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15/01/2012

Mulher que confessou ter assassinado cães e gatos em SP pode ter matado mais de 30 mil animais em 8 anos

Na tarde deste sábado (14) mais de cem protetores se reuniram em frente à casa da mulher que confessou ter matado mais de 30 animais, na Vila Mariana, em SP. Dalva Lina da Silva, de 42 anos, não estava no local. Segundo testemunhas, ela saiu de casa, durante a madrugada, levando dentro de um carro caixas de transporte possivelmente com animais.

Depoimentos de vários protetores, vizinhos e de um detetive apontam que o número de animais mortos é imensamente maior do que o encontrado esta semana. Segundo o detetive particular, contratado por protetores independentes, somente nos 20 dias em que ele esteve vigiando o local, cerca de 300 animais entraram na casa dela e nenhum deles saiu.

 Manifestantes pedem justiça (Foto: ANDA)

Atitude suspeita
O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.

“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.
“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.

 As palavras "Justiça" e "Assassina" foram pichadas no portão e na calçada da casa (Foto: ANDA)

Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.
“Muita gente sempre desconfiou dela, mas nunca tínhamos provas”, disse Marilene dos Santos, que também atua na proteção animal. Marilene chegou a formalizar uma denúncia contra Dalva na delegacia, em novembro de 2010, mas nada foi feito.
Só o protetor Lincoln Seiji encaminhou para a falsa protetora, no último mês, 58 animais, acreditando que estava dando um bom destino aos gatos. “Acabamos confiando no demônio que sempre mentiu para todos nós. Ela abriu as portas da sua casa, espalhou os gatinhos na cozinha, mostrou que tinha uma linda criança, gatinhos adultos andando dentro da casa e toda aquela conversa mentirosa dela. Jamais imaginaria que esses animais estariam sendo entregues a uma assassina!”, desabafou Lincoln.

Ameaça
Duas protetoras que estavam no local foram ameaçadas pelo ex-marido da acusada, que saiu do carro com um revólver em sua cintura. “Ele estava armado, e nos ameaçou diretamente ao ver que pedíamos justiça contra essa assassina”, contou Angela Ledesma, uma das protetoras. “Assustadas com o teor da ameaça, registramos um BO pelo 190. A TV Record registrou tudo.”, disse Claudia Sakaki.
 O clima durante a manifestação era de tristeza pelas mortes e revolta pela ineficiência da justiça brasileira – principalmente para atos de maus-tratos e crueldade contra os animais, ainda considerados de menor potencial ofensivo pela legislação do país.

Num gesto de pequena homenagem aos cães e gatos assassinados, manifestantes deixaram flores na entrada da casa. Outros levaram cartazes com pedidos de justiça e fixaram no portão.
Entre os manifestantes, havia tutores com seus animais e pessoas de todas as idades, inclusive crianças. Uma delas era um menino que passou pela calçada, olhou para a casa e disse para a mãe: “que casa amaldiçoada!”, exclamou em seu tom espontâneo de criança.
Durante a manifestação, os participantes se reuniram em uma grande roda para rezar pelos animais vítimas da matança.

Mais animais na casa

Preocupados com a hipótese de ainda haver animais dentro da casa, alguns manifestantes, com os ânimos alterados, tentaram quebrar o portão de entrada, para salvar possíveis vítimas que ainda estivessem no local. Mas a polícia interveio, explicando que só poderia adentrar o local com autorização do delegado. O momento foi registrado pela ANDA – para assistir, clique aqui.

Flagrante
Na noite do flagrante, quinta-feira (12), o detetive viu a mulher colocando pacotes na calçada e verificou que se tratavam de corpos de animais. Ele contatou os protetores, que chamaram a Polícia Militar. A mulher de 42 anos foi então detida, sob suspeita de matar 39 cães e gatos.

Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como Dalva alega.

Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos era filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.

Mercado ilegal de sangue
O assassinato desses animais é um forte indício de uma suspeita, levantada há meses por ONGs que trabalham na defesa dos animais, de que existe um comércio clandestino de sangue de animais no Brasil. As denúncias chegaram ao gabinete do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) que explicou que uma bolsa de sangue de um gato ou cachorro no mercado negro pode custar até R$ 300.

Os protetores apelam para que as pessoas que tenham dado dinheiro a Dalva com a intenção de ajudar os animais se apresentem para que ela seja denunciada também como estelionatária.
“Temos que juntar provas e depoimentos que ajudem na investigação. É hora de nos unirmos em nome de todos os animais, que não podem falar e não podem se defender. Quem já tiver entregado animais à Dalva, manifeste-se. Conte como foi, o que ela prometeu, para onde ela disse que os levaria e que destino tiveram.

Procurem em suas caixas de email conversas que possam ajudar na investigação. Essa senhora era conhecida no meio, com certeza muitos de vocês podem auxiliar no processo. Onde está aquele senhor que entregou a cadelinha com gravatinha de pet shop essa semana a ela? E todos os outros? Ninguém reconheceu seus animais nas fotos estampadas em todos os jornais? Ou no nosso boletim? Não se omitam, não sintam medo de denunciar. Sintam medo do que pode continuar acontecendo aos animais. Se precisarem de orientação jurídica, nosso advogado Rodrigo Carneiro está à disposição no email juridico@adoteumgatinho.org.br. “, clama Susan Yamamoto, fundadora da ONG Adote um Gatinho.

O Adote um Gatinho ficou com a guarda dos oito gatos e uma cadelinha econtrados vivos na casa da Dona Dalva, mas se a falsaprotetora provar de alguma forma ser inocente talvez a justiça determine que esses animais retornem a ela. “Não podemos nem imaginar isso acontecendo! Pedimos que quem não é protetor dos animais, mas acha que as leis são brandas demais e deseja justiça, ou ao menos deseja que os animais que acolhemos não voltem para as mãos dessa senhora, compartilhe essa mensagem para que ela atinja o maior número de pessoas possível. O momento é agora e contamos com a ajuda de todos”, finaliza Susan.

Abaixo assinado
Um abaixo assinado pedindo punição severa para a falsa protetora já está circulando na internet. quem quiser assinar, entre nestelink: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19131


 A pobre cachorrinha da foto com lacinho foi entregue a falsa protetora Dalva Lina e foi morta horas depois. Chegou feliz achando que tinha encontrado um lar. Estava grávida. Foto: sem crédito



 
Por Fernanda Franco (da Redação)
fonte: ANDA

Por Fernanda Franco (da Redação)

10/10/2011

Cachorro faminto pula de terceiro andar e sobrevive nos EUA

Um cachorro faminto pulou de uma janela do terceiro andar em Boston, nos Estados Unidos, após ser abandonado pelos donos, e sobreviveu.
O pit bull de dois anos, batizado de Miracle, ou Milagre, estava em um apartamento vazio com outro cachorro e, segundo as equipes de proteção aos animais, pode ter passado até dois meses sem receber cuidados.

O apartamento estaria infestado de pulgas e imundo.
'O pulo foi uma última tentativa desesperada de encontrar comida', disse a gerente do abrigo de animais Forever Paws, Erin Pacheco.
Após a queda, Miracle teve de passar por uma cirurgia de emergência no quadril e está recebendo tratamento veterinário.

Filhote
No primeiro andar do mesmo prédio, as equipes de proteção aos animais encontraram ainda uma filhote de quatro meses que estava desnutrida.
Ela recebeu o nome de Gracie e acabou tendo de ser hospitalizada para se recuperar, após passar tanto tempo sem alimentos.
O administrador do prédio disse que o último inquilino do apartamento havia se mudado dois meses antes sem deixar informação de contato.
A Polícia de New Bedford está investigando o caso. Os três cachorros estão sob os cuidados do abrigo Forever Paws.

O cão Miracle (Foto: BBC)
do G1

02/07/2011

Bombeiros resgatam cachorro preso em bueiro no Paraná

Os bombeiros resgataram neste sábado (2), em Londrina, no Norte do Paraná, um cachorro que caiu em um bueiro e percorreu a galeria pluvial da cidade. Os moradores acionaram o Corpo de Bombeiros, que teve que quebrara asfalto em volta para conseguir salvar o animal.

O resgate foi na Rua Serra da Esperança, no Jardim Bandeirantes. Segundo a vizinhança, o cachorro caiu a vários metros do local, em um boca-de-lobo que estava com a tampa quebrada.
O cachorro estava bastante assustado e foi preciso puxá-lo. Ele não se feriu.

Os bombeiros tamparam o bueiro onde o animal caiu, mas o risco continua. Moradores e comerciantes dizem que não é a primeira vez que incidentes acontecem por causa de bueiros abertos.



Do G1 PR, com informações da RPC TV de Londrina

26/05/2011

Cadela resgatada em enchente nos EUA dá à luz nove filhotes

Cadela chamada 'Bonnie' deu à luz nove filhotes. (Foto: Paul Efird/Knoxville News Sentinel/AP)

Uma cadela resgatada das enchentes no estado do Arkansas, nos EUA, deu à luz nove filhotes. A cadela chamada "Bonnie" e o pai dos filhotes, "Clyde", foram levados para um centro de animais em Knoxville, no estado do Tennessee. Segundo o centro, os filhotes serão colocados para adoção em cerca de oito semanas.

A americana DeAnna Swearingen disse que "Bonnie" e "Clyde" apareceram no quintal de sua casa em Payneway, no Arkansas, no dia 24 de abril. "Eles estavam tão magros que você podia ver todas as costelas e contar cada vértebra em suas costas. Estavam com tanta fome que comeram comida de gato", disse ela.

No entanto, com a cheia do rio Mississippi, ela decidiu ligar para o serviço de animais. O casal de cães foi levado primeiro para Memphis, que fica a cerca de 45 minutos de Payneway. Mas, quando "Bonnie" e "Clyde" estavam sendo transferidos para Knoxville, a cadela deu à luz os nove filhotes.
Segundo os agentes do centro de animais, o casal e os filhotes teriam morrido se tivesse demorado um dia a mais para serem resgatados.

G1

20/04/2011

Bombeiros resgatam cachorro preso entre paredes de casas vizinhas no RJ

Um cãozinho arteiro deu trabalho para os bombeiros, na tarde desta quarta-feira (20), no Rio de Janeiro. O animal se escondeu num vão, de menos de 50 centímetros, entre as paredes de duas casas no bairro de Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. Após uma hora de trabalhos de resgate, ele foi salvo com vida e aclamado pelos moradores, que o apelidaram de “Bravo” e “Guerreiro”.
O dono de uma das residências, o vigilante Avelar de Carvalho Pires, disse que o animal entrou no vão na tarde de terça-feira (19). Ele relata que o cão se virou na tentativa de escapar, mas não conseguiu. O vigilante recorreu ainda a uma corda para içar o cachorro, mas ele continuou preso.

“Foi uma agonia muito grande. Ele ficava chorando e latindo. Ainda tentamos dar comida, água, mas nada chegava até lá. Foi então que percebemos que tínhamos que chamar os bombeiros para resgatá-lo. Foi uma comoção em toda a vizinhança”, falou o morador.

Parede de casa quebrada
Moradores disseram que após dois chamados, três bombeiros do quartel de Santa Cruz foram até o local. Os militares precisaram quebrar parte da parede de uma das casas para resgatar o animal. Segundo um dos bombeiros que participaram da operação, o cabo Ruas, o cachorro estava com ferimentos no focinho, na barriga e perto do rabo. Ainda segundo os bombeiros, ninguém se apresentou como dono do cão.

O animal foi levado para um abrigo de cães, em Ricardo de Albuquerque, no subúrbio do Rio, onde receberá tratamento. Quando voltar do abrigo, o bichinho já tem um lar para morar, ao menos, é o que garante o vigilante Avelar.

“Eu conversei com os bombeiros e me prontifiquei a ficar com o cachorro, mas pedi que antes ele fosse levado para um centro de tratamento veterinário porque ele estava muito machucado. Eu e minha esposa ficamos comovidos com esse cão. A partir de agora o chamarei de Guerreiro”, comentou Avelar.

G1.globo.com

02/04/2011

Cachorro salvo à deriva três semanas após terremoto vira celebridade no Japão

Vida de cão, nunca mais. O cachorrinho salvo à deriva sexta-feira, três semanas depois do terremoto, é a mais nova celebridade no Japão. Só não dá entrevistas porque não fala, mas a imprensa tira foto e faz vídeo o dia todo. A coleira do bichinho não tem nenhuma informação, mas se sabe que ele foi de Kesennuma, devastada, até Shiogama, a quase dois quilômetros de distância. As duas cidades ficam na província de Miyagi.


extra online

23/03/2011

Bombeiro salva cadela com respiração boca a boca


Uma cadela foi ressuscitada com respiração boca-a-boca por um bombeiro após ser resgatada de um incêndio na cidade de Hull, em Yorshire, oeste da Grã-bretanha.
Os donos da vira-lata Sunny, Beryl e Ken Honeyball, estavam fora de casa quando um incêndio acidental atingiu a construção. A cachorra desmaiou intoxicada pela fumaça antes que os bombeiros pudessem resgatá-la.

No entanto, os bombeiros revelaram que um dos oficiais, Mike Dunn, passou meia hora tentando reavivar o animal de estimação após o resgate.
"Entregaram-me o cachorro do lado de fora da casa. Ela não dava sinais de vida, respirava a cada dez segundos. Achei que tinha morrido por causa da fumaça." "Eu fiz respirações boca-a-boca e coloquei uma máscara de oxigênio nela por 30 minutos", disse Dunn.

Segundo a imprensa local, Dunn disse que nunca tinha ouvido falar do procedimento em animais, mas que decidiu tentar durante o salvamento. Ele teria dito ainda que já é alvo de piadas dos colegas por causa da situação inusitada.
Quando Sunny, que tem oito anos, acordou, foi deixada sob o cuidado de vizinhos até que seus donos chegassem.

"Herói"
Depois do incêndio, o bombeiro pediu para ser informado sobre a saúde de Sunny. "Eu também amo cachorros, tenho um boxer de 8 anos. Estou aliviado porque ela sobreviveu", disse.
Beryl Honeyball, uma aposentada de 71 anos, disse que Mick Dunn é "um herói". "Deveriam ter dado a ele uma medalha pelo que fez", disse. O casal Honeyball foi informado sobre o incêndio pelos vizinhos.

"Uma casa é só uma casa, mas não substituiríamos Sunny. Ela fez muita diferença em nossas vidas", disse a mulher. Segundo os donos, a causa provável do incêndio foi um curto circuito na fiação elétrica da casa.


Via >  Marisa Moreno

18/03/2011

Cachorro japonês comove o país ao ajudar outro cão ferido




Flagrado por um repórter da TV japonesa entre os destroços do terremoto e da tsunami, um cachorro com estranho comportamento revela-se afinal um dos exemplos de lealdade e companheirismo no centro de uma tragédia, foram resgatados e estão em uma clínica.


Uol/Petrede

25/01/2011

Uma adoção pra lá de concorrida na Lagoa-RJ

Em dois dias, 142 animais da Região Serrana ganharam um novo lar. Feiras continuarão até o carnaval

As imagens da tragédia das chuvas na Região Serrana tocaram fundo a alma dos cariocas. Uma delas, em especial, comoveu idosos, adultos e crianças. Tratava-se de um cachorro ao lado de um túmulo. Inicialmente foi dito que era Caramelo zelando a sepultura da dona. Na verdade, Caramelo era Joe, o cachorro do coveiro. O engano, no entanto, serviu para mostrar à população a difícil realidade dos animais abandonados na região. E o voluntariado começou a se mexer.

Mais de dez dias após a tragédia, já são mais de 50 protetores de animais que vem resgatando e cuidando dos gatos e cachorros perdidos. Agora, é hora de encontrar um novo lar para eles. Em dois dias de feira de adoção realizadas na Zona Sul do Rio, 142 bichinhos ganharam novos donos.

Na realizada ontem no Parcão da Lagoa Rodrigo de Freitas, não faltou quem quisesse apagar da memória dos bichinhos os dias de fome e horror. Eram 30 cachorros e 12 gatos, mas as senhas para levar um bichinho para casa passavam de 82, e ainda havia muita gente interessada em adotar.

As irmãs Gabriela, de 6 anos, e Sophia, de 4 anos, não conseguiram pegar uma senha, mas prometeram voltar na semana que vem para levar um cachorrinho para casa.
— Quero cuidar de um cachorrinho desses. Vou colocar o nome de Lili — contou Gabriela, com o olhar de decepção por ter que adiar o sonho de ter uma mascote.

Quem chegou cedo ao Parcão teve tempo para escolher com calma. O consultor financeiro Pedro dos Santos chegou ao local às 6h20m e foi o primeiro a sair de lá com o cãozinho:
— Estou levando o cachorro para minha filha de 4 anos. Escolhi essa porque ela estava chorando muito. Os donos dela morreram e, agora, ela vai ter uma nova família.

Até o dia 8 de março, serão realizadas novas feiras de adoção.

fonte> Jornal Extra/Globo

23/01/2011

Confusão esclarecida sobre o cão Caramelo

O cachorro Joe, confundido com o cão Caramelo, na foto em que aparece ao lado de um uma cova em Teresópolis, na Região Serrana (Foto: Vanderlei Almeida/ AFP)

Ao longo da última semana, a fotografia de um cão que supostamente velava o corpo da dona vítima das chuvas na cidade de Teresópolis, Região Serrana do Rio, ganhou destaque em jornais no Brasil e no mundo. Identificado como Caramelo, o comportamento do cachorro comoveu leitores e chamou a atenção de quem buscava notícias sobre a tragédia.

Mas a história, digna de folhetim, ganhou novo capítulo a partir de uma revelação. "É tudo mentira", protestou o verdadeiro dono do animal, o coveiro Rodolfo Júnior. "O nome do cachorro da foto é Joe e está comigo há 1 ano", revelou.
Ele conta que, no dia em que a fotografia foi feita, Joe o acompanhava enquanto trabalhava como voluntário cavando sepulturas para abrigar os corpos das vítimas. "Ele deitou ao lado de uma cova. A foto foi feita e escreveram que era a dona dele, e que ele estaria ali acompanhando. E rolou esse boato todo", explicou Rodolfo.

Parceiros
Segundo o coveiro, o cão foi abandonado no Cemitério municipal Carlinda Berlim, no bairro Vale do Paraíso. "Ele havia sido adotado por uma outra pessoa, mas ela teve que voltar para o Rio de Janeiro e não pôde mais ficar com ele. Então eu o adotei. Já está comigo há 1 ano e é meu parceiro. Onde eu vou, ele vai junto", explicou.


E Caramelo, o cão que levou o mérito e virou celebridade instantânea? "Caramelo existe realmente. Ele foi encontrado no bairro do Caleme. Saiu em outra foto sendo socorrido no colo de uma pessoa", diz Rodolfo.
Apesar da confusão envolvendo os dois animais, o coveiro viu o episódio com bom humor. "Ficou engraçado, uma maluquice danada, né? Mas serviu de exemplo. Depois desta história e diante dessa tragédia, muita gente passou a recolher os cachorros que estavam na rua", destacou.

 Este é Caramelo já está em novo lar



Henrique Porto Do G1 RJ

Todos os animais que vieram da serra são adotados em feira no Rio

A feira de adoções de animais salvos das enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro, realizada neste sábado (22), em Copacabana, na Zona Sul da capital, foi um sucesso e todos os animais já foram acolhidos por novos donos. Os 60 cachorros e 40 gatos que foram trazidos para o Rio em busca de novos lares foram adotados antes mesmo do horário marcado para o final do evento, organizado por ONGs e grupos protetores de animais, e realizada na pet shop Bicho Bacana.
E quem não conseguiu acolher um dos bichinhos tem uma nova chance neste domingo, quando será realizada mais uma feira de adoção de animais abandonados da Região Serrana. Dessa vez, o evento acontece no Parcão da Lagoa, no Corte do Cantagalo, das 9h às 16h.

"Estão descendo 20 filhotes de cães e uns 15 gatos, e acredito que seja um sucesso também", disse o organizador da feira, Marco Antônio Vieira.

A destruição que atingiu municípios da Região Serrana do Rio de Janeiro, na semana passada, causada por enchentes e deslizamentos, e matou mais de 790 pessoas, também deixou centenas de animais domésticos abandonados. Muitos gatos e cachorros foram trazidos por voluntários para a capital, em uma tentativa de encontrar um novo lar para os animais, que já tomaram vermífugos, mas ainda não foram vacinados.

Para adotar um animal, basta levar um documento de identidade e comprovante de residência, além de preencher um formulário que vai servir para os organizadores acompanharem o animal.
Quem não quiser adotar pode contribuir com donativos, dinheiro e medicamentos para ajudar a manter os animais nos abrigos.

Do RJTV

17/01/2011

Cachorro que velava túmulo da dona em Teresópolis é adotado


O vira-lata Caramelo, que passou dias ao lado do túmulo da dona, Cristina Maria Cesário Santana, morta em decorrência das fortes chuvas que atingiram a Região Serrana do Rio na semana passada, ganhou um novo lar neste domingo. Adotado por uma família da Barra da Tijuca, o cãozinho não é o único a esperar pelo dono mesmo depois da sua morte.

Segundo a veterinária Andrea Lambert, membro da Comissão Especial de Proteção Animal da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que resgatou Caramelo e outros animais que ficaram sem lar por causa da chuva, histórias assim são muito comuns. – O animal doméstico tem muita lealdade –, explica. – O dono acaba sendo a referência para tudo.

Em Edimburgo, Escócia, o Skye Terrier Greyfriars Bobby chegou a ganhar uma estátua depois de passar 14 anos guardando o túmulo de seu dono, até sua própria morte em 14 de janeiro de 1872. História parecida a do filme Sempre ao seu lado (2009), protagonizado por Richard Gere, em que o o cachorro Hachiko passa anos indo sempre ao mesmo horário a uma estação de trem esperar pelo dono que morreu.

No entanto, lembra Andrea, nem todos os animais que perderam o lar e o dono por causa das chuvas na Região Serrana tiveram a sorte de Caramelo. Quem estiver interessado na adoção pode entrar em contato com a veterinária pelo telefone (21) 9632 8115 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 9632 8115      end_of_the_skype_highlighting ou pelo email andrealambertvet@gmail.com.

extra.globo.com

16/01/2011

Cão que velava a cova da tutora é resgatado por protetor em Teresópolis

Fabiano Jacob carrega no colo o fiel e amoroso cão Leão. Foto: arquivo pessoal

Trabalhando voluntariamente no socorro aos animais vítimas das enxurradas que destruíram grande parte da Região Serrana do Rio de Janeiro, Fabiano Jacob resgatou dezenas de cães que estavam vagando sem os tutores pela cidade.

Entre eles, Fabiano resgatou o cachorro chamado Leão, que durante três dias ficou ao lado da cova da sua tutora, morta na tragédia.

Segundo informações de Fabiano Jacob, todos os cães resgatados são “maravilhosos, meigos e muitos deles, carentes, se entregavam em troca de um afago naquele momento de perda.”.

Agencia de Notícias Direito dos Animais

15/01/2011

Rio de Janeiro - SOS Região Serrana: Lista completa dos postos de arrecadação para ajudar os animais

Esse cachorro chamado Leão está há dois dias ao lado do local onde sua tutora foi enterrada. Foto: Vanderlei Almeida/AFP


As enchentes na Região Serrana do Rio de Janeiro atingiram gravemente muitos animais. Até agora foram contabilizadas quase 300 mortes de cavalos, cães, gatos e outros animais. Este número pode subir ainda mais. Outras centenas de animais estão feridos e precisam muito da ajuda de todos. Parte deles estão em áreas isoladas desde a madrugada da terça-feira, sem água, sem comida.
Diante da calamidade que atingiu também os animais, em São Paulo e no Rio de Janeiro foram montados postos de arrecadação para salvar a vida desses animais vítimas da maior tragédia brasileira.

Para quem mora em outros estados, é possível fazer doações em dinheiro para WSPA:
Defensores dos Animais
Banco Bradesco
Agência 279-8
Conta-poupança: 172813-0

O que doar:
- ração (seca e em lata, para cães e gatos)
- água
- alimento especial para os mais fracos Hill’s A/D
- vermífugos
- anti pulgas e carrapatos
- medicamentos veterinários
- jornais
- potes plásticos para colocar ração e água
- toalhas
- antibióticos
- antiinflamatórios
- antitérmicos
- anestésicos
- analgésicos
- descartáveis (luvas, seringas, faixas, gaze, soro fisiológico, cateter etc)
- cobertores
- entre outros itens

Onde doar

São Paulo
  • Clínica Veterinários na Estrada
Ipiranga – Rua Marcos Portugal, 224 (próximo ao metrô Sacomã e ao terminal Sacomã de ônibus)
Contatos: (11) 5062.8522 / 2592.2645 / 8778.1792 / 8298.9261
Doações em dinheiro:
Bradesco
AG : 2925-4
C/C 4090-8
Amelia Margarida de Oliviera – ME
  • APASCS-Associação Protetora dos Animais de S.Caetano do Sul
São Caetano do Sul -  Rua Rio Grande do Sul, 653
Bairro Santo Antônio -próximo à Câmara Municipal
Contato: (11) 4229-4425 begin_of_the_skype_highlighting              (11) 4229-4425      end_of_the_skype_highlighting – Mercedes
  • Projeto Natal Animal (www.natalanimal.com.br)
Cotia – (11) 4702-4240 begin_of_the_skype_highlighting              (11) 4702-4240      end_of_the_skype_highlighting / 7086-5751 – Claudia
e-mail: natalanimal@gmail.com

Rio de Janeiro

Santa Cruz: CCZ Paulo Dacorso Filho, Largo do Bodegão, 150
Contato: (21) 3395-1595 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 3395-1595      end_of_the_skype_highlighting ou (21) 3395-2190 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 3395-2190      end_of_the_skype_highlighting / e-mail: ccz@rio.rj.gov.br
Flamengo: Rua Correa Dutra, 99 loja 5 (Distribuidora Costa Leivas)
Méier: Carla Bello – (21) 8829-9026 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 8829-9026      end_of_the_skype_highlighting
Copacabana: Lojas Bicho Bacana – Rua Santa Clara, 110 e Rua Paula Freitas, 61
Leblon: Animals Care: Avenida Bartolomeu Mitre, 455 – lojas 106 e 107
Botafogo: Patas & Penas – Rua Voluntários da Pátria, 374
Urca: Patas & Penas – Rua Marechal Cantuária, 70 – loja b
NorteShopping: Patas & Penas – Rua Dom Hélder Câmara, 1º piso
Gávea: Loja Pet Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 7
Barra da Tijuca: Loja Aquário Pet Barra – Av. Ayrton Senna, 3383 – loja 149
Bonsucesso: Avenida Brasil, esquina com a Rua Teixeira Ribeiro (passarela 9).
Centro: Campo de Santana – Praça da República,Campo de Santana, s/nº
Coelho Neto:  Praça Virgínia Cidade (próximo à estação Coelho Neto do Metrô)
Guaratiba: Fazenda Modelo – Estrada do Mato Alto, 5620 (ao lado do Posto de Saúde Maia Bittencourt)
Jacarepaguá: Praça Seca (em frente ao banco HSBC)
Largo do Machado: Praça Central (em frente à cabine da Polícia Militar, próximo à Estação Metrô)
Realengo: Praça Padre Miguel (Paralela à Avenida Santa Cruz, em frente à igreja Nossa Senhora da Conceição)
Vicente de Carvalho: Largo de Vicente de Carvalho – Av. Martin Luther King Júnior (próximo ao metrô)
Tijuca: Pet Shop Sheik – Rua Barão Mesquita nº 891, A
Niterói: Veterinária Kennel Vip – Rua Gavião Peixoto 31, Icaraí
G.A.R.R.A. – Grupo de Ação, Resgate e Reabilitação Animal
Contato: (21) 9258-8445 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 9258-8445      end_of_the_skype_highlighting – Renata

Região Serrana

GAPA: Grupo de Assistência e Proteção aos Animais Itaipava
Telefone: (24) 2222-8419 begin_of_the_skype_highlighting              (24) 2222-8419      end_of_the_skype_highlighting
Clínica Bicharada: Estrada União Indústria, 10661, Itaipava/ Petrópolis
ONG Combina (Companhia dos Bichos e da Natureza): Rua José Eugênio Muller, 36, Centro Friburgo
Abrigo daSerra, Teresópolis – contato: Eliane  Leão
Tel: (21) 9533-2956 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 9533-2956      end_of_the_skype_highlighting
Armazém do Gemmal: Estrada União e Indústria, 10.733, Itaipava –
Tel: (24) 2222.0298.
ONG Estimação: Contato: (21) 2642-1951 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 2642-1951      end_of_the_skype_highlighting / 8790-7772 – Bebete

Doações em dinheiro:
Banco Itaú – 341
Agência: 6103
Conta Corrente: 19918-5
CNPJ- 08.996.430/0001-17
ONG Estimação
Banco Itaú 341
Agência 7037
C/C 01416-9
CPF: 402.923.807-63
Maria Elizabete L. Filpi

A Coordenadoria do Bem Estar Animal de Nova Friburgo vai auxiliar todos os canis de Nova Friburgo após vistoria no local, para verificar suas necessidades e para melhor utilização das doações que serão exclusivamente usadas para minimizar o sofrimento dos animais. Todas as contas serão prestadas através da Internet.

Para doações:
Instituto Univida de Proteção Animal (veja site)
Banco Itaú
Agência: 6542
Conta corrente: 06841-3
Contatos:
Adilson Pacheco (Presidente do Univida)
(22) 2533-4035 begin_of_the_skype_highlighting              (22) 2533-4035      end_of_the_skype_highlighting e 8801-2153
Carla Freire (Coordenadoria do Bem Estar Animal de Nova Friburgo)
(22) 2522-1356 begin_of_the_skype_highlighting              (22) 2522-1356      end_of_the_skype_highlighting e 9931-3313 – coobea.nf@gmail.com
Cristina Ribeiro (voluntária)
(22) 2528-3312 begin_of_the_skype_highlighting              (22) 2528-3312      end_of_the_skype_highlighting e 9942-9655

fonte> ANDA Ag.de Notícias e Direitos dos Animais

08/10/2010

Cadela Mina vira mascote de acampamento em mina no Chile

Mina é um filhote, ninguém sabe de quanto tempo, e que virou 'mascote' do acampamento em que parentes esperam pelo resgate dos mineiros presos desde 5 de agosto na Mina San José, em Copiapó, no norte do Chile. Segundo Alonso Gallardo, cunhado do mineiro Mario Gomez, ela foi abandonada por alguma família e depois adotada pelos que ficaram no acampamento. (Foto: Giovana Sanchez/G1)

"Todo mundo dá comida, e ela nos diverte. Aqui ela ganhou um nome e um sininho no pescoço", conta ele. (Foto: Giovana Sanchez/G1)


Os 33 mineiros permanecem há 64 dias presos e devem ser resgatados no começo da semana que vem, segundo o governo chileno. (Foto: Giovana Sanchez/G1)
 
Giovana Sanchez Do G1, na Mina San José

23/08/2010

Nova Zelândia salva nove baleias encalhadas

Voluntários com o Departamento de Conservação da Nova Zelândia resgataram com sucesso nove baleias-piloto encalhadas em praia  (Carolyn Smith/Department of Conservation)

Nove baleias-piloto foram resgatadas de um grupo de 58 encalhadas na sexta-feira (20) em uma praia da Nova Zelândia, segundo fontes oficiais.
As autoridades encontraram 15 dos cetáceos com vida, e conseguiram devolver 13 ao alto-mar durante o fim de semana, mas quatro voltaram a ficar encalhadas e morreram, explicou Sioux Campbell, porta-voz do Departamento de Conservação da Nova Zelândia.
"Felizmente, não vimos as baleias hoje, o que é uma boa notícia. Estamos muito contentes de poder salvar as baleias com a ajuda da comunidade", disse ele.

Inicialmente, acreditava-se que cerca de 58 haviam morrido. Mas esse tinha sido o total de baleias encalhadas.
Cerca de 70 voluntários trabalharam sem descanso para manter os mamíferos respirando, apesar de pesarem cerca de uma tonelada e meia.
Há dois anos, mais de cem baleias-piloto encalharam na mesma praia da Nova Zelândia, que, como a vizinha Austrália, vê a cada ano mais mamíferos morrerem em suas praias.
Os cientistas desconhecem a razão pela qual algumas espécies de cetáceos acabam seus dias nessas praias, mas supõem que são atraídas por sonares de grandes navios e que sigam uma líder desorientada.

fonte>Folha Ambiente

21/08/2010

Mulher salva cachorro jogado no Rio Tietê pelo dono na Grande SP


O vira-lata Tobias foi jogado no Rio Tietê, de ponte em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, porque comeu os ovos que a galinha do dono dele havia botado (Foto: Mariana Albano/Arquivo Pessoal)

Para felicidade do vira-lata Tobias, a administradora de empresas Mariana Albano, de 28 anos, estava no lugar certo, na hora certa. Por volta das 9h30 de quinta-feira (19), quando se dirigia ao trabalho, em Guarulhos, na Grande São Paulo, ela viu quando o cachorro foi jogado pelo próprio dono no Rio Tietê, de uma ponte no centro de Mogi das Cruzes. “Eu estava passando pela ponte de carro e vi três pessoas olhando para baixo. Eu cheguei a ver o cachorro caindo”, contou.

Inconformada, ela parou e desceu do carro. “Questionei as pessoas e uma senhora me apontou o homem que tinha jogado o cachorro. Era um senhor entre 60 e 70 anos. Não era um homem em situação de rua, mas dava para perceber que era alguém carente”, disse Mariana. Em seguida, ela começou a discutir com ele, acusando-o de ter cometido um crime ao jogar o animal no rio.

“Ele me disse: ‘O cachorro é meu. Eu mato na hora que eu quiser’. Ele contou que tinha outros cinco cães e que sabia cuidar deles”, relatou Mariana. Segundo ela, a justificativa dada para que Tobias fosse jogado no rio era porque ele tinha comido os ovos botados pela galinha dele. “O cachorro devia estar morrendo de fome. Ele está muito magro, abatido”, disse a administradora.
 
Mariana, então, começou a chorar e a gritar, pedindo ajuda para que o cachorro não morresse afogado. O homem, vendo o desespero dela, a ameaçou. “Ele veio pra cima de mim, ameaçando me bater, quando peguei o celular e disse que iria chamar a polícia. Eu gritava e chorava e, mesmo assim, ninguém parou para ajudar.” Em seguida, o homem fugiu de bicicleta.

A segunda parte do drama teve início diante da resistência da polícia em atender a ocorrência. Ela, inicialmente, foi orientada a acionar o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do município. Ao afirmar que se tratava de um crime federal maltratar animais, conseguiu que fosse enviada uma equipe ao local. Em seguida, ligou para o Corpo de Bombeiros.

Enquanto isso, Tobias lutava para não ser arrastado pela correnteza nem morrer afogado. Com muito esforço, ele conseguiu nadar até a margem do rio, cujo ponto é ladeado por muros de empresas. “Não tinha como ele sair de lá. Tentei chegar próxima da margem através do muro de uma fábrica, mas a pessoa que me atendeu na porta disse que eu não poderia entrar, que aquilo era uma propriedade privada. Eu, às lágrimas, disse que entendia. No entanto, eu precisava resgatar o cachorro, que iria morrer e se ele preferia isso a me deixar entrar”, contou.


Homenagem
Os bombeiros chegaram pouco tempo depois. Segundo Mariana, um deles desceu por uma corda até a margem do rio e conseguiu atrair o cachorro, que estava assustado. Depois, amarraram o cachorro por uma corda e conseguiram erguê-lo até a ponte. Aos policiais, ela forneceu a descrição do homem que jogou o cachorro no rio e, em seguida, entrou em contato com a Delegacia Regional de Proteção do Alto Tietê, localizada em Mogi das Cruzes. “Em cinco minutos, o delegado veio ao local me atender. Tiramos fotos do cachorro e ele garantiu que iria divulgar o caso para encontrar o responsável."

O cachorro ganhou o nome de Tobias em homenagem ao sargento dos bombeiros que o tirou do rio, de acordo com a administradora. O animal foi levado para a casa da mãe, também em Mogi das Cruzes, onde foi alimentado e medicado. O próximo passo agora será encontrar um novo lar para o cão. “Vamos deixá-lo prontinho para ser doado.”

Apesar de já ter retirado das ruas e ter conseguido doar mais de 20 gatos e cerca de dez cachorros, ela não se considera uma protetora de animais. “Era algo que eu fazia individualmente, sem pedir qualquer ajuda. Faz pouco tempo que descobri na internet essa rede de protetores”, afirmou.

No dia 23 de dezembro de 2009, ela resgatou um cão da raça fila que viu desmaiado no acostamento da Rodovia Mogi-Dutra. “Ele estava machucado quando o encontrei. Depois que ele foi tratado e alimentado, ele dormiu por três dias seguidos. Agora, está na minha mãe também. Dei o nome de Klaus, em homenagem a Santa Klaus, porque o encontrei perto do Natal. É o cão mais doce que já vi”, contou.

Marcelo Mora Do G1 SP