo de cérebro de cão



O caso do cão que passou três dias com um garfo alojado no cérebro comoveu a equipe do hospital veterinário Cumberland Valley, em London, Kentucky, nos Estados Unidos.

Conforme o jornal "Daily Mail", a enfermeira Michelle Duncum, que estava de plantão quando o chiuaua Smokey chegou, se disse chocada com o que viu. "No começo, achamos que era um garfo pequeno. Quando ele chegou, não acreditamos no que vimos", contou Michelle.

O jornal divulgou nesta terça-feira (14) um raio-X de Smokey, que mostra o objeto alojado no cérebro do animal.

Durante uma festa, o cabo de um garfo de churrasco quebrou e um pedaço do objeto voou direto para a cabeça de Smokey, um filhote de três meses. Ferido, o cão correu para uma área de mato próxima à casa e ficou perdido por três dias até ser resgatado e levado para o hospital.

Na sala de cirurgia, o veterinário Keaton Smith levou cerca de 30 segundos para retirar o garfo. "Quando vimos o raio-X, ficou claro que o garfo não estava na cavidade do crânio ou atrás do olho, mas no cérebro", contou.

Depois da cirurgia, o cão ainda ficou com os movimentos de um olho lentos. "As terminações nervosas em torno do olho ainda parecem lentas, mas eu acho que ele vai se curar com o tempo. Ele é realmente um pequeno milagre", diz o médico.

Do G1, em São Paulo

'Para mim, ela é linda', diz dona de cão escolhido o mais feio por leitores do G1


Hadja, Cristina e Kika, três vencedoras da votação do cão mais feio enviado pelos leitores do G1. (Foto: VC no G1)


Hadja, a cadela da raça chinesa Sharpei de 11 anos de idade, foi escolhida pelos leitores do G1 a mais feia entre os 29 cachorros que participaram da eleição do cão mais feio. A vira-lata Cristina ficou em segundo lugar e a pelada mexicana Kika, em terceiro.

“Eu achava que a disputa seria entre a Hadja e a pelada mexicana Kika, mas a Hadja era muito mais esquisita. Para mim, ela é linda, mas ninguém acha”, disse ao G1 Cintia de Souza Araujo, de 26 anos, proprietária do animal. Veja abaixo galeria de fotos da vencedora.

G1 > Brasil

04/07/2009

Cães ajudam idosos no tratamento de doenças




Você já ouviu que o cão é o melhor amigo do homem, não é mesmo? Mas, o que muita gente não sabe é que a convivência com os bichinhos pode até ajudar no tratamento de doenças. Veja na reportagem de Gabriela de Palhano.

No asilo onde vivem 18 senhoras essa seria mais uma tarde calma. Mas em poucos minutos aquele olhar perdido dá lugar a um largo sorriso. E sabe por quê?

“Estou sentindo o coraçãozinho dela”, afirma uma senhora com uma cachorinha no colo.E nem é preciso medir os batimentos do coração de Dona Consuelo neste momento, a partir de agora quem dá o ritmo é a alegria. Tudo é feito com bastante calma pelos voluntários.

Primeiro se aproximam os pequenos. Os cachorros mais robustos também chegam perto. E as reações são as mais diferentes. “É muito engraçadinha.Toda enfeitadinha. É bem macio o pelo”, diz outra idosa. Só algo assim para fazer Dona Sebastiana, de 91 anos, que vive quietinha na cadeira de rodas reagir . A visita dos cães terapeutas dura uma tarde inteira. Além dos idosos, eles gostam de crianças com necessidades especiais. O importante do encontro é que é uma troca, de afeto e carinho, que faz bem a todo o grupo.

“Isso melhora a imunidade delas. Melhora as que têm depressão, tira elas do leito, muda a rotina delas na instituição”, afirma a terapeuta ocupacional Luciana Rodrigues. No fim do encontro o grupo já está integrado. E a visita acaba com uma despedida emocionante para os voluntários. “É uma alegria ver a felicidade na cara dessas pessoas. A gente tenta dar muito amor”, afirma uma mulher.

RJTV 2ª Edição >

Saiba identificar se o seu animal de estimação está sentindo dor

Animais de estimação costumam ser comparados a crianças recém-nascidas quando o assunto é expressar a dor, pois os dois a sentem, mas não conseguem comunicar efetivamente o que está acontecendo. No caso das crianças, elas abrem o berreiro. Já nos cães e gatos, os sinais vêm por meio das mudanças de comportamento.

A semelhança e diferença entre animais e crianças foi abordado pela veterinária Karina Yazbek, na 4º edição do Congresso Interdisciplinar de Dor da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ela, a lista de sintomas que dão pistas de que o animal de estimação está sofrendo é extensa. “O animal pode ficar apático ou agressivo, dependendo do temperamento dele”, diz.

Segundo a veterinária Elizabeth Estevão, da Faculdade de Ciências de Saúde de São Paulo (Facis), o animal também pode deixar de comer, diminuir a interação com os membros da família, ter mobilidade reduzida e até ficar carente demais. Além dos sintomas acima, os gatos tendem a buscar isolamento e também costumam reduzir os hábitos de higiene, como se lamber. “Por isso, a aparência suja pode ser sinal de que ele não está bem”, diz Karina, que é certificada pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED).

Causas
Se há dor, é porque algo não está bem. Segundo Karina, as principais doenças que causam dor nos pets são câncer e osteoartrose, mal que provoca a degeneração das articulações. “Essas doenças estão muito ligadas à maior expectativa de vida que os animais domésticos têm hoje em dia”, completa Karina.

A veterinária Elizabeth cita ainda inflamação nos rins, no fígado e até no baço como males que podem causar dor. “Às vezes, alisando o animal, ele pode se contrair ao passar a mão por cima do local onde está doendo”, exemplifica.

Quando sente dor de ouvido, por exemplo, é comum o animal passar a pata nas orelhas, diz Elizabeth. Se a dor é provocada por um espinho na pata, o cão ou gato ficará lambendo o local insistentemente.

Já se o dono der de cara com o animal esfregando a cabeça na parede, é porque ela está doendo. De acordo com Elizabeth, o glaucoma costuma dar muita dor no bicho. “Mas as causas das dores na cabeça ou em qualquer órgão do animal podem ser múltiplas”, acrescenta.

Mas os donos devem ficar atentos a outros sintomas e não só se preocuparem com o comportamento do animal. A dona de casa Letícia Sallorenzo percebeu que algo não ia bem com o vira-lata Zé quando viu sangue nas fezes dele. Um exame mais detalhado em uma clínica veterinária constatou que ele tinha um problema na próstata.

Quando se recuperava de uma cirurgia, um exame levantou suspeita sobre outro órgão: o baço. Mais uma vez Zé foi para a faca. Em nenhum dos casos, conta Letícia, Zé deu sinais de que estava sentindo dor. “Os sinais variam de animal para animal”, diz a veterinária Elizabeth. Por instinto de sobrevivência, o cão ou o gato pode também tentar camuflar a dor, para não demonstrar fraqueza.

Claudia Silveira Do G1, em São Paulo

Fontes: Veterinárias Elizabeth Estevão (Facis), e Karina Yasbek (certificada pela SBED)

03/07/2009

Prefeitura lança Programa de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos

Iniciativa amplia e descentraliza o atendimento a estes animais, além de incentivar a sua adoção e conscientizar a população sobre cuidados necessários. O Probem cria o Núcleo de Proteção e Bem-Estar, que assumirá as funções de acolhida e doação, atualmente desenvolvidas pelo CCZ.


Os cães e gatos de São Paulo terão um cuidado maior com o Programa de Proteção e Bem-Estar de Cães e Gatos (Probem), lançado nesta quinta-feira (02) pela Prefeitura. A iniciativa amplia e descentraliza o atendimento a estes animais domésticos, além de incentivar a sua adoção e conscientizar a população paulistana sobre cuidados necessários. O Probem cria o Núcleo de Proteção e Bem-Estar, que assumirá as funções de acolhida e doação de animais domésticos, que atualmente são desenvolvidas pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

O local deve ser entregue no começo de 2010, com investimento de R$ 1,3 milhão. O CCZ continuará responsável pelo controle de agravos e doenças transmitidas por animais ao homem, recebimento de animais doentes e sem dono, e pelo seu tratamento. Além disso, terá o laboratório reformado.

O Probem foi lançado pelo prefeito de São Paulo e pelo secretário municipal de Saúde, que assinaram o decreto que institui o programa durante cerimônia realizada no Edifício Matarazzo, sede da Prefeitura. "Este programa veio para estar ao lado dos animais, principalmente daqueles que precisam da nossa proteção, que são indefesos e estão sendo agredidos, e que, infelizmente, não tinham até hoje programas específicos", afirmou o prefeito.

O secretário de Saúde destaca que o mais preocupante é a quantidade de animais abandonados nas ruas. "Precisamos levar essa discussão para a sociedade. Esses animais têm de ser cuidados e não podem ser simplesmente descartados, ou nós criaremos um ciclo insolúvel", defende o secretário. Segundo ele, as regiões Norte, Sul, Leste e Oeste receberão unidades do CCZ e do Núcleo de Proteção e Bem-Estar. Isso permitirá a descentralização dos serviços de atendimento em núcleos regionais e o desenvolvimento de ações específicas segundo as necessidades de cada região.

Está prevista também a ampliação do quadro funcional, com a nomeação de 80 veterinários e 67 biólogos que atuarão em ações de controle e vigilância de zoonoses. Haverá ainda a ampliação do programa de controle reprodutivo, com o credenciamento de novas clínicas veterinárias. A meta inicial é passar das atuais 41 mil castrações por ano para 100 mil anuais.

O Registro Geral Animal (RGA), obrigatório na cidade de São Paulo (Lei 13.131/2001) para cães e gatos, passará a contar com o reforço de um sistema informatizado de registro, já em fase de desenvolvimento, com a utilização de chip eletrônico para facilitar a identificação de animais. A medida é importante para recuperar animais que fogem de casa e também para o controle de doenças e não acarretará em custo adicional para o dono de animais.

Campanha Posse Responsável e novo site

Com o objetivo de conscientizar os paulistanos sobre a posse responsável, o Probem promoverá uma campanha publicitária em TV, rádio, revistas e internet cujo tema é "Não abandone aquele que nunca vai abandonar você". Além disso, o site do programa (www.prefeitura.sp.gov.br/probem) disponibiliza um sistema de busca de animais para adoção de acordo com suas característica e apresenta todos os detalhes da iniciativa. Estão disponíveis fotos de animais disponíveis e dados como idade, raça, porte e pelagem.

O portal explica detalhadamente a posse responsável, com informações sobre cuidados com animais e doenças transmitidas. O usuário pode também acessar informações sobre o RGA, castração, feiras de adoção e curiosidades. Além disso, há uma área dedicada a educadores, com um manual gratuito sobre prevenção contra agressões a cães e gatos. Esse material foi produzido para que o professor aborde o tema em sala de aula.

fonte: Prefeitura de São Paulo

30/06/2009

Festa reúne cães e donos fantasiados de caipiras na Zona Norte do Rio


Cerca de 70 cães e seus donos participaram neste domingo (28), de mais uma edição do Fest Cães & Pets, organizado pelo adestrador Denizard Baldan, realizado na Rua Dias da Cruz, no Méier. Alguns donos entraram no clima da festa e desfilaram fantasiados junto com seus cães ao som das tradicionais músicas caipira.

O grande público que compareceu ao evento foi presenteado com apresentações de agility, show dog, dança do ventre, além de brindes distribuídos pela organização do Pet Caipira.

Os cães desfilaram para uma comissão julgadora que selecionou as vinte melhores fantasias, sendo dez machos e dez fêmeas. Todos os cães selecionados foram premiados com troféus personalizados e kits de produtos pet.

Na categoria fêmea, a yorkshire Yana, levou o 1º lugar, com sua fantasia de “sinhazinha” e no masculino, o srd Bredd Pitty, com sua fantasia de “Nhô Bredd” levou o 1º lugar e o título de cão Best in Show do evento.

O evento contou também, com a Campanha do Agasalho para o Asilo Legião do Bem,onde foram arrecadados roupas, agasalhos e cobertores que serão entregues no próximo sábado pela equipe de voluntários do Projeto Patinhas do Bem, que levará seus cães ao asilo para promover uma interação entre as idosas e seus cães terapeutas.

Para os amigos de quatro patas, foi realizada a campanha “Focinho Carente”, feira de adoção de cães e gatos, organizada pela Ong ANIDA, entidade filantrópica que cuida de animais abandonados do Rio de Janeiro. Durante o evento, foram adotados seis gatos e um cachorro. O próximo Fest Cães & Pets, acontece no dia 12/07, no Parcão da Lagoa, com o tema Pet Ploc Anos 70 e 80.

O Pet Caipira, contou com o patrocínio de Fiprolex Drop Spot, Mypet Plus, Sanol ,Elite Pet Shop, Premier, Ração Golden e apoios da Prefeitura do Rio de Janeiro, House Clipping, É o Bicho Pet Shop, Ediouro, Rio Balões, Projeto Pêlos Animais,Hemopet e ANIDA.

fonte: http://www.dzai.com.br/
foto: Toquinho e sua dona, arquivo pessoal

Cachorro viaja 300 km em suspensão de carro no PR

Cachorro viajou cerca de 300 km em fenda na suspensão dianteira de carro (Foto: Reprodução/TV Paranaense)


Um cachorro viajou cerca de 300 km, de Guarapuava (PR) até Curitiba (PR), escondido em um espaço na suspensão dianteira de um carro, na semana passada. O animal, que aparenta ter pouco mais de três meses de idade, foi encontrado pelos mecânicos no momento em que eles faziam a revisão do veículo.
O motorista fez a viagem sem saber que o animal estava no carro. “É inacreditável saber que ele viajou tanto e chegou bem”, diz uma funcionária da oficina.

Luzimar Albini, mecânico que encontrou o cachorro, diz que levou um susto ao perceber o passageiro clandestino. “Já encontramos pedras, pássaros mortos, mas um cachorro vivo, nunca”, afirma o mecânico.
O dono do carro também ficou surpreso. Ele disse que, durante a viagem, não percebeu nenhum barulho estranho no carro.
O cachorro foi adotado por uma das funcionárias da oficina mecânica. “Ele tinha um machucado, mas cuidamos dele, levamos ao pet shop e ao veterinário. Agora ele tem carinho, e isso é o mais importante”, diz Vânia Coco.

G1 > Brasil

27/06/2009

EUA elegem o cão mais feio do mundo de 2009


Pabst foi o eleito o cão mais feio de 2009. (Foto: Noah Berger/AP)


O cachorro mais feito do mundo foi conhecido nesta sexta-feira (26) durante a feira de Sonoma-Marin, que é realizada em Petaluma, no estado da Califórnia (EUA). O ganhador da edição deste ano foi o cão Pabst, de quatro anos.

O campeão faturou um prêmio de US$ 1,6 mil, além de troféu.

Entre os concorrentes deste ano, estava o cão Rascal, que venceu a disputa em 2002. Na votação on-line, a cadela da raça cristado chinês Miss Ellie tinha a preferência do público, seguido por Opie (outro cristado chinês) e Arf, mas, na eleição nesta sexta-feira, Pabst superou os favoritos e levou o título.




O cão crestado chinês Gus, que foi o vencedor do cão mais feio do mundo em 2008. (Foto: Associated Press)


O último campeão não pôde defender seu título. Gus morreu em novembro do ano passado por complicações causadas por um câncer de pele. Gus, que tinha 9 anos de idade, vivia na cidade de Tampa, no estado da Flórida. Em 2007, o campeão foi Elwood, uma mistura das raças cristado chinês e chihuahua. No ano anterior, em 2006, o título foi conquistado por Archie --o cão morreu em julho de 2008. Em 2003, 2004 e 2005, o cristado chinês Sam foi tricampeão. --maior vencedor da história da competição, Sam morreu em 2005.

fonte: G1

16/06/2009

Gata 'highlander' sobrevive após tomar 50 tiros de espingarda de chumbo

Rosie mostrou aos britânicos que há um fundo de verdade no mito sobre os gatos terem sete vidas. Depois de tomar mais de 50 tiros de espingarda de chumbinho, disparados por um agressor na cidade de Guisborough. A gata, de dois anos, passou por cirurgia e está se recuperando bem, para a surpresa de seus donos.




"Os veterinários conseguiram tirar mais de 20 projéteis, mas cerca de 30 ainda ficaram no corpo dela", conta Tracy Homan, dona da gata. "Agora, ela vai ter que aprender a viver com todo esse chumbo. Não consigo entender como alguém pode ser tão cruel com um animal."





De acordo com o veterinário, dificilmente um gato tomaria tantos tiros assim em uma situação comum. Provavelmente, a gata foi amarrada por um grupo de jovens, que a utilizaram como alvo. "Chamamos a polícia, que também levantou a possibilidade dela ter sido atacada com uma cartucheira." De acordo com a veterinária Clare Turner, Rosie deve conseguir se recuperar totalmente. "Ela teve bastante sorte", diz.






Veterinária diz que gata vai se recuperar. (Foto: Reprodução/Daily Mail)

fonte: G1

Carteiro encontra filhote de gato em caixa de correio


Um carteiro encontrou um "pacote" curioso ao abrir uma caixa de correio em Boston, nos Estados Unidos. Dentro do local utilizado para enviar cartões postais, encomendas e cartas comuns, estava um filhote de gato, com cerca de 8 semanas de vida.


Alguém - que já está sendo procurado pela sociedade protetora dos animais de Massachusetts - deixou o filhote na caixa de correio na noite de sexta-feira ou na manhã de sábado.


Depois de ser resgatado pelo carteiro, o bichano foi levado para um centro de adoção de animais, onde foi batizado de "Postina".







do G1

07/06/2009

Cães posam para aniversário de clube do são-bernardo na Suíça

Dupla é utilizada em situações de resgate em região montanhosa na Suíça

Cães especializados em salvamento na neve, neste mês os são-bernardos ganham destaque na Suíça.
O motivo é o aniversário de 125 anos do St. Bernard Club suíço, que reúne criadores da raça no país.
Nesta imagem, dois exemplares da raça posam para foto na região de Martigny.

fonte: Folha de São Paulo

04/06/2009

Por que os cães uivam?

A cena é clássica: um cão ou um lobo uivando melancolicamente, com a lua cheia ao fundo. Mas não é só nas noites mais claras de luar que esses animais uivam. E você já parou para pensar por que eles fazem isso?

De acordo com Rubia Burnier, veterinária especialista em comportamento animal, uivar é um recurso usado pelo cão para se comunicar à distância, uma ferramenta útil especialmente quando não há contato visual. Quando o animal uiva, sua voz atinge um timbre mas alto e ele pode ser ouvido de longe.

"O uivo de um cão pode ser percebido a quilômetros de distância e serve para chamar atenção, localizar e reunir os membros do grupo. Esse comportamento foi herdado do lobo e é uma característica marcante em algumas raças, como husky siberiano, samoieda e malamute do Alaska. Esses cães uivam em vez de latir", diz a veterinária.

Outro motivo que estimula o cão a uivar, ressalta a especialista, é a presença de uma cadela no cio, cujo cheiro se espalha pelo vento, atraindo machos mesmo distantes e criando assim uma "sinfonia de uivos". Uivar geralmente não significa dor ou sofrimento, mas muitas vezes serve para aliviar o tédio e a solidão. Pode ser também uma maneira de o cão extravasar sua frustração.

Segundo Rubia, cães que ficam sozinhos por períodos longos uivam numa tentativa de trazer de volta seus companheiros de matilha, no caso, a família. "O uivo também expressa excitação e contentamento, como aqueles cães que uivam quando ouvem música", exemplifica a veterinária.


fonte: Terra

03/06/2009

Cães e outros animais podem realmente sentir remorso, sugerem estudos

Se você tem um cachorro, especialmente um que tenha molhado seu tapete favorito, você sabe que um animal é capaz de se desculpar. Ele consegue choramingar, se arrastar, enfiar o rabo entre as pernas e parecer absolutamente mortificado – “Não sei o que deu em mim”. Mas será que ele está realmente pesaroso? Poderia um animal sentir dores verdadeiras de arrependimento? Cientistas já desdenharam dessa ideia como um tolo antropomorfismo. Eu costumava me identificar com os céticos que descartavam esse tipo de pesar como variações das lágrimas de crocodilo.

Os animais pareciam ocupados demais pensando na próxima refeição para afundarem-se em auto-recriminação. Se animais velhos tivessem uma canção, ela seria “My Way”. Entretanto, enquanto aparecem, cada vez mais, novos relatos – coiotes aparvalhados, macacos arrependidos, tigres que cobrem seus olhos em remorso, chimpanzés que repensam suas escolhas –, mais eu penso se os animais entregam-se à sensação de culpa.

Seu cachorro pode não compartilhar da complexa melancolia de Hamlet, mas pode ter algo em comum com Woody Allen. Os dados mais recentes vêm de imagens neurais de macacos tentando ganhar um prêmio de suco ao adivinhar onde ele estava escondido. Quando os macacos faziam a escolha errada e lhes era mostrado o local correto do prêmio, os neurônios em seus cérebros registravam claramente o que poderia ter acontecido, de acordo com neurobiólogos da Universidade Duke, que recentemente relataram o experimento na revista "Science".

Primeira evidência

“Essa é a primeira evidência de que macacos, assim como pessoas, têm pensamentos do tipo ‘teria, poderia’”, disse Ben Hayden, um dos pesquisadores. Outro dos autores, Michael Platt, apontou que os macacos reagiam a suas perdas trocando suas escolhas subsequentes, exatamente como humanos reagem a uma oportunidade perdida através da troca de estratégia. “Posso imaginar muito bem que o arrependimento seria altamente vantajoso evolutivamente, contanto que não haja obsessão a respeito dele, como na depressão”, disse Platt. “Um macaco sem arrependimento poderia agir como um psicopata ou um Dom Quixote símio”.

Em experiências anteriores, tanto chimpanzés quanto macacos, que trocaram chaveiros por pepinos, reagiram negativamente assim que viram que outros animais estavam ganhando um prêmio mais gostoso – uvas – pelo mesmo preço. Eles fizeram sons irritados e algumas vezes atiraram os pepinos ou os chaveiros, relatou Sarah Crosnan, psicóloga da Universidade Estadual da Georgia. “Acho que animais realmente sentem arrependimento, quando definido como o reconhecimento de uma oportunidade perdida”, disse Brosnan. “Na natureza selvagem, essas habilidades podem ajudá-los a reconhecer quando eles devem sair para caçar em diferentes áreas ou buscar um parceiro de ajuda capaz de dividir os prêmios de forma mais justa”.

Ninguém sabe exatamente, é claro, como esse sentimento de remorso afeta um animal no lado emocional. Quando vemos um cachorro se arrastando e nos olhando por baixo, gostamos de deduzir que ele esteja sofrendo como nós mesmos após uma gafe. Todavia, talvez ele esteja apenas nos enviando um útil sinal: eu errei.

Entre ter e saber

“É possível que esse tipo de sinal social em animais possa ter evoluído sem a experiência consciente do arrependimento”, disse Sam Gosling, psicólogo da Universidade do Texas, em Austin. “Mas parece mais plausível que haja algum tipo de experiência consciente, mesmo que não seja do mesmo tipo que eu e você sentimos”. Marc Bekoff, um ecólogo comportamental da Universidade do Colorado, diz estar convencido de que animais sentem dores emocionais por seus erros e oportunidades perdidas.

“Em “Wild Justice”, seu novo livro, escrito numa parceria com a filósofa Jessica Pierce, Bekoff relata milhares de horas de observação de coiotes na vida selvagem, além de cachorros domesticados em liberdade. Quando um coiote recuava após ser mordido forte demais durante uma brincadeira, o coiote ofensor imediatamente se curvava para reconhecer o erro, disse Bekoff.

Se um coiote era evitado por brincar injustamente, ele se arrastava pela área com as orelhas levemente para trás, cabeça baixa e rabo entre as pernas, alternadamente se aproximando e se retirando do grupo de animais. Bekoff disse que os coiotes arrependidos o faziam lembrar-se dos animais não-populares em torno do perímetro de parques de cachorros. “Esses animais não são tão emocionalmente sofisticados quanto humanos, mas precisam saber o que é certo e o que é errado – pois essa é a única maneira pela qual grupos sociais podem funcionar”, disse. “O arrependimento é essencial, especialmente no mundo selvagem.

Humanos são muito misericordiosos com seus animais de estimação, mas se um coiote selvagem fica com uma reputação de trapaceiro, ele é ignorado ou banido, e acaba deixando o grupo”. Bekiff descobriu que, uma vez que o coiote está sozinho, seu risco de morrer jovem aumenta em quatro vezes. Se nossos animais de estimação sabem como somos moles, talvez seu arrependimento seja basicamente uma atuação para nos enganar.

Mesmo desta forma, gosto de pensar que alguma coisa do pesar é real, e que pesquisadores ainda conseguirão compilar uma lista dos 10 Maiores Arrependimentos de Bichos. Eu gostaria de, pelo menos, ver os pesquisadores abordarem algumas das grandes questões não-respondidas: Quando você está brincando de “vá buscar” com um cachorro, quanto arrependimento ele sente quando lhe traz a bola de volta? Seria a mesma quantidade de quando ele termina o jogo em posse dela? Animais vândalos sentem dúvidas morais? Depois de ver tapetes, malas e móveis destruídos por meus bichos, não acho que a evolução tenha favorecido os animais com qualquer senso de direito de propriedade.

Todavia, me sinto encorajado pelas histórias de vândalos pesarosos no livro de Eugene Linden sobre comportamentos animais, "The Parrot's Lament”. Ele fala de um jovem tigre que, após destruir todas as árvores recém-plantadas num zoológico na Califórnia, cobriu seus olhos com as patas quando o funcionário chegou. Há também os chimpanzés fêmeas do zoo de Tulsa, que se aproveitaram de um projeto de renovação para roubar os suprimentos dos pintores, vestir luvas e pintar seus bebês de branco sólido.

Quando confrontados pelos funcionários furiosos, as mães correram para longe, retornando mais tarde com presentes de paz e bebês já sem a tinta. Quão esdrúxula é Síndrome de King Kong? Gorilas machos e fêmeas se tornaram tão apreciadores dos funcionários que cuidam deles, além de demonstrarem abertura sexual – um deles até mesmo tentou arrastar uma funcionária pelo cabelo. Após a recusa inevitável, será que eles temem haver arruinado uma linda amizade?

Será que gatos de estimação se arrependem de alguma coisa?


John Tierney Do 'New York Times'
G1 globo.com

31/05/2009

‘Cachorreiras’ lutam para manter abrigo para cães abandonados

Vida de ‘cachorreira’ começa recolhendo bichano abandonado na rua – provavelmente estropiado, com aquela cara ‘pidoncha’ e miado agudo e lamentoso - e segue repleta de dificuldades, principalmente as financeiras. Obviamente que a primeira parte da frase não vale como regra, mas, coincidentemente, as duas ‘cachorreiras’ com quem o G1 conversou começaram suas respectivas ‘criações’ recolhendo um gato na rua.

Atualmente, a professora aposentada Vilma Aranaga, de 54 anos e há seis recolhendo animais de rua, tem 166 cachorros, sendo quatro filhotes, e 24 gatos – estes criados dentro da casa em uma chácara de oito mil metros quatros na cidade de São Roque, em São Paulo.

Vilma Aranaga se diverte com seus 166 cães em uma chácara de São Roque, na região metropolitana de SP (Foto: Marcelo Mora/G1)

E a jornalista Renata Bernardis, de 35 anos e que começou aos 8 recolhendo um gatinho, contabiliza 80 cães recolhidos e soltos em um sítio de quatro alqueires em Mairiporã, na Grande São Paulo. E só não tem mais porque a mãe e a tia a proibiram de recolher mais animais.

Ah, cabe a explicação: ‘cachorreira(o)’ é como as pessoas que recolhem e dão abrigo para cães abandonados pelas ruas e praças das cidades se chamam ou se reconhecem. E depois do primeiro são tomadas por uma espécie de febre em querer ajudar estes pobres seres. E não param mais.
Há 10 anos, Vilma retornou do Japão ao lado do marido. Lá, tentou a vida como dekassegui, como são chamados os imigrantes pelos japoneses.
Certo dia, ao caminhar pelas ruas do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, deparou-se com um gato abandonado. De repente, foi o começo de tudo. “Ele estava todo queimado de cigarro e abandonado em um campo de futebol. E tinha hidrocefalia (água no cérebro). Por causa disso, o veterinário disse que ele morreria logo. Cuidei dele e não apresentou mais o problema. A Mel morreu há uns três meses”, contou Vilma.

No caso de Renata, o amor pelos bichos foi herança da avó, que, quando ela nem era nascida, já recolhia gatos e levava para casa no Centro de São Paulo. Recolheu tantos que os vizinhos começaram a reclamar. “Daí meus avós decidiram ir embora com os gatos e foram morar nesse sítio, em Mairiporã. Lá, tinha macaco, cavalo, pato, papagaio, tucano. Cresci no meio dos bichos.”

Aos 7 anos, Renata ganhou patos. “Eu dava uma volta com os patos pelas ruas do Paraíso (região da Paulista). Eles seguem as pessoas. Para mim, era normal aquilo”, relata, divertida. E aos 8, claro, recolheu o seu primeiro gato. “Era um gato preto que miava muito de fome”, recorda.
Renata Bernardis, com um dos 80 cachorros que ajuda a criar em um sítio de Mairiporã (Foto: Marcelo Mora/G1)

Preconceito
A partir do primeiro, do segundo, do terceiro e outros cães, ganharam fama de ‘cachorreiras’ e as pessoas começaram a abandonar os cachorros em suas portas. Quase todos legítimos vira-latas, menosprezados em tempos de bichinhos adquiridos e tratados em pet shops e de raças exóticas da moda.

Depois de todos os cuidados com o animal, como limpeza, vacina e medicação, Vilma costuma colocar os cachorros do seu abrigo para adoção, mas esbarra no preconceito das pessoas. “Todos estão para adoção, mas há muito preconceito com vira-lata. E com cachorro preto então nem se fala”, explica, inconformada.

Depois de uma má experiência, Renata desistiu de doar os seus “peludinhos”.
“Uma médica me fez desgostar de adoção. Ela sumiu com o cachorro. Depois da adoção, sempre faço um acompanhamento. Eu liguei e ela me disse que deu para a faxineira. Falei com a faxineira e ela me disse que deixou cair na mudança. Daí eu desisti. Agora, só para amigos”, revela.

Mas antes da dificuldade de se encontrar alguém disposto a adotar um cachorro vem a de mantê-los. São despesas com alimentação, veterinário e castração, para evitar que se reproduzam descontroladamente. Para alimentar os seus 166 cães, por exemplo, Vilma gasta três sacos de 25 kg por dia. No final do mês, são cerca de R$ 3.500,00. “Se precisar tirar do orçamento de casa, eu tiro, mas não deixo faltar para eles”, afirma, orgulhosa.


Cachorros se aglomeram na porta da casa da 'cachorreira' Vilma Aranaga. Lá dentro, cria mais 24 gatos (Foto: Marcelo Mora/G1)

Como ajudar
Para mantê-los, Vilma conta com doações. E para que os interessados em ajudá-la neste trabalho possam fazer contato, ela disponibiliza um endereço de e-mail (vilma_aranaga@yahoo.com.br ) e até mantém uma página do abrigo para cães no site de relacionamento orkut.

Renata, por sua vez, recebe ajuda de um distribuidor de ração, além do apoio de veterinários amigos, mas as despesas entre caseiro do sítio, remédios e veterinário, consomem entre R$ 3 mil a R$ 4 mil. E, claro, se desdobra em várias para manter o bem-estar dos cães. “Vou buscar a ração. Acompanho a castração. Levo no veterinário. Mas estou tendo de me conter para não recolher mais animais por uma questão financeira”, lamenta.

Apesar das dificuldades, em momento algum as ‘cachorreiras’ esboçam qualquer suspiro de arrependimento. “Por que eu gosto tanto de animais? Gente, você dá, dá, dá, e de vez em quando recebe algo em troca. E mesmo assim vem uma lambada de vez em quando. Cachorro, você dá recebe”, justifica Vilma.

O argumento é parecido com o de Renata. “É uma coisa meio poética. Bicho é mil vezes melhor que ser humano. Não roubam, não matam, não estupram. Não existe animal ruim; existem pessoas que os animais em seres agressivos”, explica. Em resumo, vida de ‘cachorreira’ não é fácil, mas vale a pena. Pois, se não há reconhecimento por parte das pessoas, os cães e gatos, com certeza, agradecem. E muito.
Marcelo Mora Do G1, em São Paulo

30/05/2009

400 cães resgatados de uma das piores Puppy-Mill já encontradas

Já é considerado um dos piores casos de abusos de animais no Estado de Washigton, Estados Unidos da América. Numa das maiores Puppy-Mill do país, os agentes da força policial de Benton County encontraram 400 cães, incluindo três cachorros recém-nascidos.

Todos os cães vão precisar de cuidados médicos: alguns animais apresentavam queimaduras de urina e outros estavam mal nutridos. As condições não eram só “chocantes” mas também “de partir o coração”, segundo o responsável pela operação de resgate dos animais, Larry Taylor. O canil de quase 1 hectare pertence a Ella Stewart, de 66 anos, que tinha sido detida já no dia 12 deste mês.

Só 15 dias depois da sua detenção foi possível resgatar os cães que vão agora ser distribuídos por canis locais. Ella Stewart enfrenta uma acusação de abuso de animais em segundo grau, que pode dar origem a uma pena de 90 dias e uma multa de cerca de 900 euros. Stewart diz-se inocente, mas a acusação admite a possibilidade de apresentar queixas adicionais.

fonte: Vivapets

28/05/2009

Conheça os favoritos na eleição do cão mais feio do mundo

A partir da esquerda, os cães Winston, Rascal e Squiggy (fila de cima), e Reggie, Arf e Miss Ellie. (Foto: Reprodução)


Três candidatos despontam como favoritos na eleição do cão mais feio do mundo, segundo votação no site da feira de Sonoma-Marin, em Petaluma, no estado da Califórnia (EUA), que organiza a tradicional competição --está na 21ª edição.





A partir da esquerda, os cães Opie, Barracuda e Lola Bug (fila de cima), e Veronica, Princess Chelsea Nicole, Mojo e Pabst. (Foto: Reprodução)

Com 6.758 votos totalizados até as 20h desta quinta-feira (28), Miss Ellie tinha 1.373 votos, contra 1.347 de Opie e 1.309 de Arf. Também estavam com boa votação Squiggy, com 893, e Princess Chelsea Nicole, com 834. Clique aqui para votar.

Até o momento, o site traz a relação de 13 concorrentes, que vão disputar um prêmio de US$ 1 mil, além de troféu. O cão mais feio do mundo será conhecido no dia 26 de junho.Durante o evento também serão premiados o cão "mais feio de 2009" (US$ 500) e outros cães que tiverem um bom desempenho em qualificatórias.
Em 2008, o vencedor foi o crestado chinês Gus. Em 2007, o campeão foi Elwood, uma mistura das raças cristado chinês e chihuahua. O último campeão, porém, não poderá defender seu título. Gus morreu em novembro por complicações causadas por um câncer de pele. Gus, que tinha 9 anos de idade, vivia na cidade de Tampa, no estado da Flórida, com Jeanenne Teed.
Do G1, em São Paulo