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29/03/2010

Professor do Senai cria sistema para monitorar animais


Prof. Rodrigo de Souza Jacomini  (foto arquivo pessoal)



Os animais de estimação, como cães e gatos, cada vez mais têm sido tratados como pessoas da família e o mercado pet da mesma forma tem investido em produtos e serviços para tornar a vida desses bichinhos mais saudável, cheia de conforto e muitos mimos. E as estatísticas comprovam o crescente investimento dos proprietários no bem-estar dos seus companheiros caninos e felinos, principalmente.

E foi pensando em melhorar ainda mais essa relação de afeto entre as pessoas e seus animais domésticos que o professor Rodrigo de Souza Jacomini, do curso de Mecatrônica da Escola Senai Gaspar Ricardo Júnior, de Sorocaba, criou um sistema de monitoramento e controle de água e ração, via web, para os animais de estimação.

O projeto conquistou a Medalha de Bronze na etapa estadual (270 concorrentes) e a Medalha de Prata (2º lugar), na fase nacional do Inova Senai, competição de tecnologia e inovação realizada na sede do Riocentro, no Rio de Janeiro, entre os dias 10 a 13 deste mês. Foram 132 inscritos de todo o País e 40 selecionados para a final, informa o professor.

Personal Web Pet

Explica Jacomini que o seu invento - denominado Personal Web Pet - nasceu de uma idéia simples e teve como cobaia a sua própria cachorra, da raça Lhasapso, chamada Cristal. Por meio de uma câmera de vídeo, conectada à internet, é possível observar o animal enquanto ele fica sozinho em casa, dosar a quantidade de ração e de água e, ainda, iluminar o espaço onde ele se encontra.

Ressalta o professor que o sistema oferece comodidade a todas as pessoas que possuem algum tipo de animal de estimação, permitindo maior interação entre o dono e o animal em situações que se faz necessário viajar e ficar distante da residência. E acresce um benefício muito importante que é a segurança do animal e da residência, pois não é necessária a interferência de terceiros, afirma.

Assim, de um computador instalado num escritório, de um notebook ou mesmo de um celular (desde que tenha acesso à internet), é possível ao dono do animal alimentá-lo, conversar e interagir com ele, de qualquer parte do mundo e a qualquer momento.

Recursos tecnológicos

Informa o professor Jacomini que para o funcionamento do sistema é necessário um computador que suporte a placa de captura de vídeo com porta paralela; uma placa de captura de vídeo com suporte à internet; uma câmera de monitoramento colorida, uma fonte de 12 volts para a câmera de vídeo, dosagem de ração e água, um sistema de dosagem de água, um sistema de dosagem de ração, conexão com a internet banda larga com, no mínimo 1 Mbps, uma placa desenvolvida para atender o projeto com relés e conexão com a porta paralela e um software desenvolvido para atender o sistema.

Calcula Jacomini que todo o equipamento custe em torno de R$ 2 mil, mas o proprietário do animal pode instalar quantas câmeras quiser e adequar o sistema às necessidades de monitoramento dos seus bichos. Agora o professor irá patentear o seu invento.

Ele lembra que no mercado há alimentadores automáticos controlados por temporizadores (timers), cuja dosagem é feita pelo próprio alimentador. Mas ressalta que o Web Pet está capacitado para fazer a dosagem de ração e água, além de manter a iluminação do ambiente onde o animal se encontra. E todo esse controle é feito através de um software específico que tem um mecanismo de comunicação com o alimentador, via web. Além disso, o sistema possibilita o escoamento total da água e a sua renovação, enfatiza Jacomini.

O professor detalha, ainda, que para atender as necessidades do animal, no tocante à alimentação e água, basta o dono acionar o botão correspondente à cada função existente no software. Ao ser pressionado pelo mouse, irá acionar via porta paralela do PC, o relé específico, que pode ser da água, da ração ou da luz. Basta para isso a pessoa estar concectada remotamente através de um computador ou celular e abrir o sistema Personal Web Pet.

Reconhecimento

O projeto está estruturado em três áreas do conhecimento, como informática, mecânica e eletroeletrônica, com aplicações de automação residencial e industrial. Para o autor do projeto, as premiações representam o reconhecimento do trabalho e estimula os alunos do Senai a também investirem em novos conhecimentos tecnológicos.

O diretor do Senai/Sorocaba, professor Jocilei Oliveira, reforça as considerações de Jacomini e acrescenta que os prêmios conquistados pela unidade local no Inova Senai demonstram o espírito de equipe que norteia o trabalho do Senai, aliado à estrutura de equipamentos e processos de que dispõe a escola para respaldar projetos desse nível. A inovação é a razão de crescimento das empresas. O conhecimento só tem valor se pode ser compartilhado e trazer benefícios para a sociedade e provocar estímulos nos alunos para que também invistam em novos processos e novos produtos tecnológicos, afirma Oliveira.


fonte> Jornal Cruzeiro do Sul









28/01/2010

Twitter para cachorro


O acessório, colocado junto à coleira, transmite as
mensagens dos pets para o Twitter
 
Já que agora a febre da internet é o Twitter, os animais de estimação também poderão responder à pergunta que movimenta o microblog: “o que estou fazendo?”. Isso, graças ao acessório batizado como Puppy Tweet, que será apresentado ao público pela primeira vez durante a feira de brinquedos de Nova York, em fevereiro. O produto, criado pela empresa norte-americana Mattel, é um aparelhinho de plástico com sensor de som e movimento, colocado junto ao pescoço do pet. O kit também vem com um receptor USB que, plugado no computador, transmite as mensagens pela internet. Assim, as atividades do cachorro, como comer, dormir e latir, serão transformadas em twits, postados no microblog. A previsão é de que o produto chegue às lojas a partir segundo semestre de 2010, com preço aproximado de 30 dólares.

Por Casa e Jardim Online 

30/03/2009

Americanos fazem festa on-line para cães e gatos

A norte-americana Deb Boyken com seu cachorro boêmio em sua casa, em Denville, no estado de Nova Jersey (EUA). Cães e gatos estão ganhando festas on-line completas. Segundo Deb, é muito mais fácil reunir um monte de cachorros pela internet. (Foto: Mike Derer/AP)


Deb Boyken organiza festa on-line para seu cão cocker spaniel chamado Chappy. (Foto: Mike Derer/AP)

G1-Tecnologia

17/01/2009

O "orkut" dos animais


Depois que entrou em um site de relacionamento, Pako ganhou vários amigos. Como em qualquer site desse tipo, a página de Pako traz fotos e a descrição de suas características. De acordo com seu perfil, Pako é “brincalhão, amigo, alegre e tem bom porte físico”. Ali também está escrito que ele gosta de passear de carro e ir à pracinha, e que sua brincadeira preferida é “deitar no sofá”. Através do site, Pako recebe e envia recados, nos quais se despede com “patabraços” e “lambeijocas”, quando se comunica com seus “amicães”. É natural: Pako é um cão de 2 anos da raça golden retriever. Sua página fica em uma rede social para animais de estimação, a PlugPet, criada por seu dono, Roberto Fornasaro.
Assim como Pako, milhares de totós e bichanos têm perfis na web. A primeira rede social de animais foi a Dogster, criada nos Estados Unidos, em 2004. Mas, como a Dogster era restrita ao público canino, logo surgiu uma versão felina, a Catster. A novidade fez sucesso. Em 2005, a Dogster ganhou o Webby, o principal prêmio americano de sites de conteúdo, na categoria de melhor site de comunidade.

No Brasil, a primeira rede animal foi a Petkurt. Criada em 2006, conta hoje com 200 mil “membros”. Outras duas redes vieram em seguida, a PlugPet e a Orkupet. Esta última tem nove meses e 50 mil “usuários” cadastrados. Não são apenas cães e gatos. Há papagaios, hamsters, cavalos, cobras e lagartos. As páginas dos bichos têm suas fotos e detalhes pessoais, para sabermos se eles gostam de crianças ou se são antissociais, o que gostam de comer e qual brincadeira preferem. Como em qualquer rede, há comunidades com animais que têm os mesmos gostos e afinidades. Exemplos são “Adoro dormir na cama do meu dono”, “Fico de pé na pata traseira” ou “Fico triste sozinho”.

Muitos donos acham que seus animais pensam. Nessas redes, há espaço para expressar essa fantasia

O que há de divertido em criar um site pessoal de seu animal de estimação? Afinal, até prova em contrário, os únicos seres racionais com capacidade cognitiva para visitar um site somos nós, o Homo sapiens. Para os donos das mascotes, a diversão é incorporar o espírito dos bichos, escrevendo como se fossem eles. Assim, a dona de um pequinês não avisa as amigas que vai viajar para a praia. Quem dá o recado é a Fifi: “Minha mamãe vai viajar semana que vem e vai me levar. Ela não entrará na internet nos próximos dias”.

As redes sociais animais servem para conectar pessoas. Elas proporcionam s uma série de serviços aos donos de animais. A PlugPet tem um canal para tirar dúvidas, respondidas por um veterinário e um adestrador. Há também um mural para achar bichos para compra e adoção. No caso da procura de animais para procriação, a vantagem é poder escolher o “namorado” ou a “namorada” olhando as características em seu perfil.

O web designer Alexandre Domingues diz que criou o Petkurt para obter informações sobre as calopsitas, os passarinhos da Austrália que viraram mania entre os colecionadores. Quando comprou sua calopsita, Domingues não sabia como criá-la. “O site preencheu um vazio que sentia como dono de um bicho”, diz. “No Orkut há muitas comunidades de animais, mas quem busca uma informação precisa não acha. Com o Petkurt, conheci criadores de aves e achei as informações que buscava. Hoje, recebo dúvidas dos usuários e posso respondê-las.” Da experiência com as calopsitas, foi um passo para o web designer criar uma rede social animal como as americanas.

Fornasaro diz que o sucesso da PlugPet se deve à necessidade dos donos de se relacionar e fazer amizades. “É mais fácil fazer amizade por intermédio do bicho de estimação. Meu cão é mais popular que eu”, diz. “Sou tímido. É raro escrever para um amigo ‘eu te amo, é muito bom ter sua amizade’. Já no perfil dos meus cachorros, isso é normal.”
César Ades, do Instituto de Psicologia da USP, é especialista em comportamento animal. Segundo ele, esse uso do bicho como meio de expressão mostra a dificuldade de seus proprietários de se relacionar. “As pessoas perdem a vergonha. Ficam mais afetivas e comunicativas. Sabem que os bichos são bem recebidos, são fofos e engraçados.”

Para se dar bem nessas redes sociais, é preciso incorporar o vocabulário dos pets. Se você é um cachorro, terá “amicães”. A etiqueta exige enviar, no fim de cada mensagem, um “patabraço” ou uma “lambeijoca”. Para os cães, há outra regra crucial: escrever um “Au!” em toda palavra que o permita, como “obrigauda”, “aubrigado” ou “paraubéns”. Para os gatos, além de vários “miaus” aos “amigatos”, sugere-se desejar algumas “fuçadinhas geladas” como saudação. Há até quem mande lambidas com sabores. Para os gatos, “lambidas sabor peixe”. Para os cavalos, “sabor milho”.

As amizades feitas nesse universo irracional podem render frutos no mundo real. Fornasaro diz que foi graças ao site que compareceu a “cãominhadas”, os encontros entre donos e criadores de cães, que se juntam para conversar e passear. Ele foi a duas “cãominhadas” acertadas no site, uma em Santos, no litoral paulista. “Eu jamais iria até Santos num encontro desses se dependesse do Orkut. Ficaria com medo.” Também foi através do site que Fornasaro conheceu sua namorada, dona de um golden retriever e um labrador. O “macho” e a “fêmea” começaram um bate-papo no site, até que seus donos marcaram um encontro. O lugar combinado não poderia ser outro: uma lanchonete chamada “Burdog”. Apesar de os cães não terem ido, seus donos iniciaram um namoro que já dura oito meses.

Raquel Penaranda tem 11 anos, dois cachorros e uma calopsita. Todos estão cadastrados no Petkurt e no PlugPet. Raquel não gosta do Orkut. Diz que é chato. Ela afirma preferir bichos a pessoas. “É muito mais legal falar como os pets de seus amigos”, diz. “Gosto de contar as várias travessuras dos meus bichos, sem ninguém para reclamar que eu só falo de animais. Aqui posso falar disso o tempo todo.” Assim como Raquel, a maioria dos usuários das redes sociais de animais são crianças que gostam de seus bichos de estimação e não poupam esforços para mostrá-los aos amigos.
Os adultos que se cadastram procuram informações. Para Giovanni Duarte, um dos criadores do Orkupet, o maior público do site são crianças na pré-adolescência, por volta dos 10 anos de idade. Elas já dominam as ferramentas da internet, mas ainda não se interessam por sites para fazer amigos ou procurar parceiros. A relação com os bichos é mais forte. “Elas têm os pets como seus xodós, seus hobbies, e se dedicam muito a eles.”

A dedicação das crianças a seus bichos cria um laço e uma identificação maior entre o dono e a mascote. O psicólogo Ades diz ser comum que os donos achem que seus animais pensam e têm os mesmos sentimentos que eles. Nesses sites, há espaço para que expressem essa fantasia, que na infância é maior. Ades afirma que as crianças têm mais facilidade para pensar que seus bichos terem atitudes humanas. “Veja quantos desenhos existem com personagens que são bichos humanizados. Esses sites são uma brincadeira de faz de conta, em que até os adultos entram no jogo se sentindo na pele do Snoopy”, diz.

Usar o perfil de um bicho de estimação no lugar de seu próprio também é uma forma mais segura de usar as redes sociais. “Muita gente tem medo de se expor na internet e considera o perfil do bicho uma forma mais segura de fazê-lo. Nos sites, a foto de apresentação é a da mascote. Só coloca a sua quem quiser”, diz Duarte. Como há muitas crianças cadastradas, é natural que haja uma preocupação com a pedofilia. Helen Souza, a mãe de Raquel, não deixou a filha criar um site no Orkut. Quando a menina pediu para criar um no Orkupet, ela aceitou. “Mas estou sempre de olho. Sabemos que a internet é uma porta aberta para tudo” diz.

Os moderadores das três redes sociais animais do Brasil afirmam que a varredura de possíveis problemas, tanto de pedofilia como de preconceitos, é feita diariamente. Como os sites têm um número de cadastros relativamente pequeno, é mais fácil detectar quem fere os códigos de conduta. Já no Orkut, com milhões de usuários, isso é quase impossível.
As principais características dos maiores sites de relacionamento de animais de estimação

dogster.com Criado nos Estados Unidos, foi o primeiro site de mascotes. Em 2005, ganhou o prêmio Webby de melhor site de comunidade. Para os donos de gatos, a versão felina é o Catster
dogbook.com.au Quem tem perfil no Facebook pode fazer uma página com o perfil de seus cachorros, no DogBook, e gatos, no CatBook. O site tem quase um milhão de cadastros
orkupet.com.br O Orkupet é muito parecido com o Orkut. Esta rede social animal foi criada há nove meses e já tem mais de 50 mil “usuários cadastrados”
pedi.jp Neste site japonês, podem-se achar parentes distantes de cães e gatos. O usuário envia o certificado de pedigree e o site cruza os dados para encontrar seus parentes
petkurt.com.br Criado em 2006, o Petkurt foi o primeiro site do Brasil dedicado aos bichos de estimação. Tem 200 mil mascotes cadastradas. A maioria dos perfis é de cachorros (80%)
plugpet.com.br Além das páginas de recados, este site brasileiro traz boas informações e serviços aos donos. O fórum tem um veterinário e um adestrador para tirar as dúvidas dos usuários
fonte: revista Epoca

21/05/2008

Software adotado em prisões de Israel 'traduz' latido de cachorros


Prisões de Israel adotaram um programa de computador que ajuda os funcionários a interpretar os latidos de cachorro: com esse software, é possível saber se aqueles latidos são alertas para a fuga de detentos, por exemplo.
Segundo Noam Tavor, responsável pelo canil das prisões de Israel, o programa foi desenvolvido para evitar erros, como quando os guardas ignoram o alerta dos cães. “Os sons são capturados por microfones e o software classifica os latidos.
São considerados apenas aqueles que tenham alguma importância em termos de segurança”, disse Tayor, explicando que os latidos revelam o estresse e agressividade dos animais.
Quando recebem esses alertas via alto-falantes, os guardas podem usar o sistema de segurança para dar zoom nas imagens das regiões onde há movimentação suspeita. Por conta do faro e audição aguçados, os cachorros conseguem identificar pessoas suspeitas antes de elas incidentalmente ativarem algum alarme de segurança, afirmou Tayor.
Há muitos anos as prisões de Israel usam cães para patrulhar, mas essa prática apresenta alguns problemas. “Os cachorros latiam e os guardas não ouviam, ou quando ouviam demoravam muito para agir”, contou o especialista.
O especialista também afirmou que, muitas vezes, os funcionários ignoravam o alerta dos animais, pensando que não era nada sério. Há seis anos, o serviço responsável pelos centros de detenção de Israel se juntou à empresa de alta tecnologia Bio-Sense, de Tel Aviv, para criar esse sistema que “traduz” o latido dos cães.
A companhia gravou latidos nas mais diferentes situações – brincadeiras, encontros com gatos e verdadeiras emergências, por exemplo. As milhares de gravações foram então colocadas em um programa para determinar o que faz o latido de emergência ser diferente dos demais.
Um desses fatores, explicou o gerente de produtos Orit Netz é o nível de estresse do cachorro.
O primeiro sistema foi adotado em 2005 e, desde então, três outras prisões de Israel instalaram esse “tradutor”. A empresa tem mais de cem clientes em Israel, incluindo fazendeiros que precisam de proteção contra ladrões.

do G1

27/02/2008

Aviso Importante

Falsa notícia sobre 'Tropa de Elite' é usada para infectar computadores.

E-mail circula com link que pode levar usuário a baixar códigos maliciosos. Golpe deixa computador vulnerável à ação de piratas.

Com o objetivo de fazer o internauta clicar em um link e inadvertidamente infectar seu computador com programas maliciosos. Desta vez, a mensagem diz que após assistir ao filme “Tropa de Elite”, um jovem teria matado um amigo e se suicidado em seguida. A mensagem diz que a cena teria sido filmada, e que as imagens estariam disponíveis ao se acessar um link – fornecido abaixo da mensagem. Nas últimas semanas, golpes parecidos usaram notícias falsas sobre o Big Brother Brasil e o apresentador Silvio Santos para infectar computadores de usuários desavisados.

Códigos maliciosos
Segundo o laboratório McAfee Avert, quando algum internauta clica no link faz o download dois códigos maliciosos, chamados de PWS-Banker.dldr e de PWS-Banker.gen.i. Os programas, que não são capazes de se espalharem sozinhos, facilitam o acesso de piratas de computador ao PC do usuário, permitindo o roubo de informações como dados sobre sua conta bancária. Esse tipo de ameaça é chamada de phishing scam.

Nesse sistema, piratas de computador enviam e-mails sugerindo que os internautas baixem programas, cliquem em links ou visitem sites maliciosos. Quando seguem a sugestão, as vítimas em potencial infectam seus computadores com programas geralmente desenvolvidos para o roubo de informações financeiras.

do G1 São Paulo