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21/10/2011

Cão vai sozinho ao veterinário

 Chulica

Parece incrível,  não é mesmo? Um cãozinho indo sozinho ao veterinário?!?!?  Mas, acredite se quiser,  isso realmente aconteceu hoje lá na Vet Center, clínica onde estou trabalhando.
Sim!!!  Isso mesmo…  Na verdade,  nem era um cãozinho.  Era Chulica, uma cachorrinha SRD, que vivia na rua, perto de um Posto de Gasolina.

Chulica estava com um tumor e o pessoal deste posto de gasolina se solidarizou com a situação e começou a cuidar da cachorrinha e levá-la até a clínica semanalmente para tratamento.  Chulica foi até a clínica veterinária, acompanhada de um dos frentistas, por 6 semanas consecutivas para receber a quimioterapia.

Esta semana seria a sétima sessão. Bem, mas acabaram atrasando um pouquinho…  E hoje, ao final da tarde, a grande surpresa:  Chulica entra rebolando pela sala de espera, abanando seu rabinho,  toda feliz da vida… e   S.O.Z.I.N.H.A.
Por alguns minutos, ficamos sem entender nada.  Saimos lá fora, procuramos pelo frentista e nada… Olhamos na rua e nada….  Detalhe:  o posto de gasolina é bem longe da clínica!

Chulica estava muito fedida, parecia que tinha rolado na carniça! rsss  E acho, que realmente fez isso em suas andanças por ai.  Peguei Chulica no colo para ver se estava tudo bem,  levei-a para beber água e em seguida, um belo banho.  Enquanto isso, o outro veterinário, o Dr. Alan telefonou no posto de gasolina e ninguém acreditava…  Eles disseram que ela tinha escapado e estavam a sua procura, mas realmente, por essa ninguém esperava >>> CHULICA, INDO SOZINHA AO VETERINÁRIO!!! 

Depois dessa, tratamento V.I.P. para a Chulica, com direito a banho quentinho de banheira, lacinho cor de rosa,  sorinho e sua última sessão de quimioterapia.   Em seguida, Chulica foi embora… com o Dr. Alan,  médico de cachorros,  e de carro,  claro…

Precisava compartilhar isso com vocês, afinal, essa surpresa merecia um post, né?
Agora, cuidado redobrado com a Chulica!  Chulicaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, nada de ficar passeando sozinha por ai! ORDENS MÉDICAS!!!  Ah, e você já está de alta!


fonte:> http://web.zooterapia.com.br
fotos: Arquivo pessoal


16/07/2011

Donos de animais pagam para imunizar bichos contra raiva em SP

Os donos de gatos e cachorros estão preferindo pagar a vacina contra raiva para deixar os bichos imunizados. Isso porque a campanha de vacinação contra a doença, que deveria começar em agosto, ainda está indefinida em todo o estado de São Paulo. As cidades estão esperando as doses que são distribuídas pelo Ministério da Saúde, mas a entrega está atrasada porque o Governo Federal trocou o laboratório fornecedor.

No ano passado, mais de 200 animais morreram depois de tomar a dose. A estudante Camila Bibiano resolveu procurar uma clínica particular para vacinar seu cachorro neste ano por causa da demora. “Já comecei a vacinar ele em um hospital particular.”

O operador de câmera Vitor Ferrari Lombardi também se adiantou e vacinou seu animal. “Já vacinei meu cachorro. Falta um só porque é muito bebê. Então, daqui a 10 dias falta a última vacina que ele tem que tomar.”
Serão distribuídas para a rede pública de todo o país 10 milhões de doses importadas. É a mesma vacina aplicada nas clínicas e hospitais particulares. Em setembro, mais 35 milhões de doses vão ser compradas de um laboratório brasileiro. Até lá, o Ministério da Saúde garante que tem estoque para situações de emergência.

“No momento, nós temos vacina. Mais de 1,5 milhão de doses em estoque. É o chamado 'estoque estratégico' do Ministério da Saúde, que serve para qualquer estado do Brasil. Ou seja, se for identificado em qualquer município do estado de São Paulo que há a possibilidade de circular o vírus da raiva canina, imediatamente, essa vacina é distribuída e é feita essa vacinação de bloqueio”, explica o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

Com o atraso da campanha, quem tem gatos e cachorros deve ficar atento. “A vacinação é anual. O ideal é trazer antes. Mesmo porque, em época de férias, as pessoas que querem viajar com animalzinho não podem viajar sem estar com a vacina atualizada”, fala o veterinário Mario Marcondes.
A raiva é uma doença que pode ser transmitida para o homem. O estado de São Paulo não registra casos de raiva em humanos há nove anos.

G1

05/04/2011

Pit bull queimado com óleo quente é disputado para adoção em SP

Animal recebeu cuidados do veterinário Danilo Testa
(Foto: Arquivo Pessoal)

Um filhote de pit bull que foi encontrado queimado com óleo quente no final de fevereiro em Jaguariúna, a 113 km de São Paulo, é disputado por pessoas interessadas em adotá-lo. “Todo dia tem gente querendo adotar, já ligaram até da Alemanha e dos Estados Unidos querendo saber dele. Ele é um cachorrinho popstar”, contou o veterinário Danilo Testa, responsável pela clínica que cuida do animal.

O cachorro de três meses, que ganhou o nome Burne, foi levado à clínica por um cliente no dia 28 de fevereiro. “Ele estava com lesões de queimadura, desnutrido, desidratado e não conseguia se alimentar direito”, contou o veterinário. Por isso, ainda segundo o veterinário, o tratamento foi sendo feito aos poucos. “No início ele chorava muito. Manipular as feridas e fazer os curativos era difícil, pois queimadura arde muito. Nós fomos tratando com carinho e cuidado e hoje ele não tem mais dor”.

Segundo Danilo, o cachorro não ficou com nenhum trauma ou depressão após o abuso. Ele passa o dia brincando com uma poodle que também está na clínica e costuma chorar apenas quando está sozinho. “Ele se sente em casa aqui na clínica, se sente confortável e brinca com qualquer pessoa que se aproximar dele”.

Cirurgia
Burne deve passar por uma cirurgia na segunda-feira (11) para reconstituição da face. Segundo Danilo, as queimaduras causaram um problema nas pálpebras superiores do animal, que apenas consegue piscar com as inferiores. “Nós estamos usando um colírio para ajudar na lubrificação. A cirurgia não será por uma questão de estética, mas, sim, para melhorar a fisiologia do olho”.
Apesar das deformidades, Danilo afirma que o cachorro não parece se importar muito com as cicatrizes. “Os cães não têm preconceito. Ele está conseguindo enxergar e é isso que importa para ele, não precisa estar 100% bonito”.

Quanto ao futuro de Burne, Danilo não consegue fazer previsões. "Tem tanta gente querendo fazer a adoção. Talvez ele fique de mascote aqui na clínica mesmo, mas, por enquanto, o dono oficial de Burne é o homem que o encontrou”.

G1

13/01/2011

Após denúncia de deformações, concurso de cães exigirá exame de saúde

O maior concurso de beleza canina do mundo, o Crufts, passará a exigir a partir do ano que vem que os cães mais bem colocados nas suas próximas edições passem por um exame para determinar o seu estado de saúde. 

A norma tem como objetivo coibir a prática de cruzar os animais para obter características físicas consideradas belas, mas que, para muitos, seriam defeitos e deformações genéticas.
Cães de 15 das raças que mais vencem o concurso --entre elas pastor alemão, são bernardo, pug e bassets-- terão de ser aprovados nos exames veterinários para poder receber o prêmio e participar de outras edições das competições.

"Há 195 raças cuja participação no circuito de concursos caninos é ofuscada por uma minoria de pessoas que continua a promover cães com saúde precária ", disse a secretária do Kennel Club, que organiza o concurso, Caroline Kisko.
"Ao fazer isso, elas estão prejudicando a reputação do hobby e do resto da comunidade de concursos caninos. O Kennel Club precisa garantir que apenas os cães saudáveis saiam dos concursos de beleza canina com prêmios."
A medida, entretanto, não eximiu de críticas o Kennel Club, acusado de demorar para tomar providências contra esse tipo de prática.

DENÚNCIA
Um documentário exibido pela BBC em 2008, intitulado "Pedigree Dogs Exposed" (algo como "Cães de pedigree revelados"), denunciava as deformações genéticas oriundas de cruzar os cães com parentesco próximo.

O programa mostrou cães da raça cavaliers king charles spaniel com cérebros maiores que os crânios, boxers portadores de epilepsia e uma fêmea buldogue que não podia dar à luz sem assistência.
O filme ilustrou inclusive como algumas raças de cachorro mudaram ao longo dos anos, justamente em consequência das manipulações genéticas.

"É uma pequena mudança, como sempre (acontece) como o Kennel Club", comentou, a respeito das novas regras, a diretora do documentário, Jemima Harrison, em um artigo no jornal britânico "The Guardian".
"O documentário foi exibido em 2008, mas os exames só foram introduzidos quatro anos depois. É inacreditável, para qualquer um fora do estranho mundo desses concursos, que animais com problemas de saúde tão evidentes sejam premiados."

Para Harrison, as regras não impedem que animais com defeitos menos evidentes, mas potencialmente ainda mais graves, possam vencer os concursos.
Já a RSPCA, a sociedade britânica de proteção dos animais, se disse "preocupada" com o que chamou de curto alcance da medida.

Em uma reportagem do jornal "The Times", um porta-voz da RSPCA disse que metade das raças mais populares possui "algum aspecto do seu corpo que pode causar sofrimento" ao animal.
"Infelizmente, alguns juízes em concursos de beleza canina simplesmente não conseguem aceitar a necessidade de negar os prêmios a cães que são visivelmente doentes", disse o presidente do Kennel Club, Ronnie Irving.

"Nem nós, que exibimos os cães, nem o Kennel Club, que supervisiona o hobby, podemos permitir que continue esse estado das coisas."

Folha.com - BBC Brasil

04/01/2011

Restaurante para cães na Zona Sul do Rio serve comida natural

Arroz integral, carne bovina, cenoura, abobrinha, chuchu, inhame, aveia em flocos, sementes de linhaça e de abóbora e algas marinhas. Estes são os ingredientes de um prato servido em um restaurante só para cães, inaugurado há duas semanas em Copacabana, Zona Sul do Rio. Sem conservantes e corantes, com Ômega 3 e 6, vitaminas e sais minerais, o alimento não industrializado e fresco promete ser a nova onda de alimentos pets no Brasil.

“Na Suécia a alimentação natural pra cães já existe há 40 anos. A gente viu que no Brasil não tinha e que lá fora isso já era tendência há tempos”, explicou a dona do novo empreendimento, Roberta Camara.
Segundo ela, o alimento tem registro do Ministério da Agricultura e oferece inúmeras vantagens em relação a uma ração comum, como, por exemplo, garantia de maior longevidade, menor propenção a doenças e alergias, pêlos mais bonitos, limpeza dos dentes mais fácil e cães mais ativos.

Roberta argumenta que muitos cachorros que costumam deixar a ração industrializada de lado passam a comer mais com o alimento natureba, já que é mais saboroso. Além disso, ela garante que emagrece. Os alimentos naturais cozidos seriam ideais para cães obesos.

Novo conceito
O restaurante, explica Roberta, é apenas para divulgar o novo conceito de alimentação para cachorro. Mas nos últimos dias o espaço em Copacabana também tem feito sucesso. A loja já tem público fiel e até horários de pico no novo "point pet". “De manhã é das 10h30 as 11h30 e a tarde, das 16h30 as 17h30. Fica uma cachorrada aqui”, brincou ela.

Uma das clientes assíduas, a tradutora de cinema Lúcia Pessanha afirma que seu poodle, de 12 anos, parou de ter problemas de colite e gastrite desde quando começou a comer o novo alimento . “Para ele, que é um cachorro que tem uma doença, foi ótimo. Nunca mais teve dor, cólica, vômito, diarréia, nada. E acabou o problema ‘não gosto de ração’, agora come tudo”, contou ela.

Sabores
As comidinhas naturebas foram desenvolvidas com a ajuda de uma especialista em nutrição animal e uma zootecnista. No cardápio, pratos de carne, frango, cordeiro e ainda um especial para filhotes. O restaurante conta ainda com uma veterinária na equipe.

Na loja, os cães se deliciam com o alimento cozido na hora. Mas a partir da próxima quinta-feira (6), a versão congelada dos pratos estarão disponíveis em Pets Shops de Botafogo, Copacabana, Gávea, Leblon e Urca, todos na Zona Sul, além do Norte Shopping, na Zona Norte do Rio.

“Tem uma moça da Tijuca que veio aqui e levou 10 pacotes de comida, voltou dois dias depois e pegou mais 10. Tem gente que vem da Barra, a dona de uma cachorra com quimioterapia que agora adora nossa comida”, contou a donda do restaurante.

Arroz integral, carne, aborinha e inhame estão
entre os ingredientes do prato (Foto: Divulgação)

De acordo com Roberta, a ração seca é menos palatável do que a comida natural. “A ração seca eu botava e ficava o dia inteiro rolando, eles não comiam. E eu dava dos mais caros”, disse ela, que possui um pastor alemão e dois Jack Russel.

Ela contou que a grande maioria dos clientes do restaurante afirma que incrementa o prato dos cães com alguma coisa além da ração comum. Mas ela alerta que esse hábito não é saudável. “A ração já tem um balanceamento perfeito. Quando o dono coloca um peito de frango ele está colcando uma overdose de proteína”, explicou ela.

Os donos do novo pedaço
A ideia de implementar no mundo pet do Rio de Janeiro a alimentação natureba, que já é usada nos Estados Unidos e na Europa, partiu não só de experiências com os três cães que Roberta tem em casa, mas também de uma vontade, junto com o marido, de largar o emprego tradicional pra trás e começar uma vida nova.

Historiadora, a carioca largou a carreira que tinha em uma instutuição pública. Jorgen, que é sueco, abandonou o trabalho na bolsa de valores. Apaixonados por animais, os dois resolveram trabalhar com prazer. “A gente estava cansado do que fazia ”, confessou.

Serviço:
Pet Delícia
Rua Anita Garibaldi, 60 – Loja A – Copacabana
www.petdelicia.com.br

G1

18/12/2010

Inglaterra tem raríssimo caso de cão hermafrodita

Quando John Conchie, de 46 anos, levou o seu cão, Saira, ao veterinário em Manchester (Inglaterra), recebeu uma notícia inesperada: o Staffordshire bull terrier era hermafrodita. Um caso raríssimo e sem registro estatístico no Reino Unido.

"Fiquei chocado ao ser informado que o cão era hermafrodita. Mas não havia qualquer dúvida na minha cabeça de que Saira era uma menina. Ela sempre se interessou por meninos", disse John, segundo o "Daily Mirror".

Saira foi submetida a uma cirurgia para a retirada dos órgãos genitais masculinos. E ela poderá até ter filhotes.



O Globo

14/12/2010

Vira-lata passa por terapia com células-tronco

Paciente zero: o vira-lata Nego foi o primeiro animal a passar pela terapia com células-tronco para tratar uma aplasia medular

Aos dois anos de idade, Nego era um vira-lata de pelo preto felpudo (daí seu nome) brincalhão e irriquieto. Por isso, sua dona, a corretora imobiliária Patrícia Barbosa, de 29 anos, estranhou ao vê-lo sem apetite e recolhido aos cantos. Exames feitos no fim do ano passado revelaram uma aplasia medular, ou “doença do carrapato”, condição gerada por um parasita que interrompe a produção de células sanguíneas pela medula óssea. Seis meses de tratamentos e transfusões de sangue depois, o futuro não era promissor para Nego. Foi quando sua veterinária soube que o hospital veterinário Sena Madureira iniciaria os testes com células-tronco. “Não tinha mais para onde correr. Se não fosse por isso, ele não estaria mais aqui”, diz Patrícia. Hoje, é possível esbarrar com o vira-lata ao lado da dona em suas caminhadas pelas ruas de Itapecerica da Serra.

Nego foi o primeiro paciente de uma terapia inédita no país. Células-tronco são como peças curingas de nosso corpo: em embriões, elas se transformam em todas as outras células que compõem órgãos, ossos, nervos, vasos, músculos e sangue. Graças a essa versatilidade e à capacidade de se multiplicar infinitamente, elas também ajudam na renovação de organismos adultos. Daí seu potencial para recuperar lesões e doenças crônicas. O uso terapêutico foi cogitado no início do século XX, mas as evidências de que funcionaria só vieram a partir dos anos 1960.

Os tratamentos emperraram na polêmica da obtenção dessas células. A coleta feita no primeiro estágio de desenvolvimento de um embrião o destrói, o que gera protestos de religiosos e conservadores. Os cientistas contornaram esse obstáculo ao encontrar essas células também em tecidos adultos, como a gordura. Em outubro, mais de um século depois de sua descoberta, as células-tronco embrionárias humanas começaram a ser testadas como tratamento. “Ainda há muitas questões abertas, porque há muitos tipos de células-tronco. É preciso entender qual é o melhor para qual doença, o melhor jeito de aplicá-las no organismo, como evitar rejeição”, diz Mayana Zatz, diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano.

Alheia à polêmica, a terapia celular veterinária avançou bastante, graças aos testes em animais. Tratamentos de cães e gatos com problemas ortopédicos e de articulação são realizados nos Estados Unidos desde 2008 e custam em torno de US$ 3 mil. “Na veterinária, não há transplante, pois há muita rejeição de órgãos. Esse tipo de terapia pode ser uma alternativa”, diz Mário Marcondes, diretor clínico do hospital veterinário Sena Madureira.

Desde maio, o hospital faz triagem de animais para testar o uso de células-tronco como tratamento para doenças cardíacas, insuficiência renal, lesões na coluna e aplasia medular, em parceria com a empresa de biotecnologia CellVet. Mas só para bichos em estado terminal e que já tenham feito todos os tratamentos possíveis. Ao todo, 80 animais serão submetidos aos testes. O animal aprovado passa por três sessões mensais, em que são injetados 2 bilhões de células-tronco. Uma vez em contato com o tecido danificado do organismo do animal, as células podem vir a promover sua recuperação.

Após as aplicações, o paciente é avaliado a cada 15 dias, por seis meses, por uma equipe multidisciplinar de 30 pessoas. O tratamento ainda é experimental e, por isso, gratuito. Não há garantia de um bom resultado. Mas os primeiros testes se mostram promissores. “Já temos algumas reações positivas, mas precisamos avaliar por mais tempo para ter certeza de que houve recuperação completa”, afirma Marcondes. Nego é um bom exemplo disso.

por Rafael Barifouse
Época São Paulo

11/10/2010

Cadela cega volta a enxergar com “coleira-bengala”

Uma cadela cega pôde voltar a ver depois de uma espécie de bengala ter sido instalada em sua coleira.
Dolly, que pertence à raça Staffordshire bull terrier e mora em Nottinghamshire, na Inglaterra, perdeu a visão por conta da catarata, provocada pela diabetes. Por sorte, Joanne McCelland, a veterinária de Dolly, teve uma ideia pioneira: colocar cabos plásticos em torno da coleira do animal, de modo que ele possa se orientar ao caminhar, evitando que esbarre em objetos e se machuque.

Brian Chadwick, o dono de Dolly, acredita que o invento ajudou a cadela a ter um novo ânimo para a vida. “Nós podíamos lidar com a diabetes, mas quando ela ficou cega, não tínhamos mais como ajudar”, disse ao jornal Daily Mail. “O efeito desses acessórios plásticos foi imediato. Em poucas horas, Dolly entendeu como sentir o que estava a sua volta”, afirmou.
O animal foi tratado no hospital veterinário People’s Dispensary for Sick Animals Pet Aid Hospital, onde já virou celebridade, figurando em revistas e folhetos da entidade.

Planeta Bicho

26/09/2010

ONG ajuda animal deficiente a achar novo lar em SP

O gato Bóris ficou paraplégico por causa de maus-tratos; já a vira-lata Sissy teve a tetraplegia dignosticada após ser atropelada (Foto: Laurye Borim/G1)

Sissy foi atropelada e deixada em frente a uma clínica veterinária de São Paulo quando tinha apenas 2 meses. Por causa do acidente, teve inúmeras fraturas e machucados, mas a consequência mais grave foi a tetraplegia. Quando o final triste se desenhava, no entanto, a vira-lata foi adotada e ganhou um lar, carinho e dedicação.
Os tratamentos foram longos e cansativos. Mas para quem achou que ela não sobreviveria ou teria uma vida entediante por causa das limitações, o que se percebe, sem dúvida, é a sua imensa felicidade de viver.
Ter um animal deficiente em casa requer cuidados especiais. Inúmeros cachorros são abandonados todos os dias nas ruas da capital paulista. Os motivos são muitos: velhice, maus-tratos, hiperatividade, agressividade, deficiências ou até mesmo porque o dono não quer mais o bichinho. Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo, cerca de 50 animais, entre gatos e cachorros, são adotados por mês, na maioria filhotes. Se para um cachorro sem qualquer tipo de deficiência já é difícil ser adotado, imagine o tamanho da dificuldade em encontrar um novo lar para um animal com algum problema físico.

E é justamente esse o desafio da ONG Sava (Solidariedade à Vida Animal). Criada em 2006, a ONG, que é a primeira do país a cuidar especialmente de animais deficientes, realiza feiras de adoção de cachorros deficientes todos os meses. A presidente, Arlete Martinez, é protetora dos animais há 20 anos e resolveu criar a ONG ao perceber que esse tipo de animal precisa de uma dedicação especial. “Sou protetora há bastante tempo. A ideia surgiu da vontade de ajudar esses bichinhos, que, na maioria das vezes, passam a vida toda esperando um novo lar.”
As deficiências dos animais da ONG vão desde a cegueira até a paraplegia. A maioria fica deficiente após passar por maus-tratos. Os bichinhos são tratados com os recursos que a associação arrecada com suas protetoras e associados. E o custo não é baixo. “Temos cachorros, por exemplo, que passam por cirurgias que custam mais de R$ 1.000 e outros que precisam ficar internados em hospitais para cachorros, onde a diária custa em média R$ 60. Todos esses gastos são pagos por nós”, afirma Arlete.
A veterinária Claudia Vanessa Branco Rodriguez é uma das protetoras da ONG. Além de ajudar em ações do dia a dia, ela atende alguns desses animais sem cobrar nada pelo serviço em sua clínica. “Ajudo em tudo que posso. Inclusive, tenho três gatos deficientes em casa. É claro que eles têm limitações, mas, de maneira geral, não vejo diferença. Eles podem viver tão bem quanto qualquer outro.” Ainda de acordo com Claudia, esses bichinhos 'especiais' podem ser tão felizes quantos os animais sem nenhum tipo de deficiência, ou até mais. “Um cachorro paraplégico, por exemplo, não percebe que o cachorro com quem está brincando se movimenta com as quatro patas. Eles não percebem isso, não encontram obstáculos, vivem da forma que dá. Eles podem ser tão felizes quanto qualquer outro.”



Um dos gatos adotados pela veterinária é Bóris, que foi abandonado quando tinha 2 meses. Ele teve uma fratura na medula, que, segundo a veterinária, provavelmente foi causada por um “pisão” ou um chute. Agredido e muito machucado, ele foi abandonado na rua. Mas logo uma das protetoras da ONG o encontrou. Bóris chegou a passar por cirurgias, mas seu quadro era irreversível. Ele não tem o movimento das duas patas traseiras e se move apenas com as dianteiras. Mas esse “pequeno detalhe” não é um obstáculo para o bichano. “Ele corre, brinca, faz bagunça e quer atenção o dia inteiro. Até subir no arranhador ele sobe, e apenas com as duas patas que se movimentam”, diz a dona.


História de amor
A jornalista Isabela Campos, de 28 anos, sabe bem como é ter um cachorro deficiente em casa. No caso dela, a pastora belga chamada Pri perdeu o movimento das patas por causa de um problema de saúde.

“Após muitos exames foi diagnosticado que a Pri estava com necrose no fêmur e que em breve ela não iria mais andar. Claro que fiquei muito chateada, pois a Pri sempre foi uma cachorra muito brincalhona e adorava correr. Ela fez sessões de acupuntura e fisioterapia, mas infelizmente após seis meses ela parou de andar. Na época, muitos falaram em sacrificá-la, mas essa hipótese nunca passou pela cabeça de ninguém da família. Foi então que comecei a buscar outras alternativas que melhorassem a condição de vida dela. Para todos aqueles que me sugeriam sacrificá-la eu respondia: ‘Se seu filho parar de andar, você vai sacrificá-lo?’”

A pastora belga Pri, antes de perder o movimento
das quatro patas (Foto: Arquivo Pessoal)

Eutanásia
A eutanásia, segundo a veterinária Claudia, só é indicada para casos em que o animal tem algum tipo de deficiência muito grave que o impede, por exemplo, de se alimentar. Alguns tipos de vírus ou infecções também podem deixar a saúde do animal muito fraca. Além disso, há doenças graves que não têm tratamento. Nesses casos, a eutanásia pode ser analisada.
Tratamentos e cuidados
Para cada deficiência é indicado um tipo de tratamento. Animais com problemas de movimentação precisam passar por sessões de fisioterapia, além das cirurgias indicadas. Por causa do atrito diário e permanente com o chão, há a possibilidade de que apareçam algumas feridas na pele, conhecidas por escaras. Nesses casos, há necessidade do uso de pomadas e remédios indicados. Animais paraplégicos ou tetraplégicos devem receber cuidados especiais durante todo o dia, pois podem precisar de ajuda na hora da alimentação.

Quando o bichinho é cego, os obstáculos que podem ter em uma casa, como escadas e objetos de decoração, são os grandes vilões.

No entanto, todos esses cuidados e tratamentos especiais que têm de ser oferecidos são recompensados pela felicidade que o bichinho pode proporcionar. “Eles são como filhos e não há como medir esforços para deixá-los felizes. Além disso, os cuidados que você tem de ter com um animal especial não é tão diferente do que de um animal ‘normal’, diz a veterinária.





Arlete Martinez é a presidente da ONG Sava
(Foto: Laurye Borim/G1)
Como Ajudar
A ONG Sava não possui abrigo próprio e todos os animais ficam nas casas das protetoras até conseguirem um lar. Os custos são pagos pelas doações dos associados e também pelas próprias protetoras. Diversas feiras de doação e bingos beneficentes são realizados todos os meses.

A ONG aceita todo tipo de ajuda: rações, medicamentos, vermífugos, xampus, sabonetes para sarna, jornais, casinhas, caminhas, roupinhas, guias e coleiras. Quantias em dinheiro são revertidas em castrações, vacinas e gastos veterinários (consultas, cirurgias, internações, medicamentos e hospedagem). O contato pode ser feito pelo site da ONG.


Do G1 SP

07/09/2010

Governo federal confirma reações à vacina da raiva

Uma nota técnica do Ministério da Saúde confirmou o alto índice de complicações em animais vacinados contra a raiva no Estado de SP.
O material, divulgado a profissionais do setor e obtido pela Folha, diz que o lote n.º 59/10 foi o único usado em São Paulo e Guarulhos, onde os casos de reações adversas se concentram.
Há duas semanas, o ministério disse que não havia problemas com a vacina e que a campanha -suspensa no Estado em 20 de agosto após mortes de sete animais- deveria continuar.
Procurado ontem, não comentou a nota técnica e informou que detalhes serão divulgados nesta semana.

Estudo feito pelas secretarias estadual e municipal de Saúde aponta que o número de complicações em cães e gatos na cidade de São Paulo foi 177 vezes maior em 2010 do que no ano passado.
Em 2009, 53 reações foram registradas, uma incidência de 0,05 casos a cada mil doses. Agora, passou para 2.198 reações, o que representa 8,88 a cada mil. No interior, o índice é de 1,13 a cada mil.

A vacina, produzida pelo laboratório Biovet, está sendo usada pela primeira vez na rede pública.
Uma investigação dos casos deve ser concluída em 15 dias. Até lá, a secretaria estadual decidiu manter a campanha suspensa.

Em todo o Estado, 2.627 animais imunizados tiveram reações adversas associadas, sendo 1.903 gatos, 713 cães e 11 em processo de identificação. Desses, 66 morreram.

LABORATÓRIO
O Biovet informou que a qualidade da vacina foi comprovada em testes feitos pelo Laboratório Nacional Agropecuário, ligado ao Ministério da Agricultura, e que está realizando análises internas.

RACHEL BOTELHO
DE SÃO PAULO

folha.com 

31/07/2010

Cachorro também sofre de rinite

Rinite é o nome dado à inflamação da membrana do nariz, causada por reações alérgicas. Normalmente surge na infância ou na juventude dos cães.

A secreção nasal é um sinal constante. Esta começa serosa e fina, passa a estágios mucosos e finalmente se torna mucopurulenta. Partículas de sangue podem estar presentes. A secreção pode ser acre, neste caso a escoriação da narina será vista., e quando as secreções mucopurulentas forem persistentes, elas impedirão a respiração por causa da obstrução das narinas.

O processo inflamatório da rinite normalmente se inicia por algum fator de irritação, mas a inflamação secundária logo se instala, o que muda o caráter da secreção. Os organismos estafilococos normalmente estão implicados nestes casos.

Cuidados a serem tomados
Deve-se tomar alguns cuidados com cães que tenham crises de rinites, como: não ter próximo deste cão, tapetes e cortinas. E os brinquedos destes cães alérgicos devem ser laváveis.
Na hora da limpeza, é proibido varrer a casa, deve-se preferir o uso de aspirador e do pano úmido.

Cão com rinite tem que beber bastante líquido e não ficar próximo de fumantes. Ele precisa privilegiar de ambientes arejados e deve tomar sol nos horários em que os raios estejam mais fracos.

Por Redação Portal da Cinofilia
São Paulo/SP