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01/07/2012
Integrante da banda do cantor Thiaguinho fere cadela com bomba
Uma cadela vira-lata ficou gravemente ferida após a explosão de uma bomba caseira em frente a um hotel em Campinas (SP) na tarde de sábado (30). O explosivo foi jogado próximo ao animal por um integrante da banda do cantor Thiaguinho, quando o grupo deixava o local em uma van para apresentação com o músico uma casa de shows em Sumaré (SP) na noite de sábado. A bomba explodiu depois que o animal a pegou na boca. Thiaguinho não estava hospedado no local, mas informou em uma rede social que o funcionário foi demitido na tarde deste domingo (1º).
O caso foi registrado como maus-tratos contra animais no 5º Distrito Policial de Campinas por representantes da União Protetora dos Animais (UPA), que fez o resgate do animal. O delegado Antônio Erivelton Piva Junior disse que a ocorrência será encaminhada para a Delegacia de Proteção e Defesa dos Animais nesta segunda-feira (2), para que o inquérito seja instaurado. A cadela está internada em um hospital veterinário que fica próximo ao hotel. Ela teve ferimentos na boca, quebrou o maxilar, perdeu dentes, rompeu o tímpano e teve queimaduras na língua e no céu da boca. O animal está se alimentando por sondas, de acordo com os veterinários.
A recepção do Hotel Nacional Inn confirmou ao G1 que a equipe do cantor estava hospedada no local e que, no momento da explosão, a van com o grupo era o veículo mais próximo da cadela. Ainda segundo funcionários que não quiseram se identificar, Thiaguinho não estava com a equipe. No boletim de ocorrência, o responsável pela UPA que fez o registro informou que um homem que se apresentou voluntariamente como produtor da banda entrou em contato para buscar informações do estado de saúde do animal e oferecer ajuda para o tratamento.
O G1 tentou contato com a pessoa citada no documento, mas ela não foi encontrada até a publicação da reportagem.
Em uma rede social, o cantor Thiaguinho postou mensagens sobre o assunto no início da tarde deste domingo (1º), dizendo que tinha sido surpreendido com informações do envolvimento de integrantes da equipe dele em um caso de violência contra animais. "Acabei de acordar e fui surpreendido com algumas mensagens sobre um envolvimento de integrantes da minha equipe e um animal ontem", escreveu o músico.
Duas horas depois das postagens, o cantor informou que apesar de gostar muito do funcionário, a atitude dele não lhe deu escolhas e ele foi demitido.
Em comunicado à imprensa, o músico lamentou o ocorrido e diz que vai prestar todo suporte necessário para a recuperação do animal.
De acordo com a nota, o explosivo foi adquirido pelo integrante da banda na região de Campinas com o intuito de comemorar as festas junina e julina nesta época (leia a íntegra abaixo).
Mascote
O taxista Júlio Roque trabalha no ponto em frente ao hotel e foi informado do caso por colegas de trabalho, mas estava de folga na noite de sábado. Ele conta que a cadela tornou-se mascote dos taxistas há dois anos. "Ela já teve duas crias aqui, e depois nós mandamos castrá-la", completa Roque.
Leia comunicado na íntegra divulgado pelo cantor Thiaguinho
Na tarde de sábado, 30 de junho, integrantes da equipe técnica do cantor Thiaguinho se envolveram em um acidente com uma cachorra na cidade de Campinas. O fato aconteceu quando a equipe se dirigia ao local da apresentação daquela noite para os preparativos finais.
Um dos membros da equipe adquiriu um artefato explosivo na região com a intenção de comemorar o período de festas juninas, mas durante uma brincadeira infeliz e irresponsável o atirou pela janela da van. Antes que ele explodisse uma cachorra pegou o artefato, que explodiu em sua boca.
Após apurar os fatos e constatar que o acidente envolvendo um membro da sua equipe realmente aconteceu, Thiaguinho já tomou as devidas providências. E o responsável já foi desligado de sua equipe.
O cantor, que tem um grande amor pelos animais, também se prontificou a prestar todo suporte necessário para a recuperação do animal. E comovido com as imagens que viu depois do acidente pensa em adotar a cachorra, caso ela não tenha um dono.
via > G1
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15/01/2012
Mulher que confessou ter assassinado cães e gatos em SP pode ter matado mais de 30 mil animais em 8 anos
Na tarde deste sábado (14) mais de cem protetores se reuniram em frente à casa da mulher que confessou ter matado mais de 30 animais, na Vila Mariana, em SP. Dalva Lina da Silva, de 42 anos, não estava no local. Segundo testemunhas, ela saiu de casa, durante a madrugada, levando dentro de um carro caixas de transporte possivelmente com animais.
Depoimentos de vários protetores, vizinhos e de um detetive apontam que o número de animais mortos é imensamente maior do que o encontrado esta semana. Segundo o detetive particular, contratado por protetores independentes, somente nos 20 dias em que ele esteve vigiando o local, cerca de 300 animais entraram na casa dela e nenhum deles saiu.
Atitude suspeita
O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.
“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.
“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.
Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.
“Muita gente sempre desconfiou dela, mas nunca tínhamos provas”, disse Marilene dos Santos, que também atua na proteção animal. Marilene chegou a formalizar uma denúncia contra Dalva na delegacia, em novembro de 2010, mas nada foi feito.
Só o protetor Lincoln Seiji encaminhou para a falsa protetora, no último mês, 58 animais, acreditando que estava dando um bom destino aos gatos. “Acabamos confiando no demônio que sempre mentiu para todos nós. Ela abriu as portas da sua casa, espalhou os gatinhos na cozinha, mostrou que tinha uma linda criança, gatinhos adultos andando dentro da casa e toda aquela conversa mentirosa dela. Jamais imaginaria que esses animais estariam sendo entregues a uma assassina!”, desabafou Lincoln.
Ameaça
Duas protetoras que estavam no local foram ameaçadas pelo ex-marido da acusada, que saiu do carro com um revólver em sua cintura. “Ele estava armado, e nos ameaçou diretamente ao ver que pedíamos justiça contra essa assassina”, contou Angela Ledesma, uma das protetoras. “Assustadas com o teor da ameaça, registramos um BO pelo 190. A TV Record registrou tudo.”, disse Claudia Sakaki.
O clima durante a manifestação era de tristeza pelas mortes e revolta pela ineficiência da justiça brasileira – principalmente para atos de maus-tratos e crueldade contra os animais, ainda considerados de menor potencial ofensivo pela legislação do país.
Num gesto de pequena homenagem aos cães e gatos assassinados, manifestantes deixaram flores na entrada da casa. Outros levaram cartazes com pedidos de justiça e fixaram no portão.
Entre os manifestantes, havia tutores com seus animais e pessoas de todas as idades, inclusive crianças. Uma delas era um menino que passou pela calçada, olhou para a casa e disse para a mãe: “que casa amaldiçoada!”, exclamou em seu tom espontâneo de criança.
Durante a manifestação, os participantes se reuniram em uma grande roda para rezar pelos animais vítimas da matança.
Mais animais na casa
Preocupados com a hipótese de ainda haver animais dentro da casa, alguns manifestantes, com os ânimos alterados, tentaram quebrar o portão de entrada, para salvar possíveis vítimas que ainda estivessem no local. Mas a polícia interveio, explicando que só poderia adentrar o local com autorização do delegado. O momento foi registrado pela ANDA – para assistir, clique aqui.
Flagrante
Na noite do flagrante, quinta-feira (12), o detetive viu a mulher colocando pacotes na calçada e verificou que se tratavam de corpos de animais. Ele contatou os protetores, que chamaram a Polícia Militar. A mulher de 42 anos foi então detida, sob suspeita de matar 39 cães e gatos.
Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como Dalva alega.
Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos era filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.
Mercado ilegal de sangue
O assassinato desses animais é um forte indício de uma suspeita, levantada há meses por ONGs que trabalham na defesa dos animais, de que existe um comércio clandestino de sangue de animais no Brasil. As denúncias chegaram ao gabinete do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) que explicou que uma bolsa de sangue de um gato ou cachorro no mercado negro pode custar até R$ 300.
Os protetores apelam para que as pessoas que tenham dado dinheiro a Dalva com a intenção de ajudar os animais se apresentem para que ela seja denunciada também como estelionatária.
“Temos que juntar provas e depoimentos que ajudem na investigação. É hora de nos unirmos em nome de todos os animais, que não podem falar e não podem se defender. Quem já tiver entregado animais à Dalva, manifeste-se. Conte como foi, o que ela prometeu, para onde ela disse que os levaria e que destino tiveram.
Procurem em suas caixas de email conversas que possam ajudar na investigação. Essa senhora era conhecida no meio, com certeza muitos de vocês podem auxiliar no processo. Onde está aquele senhor que entregou a cadelinha com gravatinha de pet shop essa semana a ela? E todos os outros? Ninguém reconheceu seus animais nas fotos estampadas em todos os jornais? Ou no nosso boletim? Não se omitam, não sintam medo de denunciar. Sintam medo do que pode continuar acontecendo aos animais. Se precisarem de orientação jurídica, nosso advogado Rodrigo Carneiro está à disposição no email juridico@adoteumgatinho.org.br. “, clama Susan Yamamoto, fundadora da ONG Adote um Gatinho.
O Adote um Gatinho ficou com a guarda dos oito gatos e uma cadelinha econtrados vivos na casa da Dona Dalva, mas se a falsaprotetora provar de alguma forma ser inocente talvez a justiça determine que esses animais retornem a ela. “Não podemos nem imaginar isso acontecendo! Pedimos que quem não é protetor dos animais, mas acha que as leis são brandas demais e deseja justiça, ou ao menos deseja que os animais que acolhemos não voltem para as mãos dessa senhora, compartilhe essa mensagem para que ela atinja o maior número de pessoas possível. O momento é agora e contamos com a ajuda de todos”, finaliza Susan.
Abaixo assinado
Um abaixo assinado pedindo punição severa para a falsa protetora já está circulando na internet. quem quiser assinar, entre nestelink: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19131
Por Fernanda Franco (da Redação)
fonte: ANDA
Por Fernanda Franco (da Redação)
Depoimentos de vários protetores, vizinhos e de um detetive apontam que o número de animais mortos é imensamente maior do que o encontrado esta semana. Segundo o detetive particular, contratado por protetores independentes, somente nos 20 dias em que ele esteve vigiando o local, cerca de 300 animais entraram na casa dela e nenhum deles saiu.
Manifestantes pedem justiça (Foto: ANDA)
Atitude suspeita
O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.
“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.
“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.
As palavras "Justiça" e "Assassina" foram pichadas no portão e na calçada da casa (Foto: ANDA)
Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.
“Muita gente sempre desconfiou dela, mas nunca tínhamos provas”, disse Marilene dos Santos, que também atua na proteção animal. Marilene chegou a formalizar uma denúncia contra Dalva na delegacia, em novembro de 2010, mas nada foi feito.
Só o protetor Lincoln Seiji encaminhou para a falsa protetora, no último mês, 58 animais, acreditando que estava dando um bom destino aos gatos. “Acabamos confiando no demônio que sempre mentiu para todos nós. Ela abriu as portas da sua casa, espalhou os gatinhos na cozinha, mostrou que tinha uma linda criança, gatinhos adultos andando dentro da casa e toda aquela conversa mentirosa dela. Jamais imaginaria que esses animais estariam sendo entregues a uma assassina!”, desabafou Lincoln.
Ameaça
Duas protetoras que estavam no local foram ameaçadas pelo ex-marido da acusada, que saiu do carro com um revólver em sua cintura. “Ele estava armado, e nos ameaçou diretamente ao ver que pedíamos justiça contra essa assassina”, contou Angela Ledesma, uma das protetoras. “Assustadas com o teor da ameaça, registramos um BO pelo 190. A TV Record registrou tudo.”, disse Claudia Sakaki.
O clima durante a manifestação era de tristeza pelas mortes e revolta pela ineficiência da justiça brasileira – principalmente para atos de maus-tratos e crueldade contra os animais, ainda considerados de menor potencial ofensivo pela legislação do país.
Num gesto de pequena homenagem aos cães e gatos assassinados, manifestantes deixaram flores na entrada da casa. Outros levaram cartazes com pedidos de justiça e fixaram no portão.
Entre os manifestantes, havia tutores com seus animais e pessoas de todas as idades, inclusive crianças. Uma delas era um menino que passou pela calçada, olhou para a casa e disse para a mãe: “que casa amaldiçoada!”, exclamou em seu tom espontâneo de criança.
Durante a manifestação, os participantes se reuniram em uma grande roda para rezar pelos animais vítimas da matança.
Mais animais na casa
Preocupados com a hipótese de ainda haver animais dentro da casa, alguns manifestantes, com os ânimos alterados, tentaram quebrar o portão de entrada, para salvar possíveis vítimas que ainda estivessem no local. Mas a polícia interveio, explicando que só poderia adentrar o local com autorização do delegado. O momento foi registrado pela ANDA – para assistir, clique aqui.
Flagrante
Na noite do flagrante, quinta-feira (12), o detetive viu a mulher colocando pacotes na calçada e verificou que se tratavam de corpos de animais. Ele contatou os protetores, que chamaram a Polícia Militar. A mulher de 42 anos foi então detida, sob suspeita de matar 39 cães e gatos.
Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como Dalva alega.
Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos era filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.
Mercado ilegal de sangue
O assassinato desses animais é um forte indício de uma suspeita, levantada há meses por ONGs que trabalham na defesa dos animais, de que existe um comércio clandestino de sangue de animais no Brasil. As denúncias chegaram ao gabinete do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) que explicou que uma bolsa de sangue de um gato ou cachorro no mercado negro pode custar até R$ 300.
Os protetores apelam para que as pessoas que tenham dado dinheiro a Dalva com a intenção de ajudar os animais se apresentem para que ela seja denunciada também como estelionatária.
“Temos que juntar provas e depoimentos que ajudem na investigação. É hora de nos unirmos em nome de todos os animais, que não podem falar e não podem se defender. Quem já tiver entregado animais à Dalva, manifeste-se. Conte como foi, o que ela prometeu, para onde ela disse que os levaria e que destino tiveram.
Procurem em suas caixas de email conversas que possam ajudar na investigação. Essa senhora era conhecida no meio, com certeza muitos de vocês podem auxiliar no processo. Onde está aquele senhor que entregou a cadelinha com gravatinha de pet shop essa semana a ela? E todos os outros? Ninguém reconheceu seus animais nas fotos estampadas em todos os jornais? Ou no nosso boletim? Não se omitam, não sintam medo de denunciar. Sintam medo do que pode continuar acontecendo aos animais. Se precisarem de orientação jurídica, nosso advogado Rodrigo Carneiro está à disposição no email juridico@adoteumgatinho.org.br. “, clama Susan Yamamoto, fundadora da ONG Adote um Gatinho.
O Adote um Gatinho ficou com a guarda dos oito gatos e uma cadelinha econtrados vivos na casa da Dona Dalva, mas se a falsaprotetora provar de alguma forma ser inocente talvez a justiça determine que esses animais retornem a ela. “Não podemos nem imaginar isso acontecendo! Pedimos que quem não é protetor dos animais, mas acha que as leis são brandas demais e deseja justiça, ou ao menos deseja que os animais que acolhemos não voltem para as mãos dessa senhora, compartilhe essa mensagem para que ela atinja o maior número de pessoas possível. O momento é agora e contamos com a ajuda de todos”, finaliza Susan.
Abaixo assinado
Um abaixo assinado pedindo punição severa para a falsa protetora já está circulando na internet. quem quiser assinar, entre nestelink: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19131
A pobre cachorrinha da foto com lacinho foi entregue a falsa protetora Dalva Lina e foi morta horas depois. Chegou feliz achando que tinha encontrado um lar. Estava grávida. Foto: sem crédito
Por Fernanda Franco (da Redação)
fonte: ANDA
Por Fernanda Franco (da Redação)
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13/01/2012
Deputado: morte de cães e gatos é para mercado negro de sangue
A polícia de São Paulo encontrou 33 cães e gatos mortos em frente a uma casa na Vila Mariana, zona sul da cidade, na madrugada desta sexta-feira
Foto: Helio Torchi/Futura Press
Foto: Helio Torchi/Futura Press
A morte de 33 cães e gatos na madrugada desta sexta-feira em São Paulo é um forte indício de uma suspeita, levantada há meses por ONGs que trabalham na defesa dos bichos, de que existe um comércio clandestino de sangue de animais no Brasil. As denúncias chegaram ao gabinete do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), da Frente Parlamentar Ambientalista do Congresso, que explicou ao Terra que uma bolsa de sangue de um gato ou cachorro no mercado negro pode custar até R$ 300. Ele não acredita em outra hipótese para os cadáveres encontrados hoje em uma rua na Vila Mariana, zona sul da capital.
"Você não faz um ritual religioso com 30 animais, pois o volume é muito grande e não há necessidade. Sem sombra de dúvidas pode haver um comércio paralelo para o sangue dos bichos, pois uma bolsa, segundo as ONGs que trabalham conosco, custa até R$ 300. Elas seriam vendidas para veterinários, clínicas e hospitais, para depois serem usadas em transfusões e outros fins. O inquérito policial deve confirmar", afirmou Tripoli.
Ele disse que solicitou à Universidade de São Paulo (USP) o exame dos cadáveres dos cães e gatos e o inquérito. O deputado ressalta que algumas ONGs já o vinham alertando sobre a suspeita e inclusive contrataram detetives particulares. "As ONGs já tinham se reunido para fazer uma investigação paralela para tentar entender porque eram encontrados animais na rua, em sacos. A apreensão de hoje demonstrou que a quantidade era grande e que os animais basicamente não tinham sangue à mostra", salientou Tripoli.
Nesta madrugada, o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) de São Paulo deteve, após denúncias de maus tratos, Dalva Lina da Silva, 42 anos, suspeita de matar os animais. Ela foi localizada no bairro Vila Mariana e os animais estavam em sacos de lixo em frente à casa dela.
Na garagem da residência havia diversas gaiolas para transporte de animais. Na noite de quinta, ela foi vista jogando os bichos mortos no lixo. Segundo a PM, ela falou que sedava e sacrificava alguns animais porque eles sentiam dor. Segundo a polícia, a mulher foi liberada porque o caso é considerado de menor potencial ofensivo. Ela afirmou que recebeu os cães e gatos doentes e tentou tratá-los, mas como não obteve sucesso, aplicou anestésico para que cinco deles morressem sem dor.
Polícia não descarta comércio de sangue
O delegado Wilson Correia, do DPPC, não descartou a hipótese do tráfico de sangue. Porém, ele prefere aguardar pelos exames veterinários. "Queremos saber as causas das mortes. Ela disse que matou apenas cinco, em estado terminal, mas não explicou as outras. Vamos checar para ver se realmente procede esta denúncia".
"É um mercado que até então ninguém imaginava que existisse, um mercado negro, porque o que ocorre é que os animais foram encontrados sem sangue e uma boa parte de anestésicos foi achada na residência. São indícios claros", ressaltou o deputado Ricardo Tripoli.
fonte: Terra
Mauricio Tonetto
29/11/2011
Protetores de Animais vão à Brasília entregar Petição Lei Lobo
A comissão encabeçada pelo ator Marcelo Médici e composta por diversas
ONGs de proteção animal foi hoje à Brasília para entregar a autoridades a
petição em que pedem leis mais duras nos casos de maus-tratos contra
animais. Os ativistas batizaram o pedido de projeto de lei como "Lei
Lobo", devido ao cão Lobo, um rottweiler arrastado esse mês em
Piracicaba na picape de seu dono e que não resistiu aos ferimentos.
Hoje, o ator postou em seu Twitter uma nova notícia de um cão arrastado pelo asfalto pelo dono, dessa vez no estado da Paraíba. "Vocês não imaginam quanto me custa divulgar notícias como essa, de mais um cão sendo torturado. Mas não podemos fingir que não está acontecendo", disse, no microblog.
fonte> WEBCÃES
Hoje, o ator postou em seu Twitter uma nova notícia de um cão arrastado pelo asfalto pelo dono, dessa vez no estado da Paraíba. "Vocês não imaginam quanto me custa divulgar notícias como essa, de mais um cão sendo torturado. Mas não podemos fingir que não está acontecendo", disse, no microblog.
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20/11/2011
O Brasil precisa ser rígido contra os maus tratos aos animais
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Lobo, o cão que foi arrastado em Piracicaba, é cremado
Lobo
Desde que saiu do Centro de Controle de Zoonose (CCZ) de Piracicaba para dar continuidade ao tratamento dos ferimentos, causados no dia 2 de novembro ao ser arrastado por uma picape, o cão estava em uma clínica da cidade sob a responsabilidade da ONG Vira Lata Vira Vida. No dia 15/11 o quadro de saúde do Lobo piorou e na madruga do dia 16 acabou morrendo. O corpo do rottweiler foi levado para Campinas, para realização de uma necropsia, na tentativa de identificar a causa do óbito.
Como o dono bicho era o motorista que dirigia o veículo que arrastou o rottweiler, ele está sendo acusado de maus-tratos e o seu advogado teria entrado com um pedido na Justiça para ter a posse do animal e realizar novos exames. Isso porque, até agora, não foram conclusivas algumas das análises feitas em Campinas. A solicitação da defesa fez com que o corpo retornasse ao CCZ, aguardando a decisão judicial, impossibilitando os responsáveis da ONG realizar a cremação do cão.
Na tarde de ontem, a entidade comunicou em seu site que recebeu a transferência do corpo do rottweiler, legalizada pela Procuradoria Jurídica do Município, e que o procedimento seria realizado em Campinas, naquele mesmo dia, às 20h, pela Eden Pet (www.edenpet.com.br).
Segundo Pedro Milani, um dos proprietários da empresa, que realizou a cremação do animal gratuitamente para a ONG, todos os passos do procedimento foram acompanhados de perto pelos representantes das entidades. “Os responsáveis do CCZ de Piracicaba registraram todos os detalhes, do transporte até a entrega das cinzas à presidente da ONG Vira Lata Vira Vida, que estava muito triste e abalada.” As cinzas do Lobo foram colocadas em uma urna ecológica, biodegradável, que pode ser enterrada.
Em nota publicada no portal da organização, os representantes da Vira Lata Vira Vida convidaram todos que acompanharam a história do Lobo a comparecer a homenagem realizada hoje, lembrando que, se ele estivesse vivo, “estaria se recuperando no abrigo, ao lado dos funcionários, cuidadores, veterinária e voluntários”. Segundo a presidente da ONG, as cinzas do Lobo voltaram a Piracicaba e foram enterradas em um espaço do abrigo para que ele seja sempre lembrado. “Um animal que mobilizou todo o país a pensar sobre a violência e a necessidade de se rediscutir as leis e punições aos autores de maus-tratos.”

Imagem da urna utilizada para colocar as cinzas do Lobo - Crédito: Eden Pet
A última informação divulgada no site Vira Lata Vira Vida relata a despedida:
“Cerca de 25 pessoas acompanharam hoje a cerimônia de despedida do cão Lobo, cremado ontem à noite no Eden Pet de Campinas. As cinzas do Lobo foram enterradas e sobre elas foi plantado um jasmim, que será cultivado por todos que frequentam o abrigo.”
fonte:> http://blogs.estadao.com.br/conversa-de-bicho
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17/11/2011
Campanha na web pede punição severa para quem maltrata animais
Uma campanha na internet pede punição mais severa para quem maltrata ou abandona animais. A mobilização começou depois da morte do cachorro Lobo, um rottweiler que foi arrastado por pelo menos 1 km em Piracicaba, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (15). A petição pede mudanças nas leis atuais para que elas se tornem mais severas nos casos de maus-tratos, abandono e morte com ou sem dolo dos donos.
Em São Paulo, existe o Código de Proteção aos Animais, uma lei estadual de 2005 que proíbe qualquer tipo de mau-trato a animais silvestres ou domésticos. O agressor deve ser advertido, pode ser multado e até perder a guarda do bicho.
Cão poderá ser cremado
O corpo do rottweiler Lobo poderá ser cremado, com direito à transmissão da cerimônia pela internet, segundo Miriam Miranda, presidente da organização não governamental (ONG) Vira-lata Vira Vida. Outra opção é que o corpo seja enterrado em um terreno do abrigo mantido pela ONG na cidade.
Segundo Miranda, uma empresa especializada em velório de animais de estimação de São Paulo se ofereceu para realizar a cremação do corpo e enviar as cinzas de volta para a ONG. "A nossa intenção é transformar a cerimônia em um marco para que o ocorreu não seja esquecido, para que uma violência dessas contra um animal não volte a se repetir", afirmou. Caso se confirme a cremação, as cinzas do rottweiller seriam depositadas em uma urna, que, por sua vez, seria instalada em um local específico em um jardim da ONG.
O cachorro foi amarrado ao carro de seu dono e arrastado no início deste mês por cerca de 1 km pelas vias de Piracicaba. Lobo estava internado desde o acidente e teve uma de suas patas amputadas como consequência da violência sofrida. Antes de morrer, o animal foi submetido a duas cirurgias.
Por enquanto, o corpo do rottweiler está sob a tutela do Centro de Controle de Zoonoses da cidade e depende de decisão judicial para ter uma destinação, segundo a advogada da ONG Rosana Junqueira. "A defesa (do dono do cão) pode requerer algum exame", explicou.
O sepultamento dependeria, neste caso, de um pedido por parte do CCZ e o devido aval da Justiça. Segundo a advogada, o dono do animal não havia entrado, até as 16h desta quarta-feira (16), com qualquer pedido no fórum central do município para reaver o corpo do cachorro.
O corpo do rottweiler foi enviado a um laboratório de Campinas, a 91 km da capital, para a realização da necropsia, que deverá apontar a causa da morte. "O laudo deverá ficar pronto de cinco a sete dias. Daí poderemos dar um parecer mais concreto", disse.
Termo circunstanciado
O dono do animal foi identificado e multado pela Polícia Ambiental em R$ 1.500 por maus-tratos contra animais. As investigações foram encerradas na sexta-feira (11) pelo delegado do 2º Distrito Policial de Piracicaba, Wilson Sabino. Ele finalizou o termo circunstanciado, usado quando a pena máxima para o crime é de até dois anos de prisão ou multa, e o enviou para o Juizado Especial Criminal da cidade.
O mecânico Claudio César Messias, que conduzia a caminhonete, disse que foi um acidente. Em depoimento à polícia, Messias afirmou que passeava com o cão, que pulou da carroceria da picape sem que ele notasse. “Só percebi que o estava arrastando quando um motoqueiro me parou e avisou. Fui embora porque achei que ele tivesse morrido, me deu um branco, um desespero e saí”, afirmou, na ocasião.
Para assinar a Petição #LeiLobo
http://peticaopublica.com.br/?pi=P2011N16665
do G1
Em São Paulo, existe o Código de Proteção aos Animais, uma lei estadual de 2005 que proíbe qualquer tipo de mau-trato a animais silvestres ou domésticos. O agressor deve ser advertido, pode ser multado e até perder a guarda do bicho.
Cão poderá ser cremado
O corpo do rottweiler Lobo poderá ser cremado, com direito à transmissão da cerimônia pela internet, segundo Miriam Miranda, presidente da organização não governamental (ONG) Vira-lata Vira Vida. Outra opção é que o corpo seja enterrado em um terreno do abrigo mantido pela ONG na cidade.
Segundo Miranda, uma empresa especializada em velório de animais de estimação de São Paulo se ofereceu para realizar a cremação do corpo e enviar as cinzas de volta para a ONG. "A nossa intenção é transformar a cerimônia em um marco para que o ocorreu não seja esquecido, para que uma violência dessas contra um animal não volte a se repetir", afirmou. Caso se confirme a cremação, as cinzas do rottweiller seriam depositadas em uma urna, que, por sua vez, seria instalada em um local específico em um jardim da ONG.
O cachorro foi amarrado ao carro de seu dono e arrastado no início deste mês por cerca de 1 km pelas vias de Piracicaba. Lobo estava internado desde o acidente e teve uma de suas patas amputadas como consequência da violência sofrida. Antes de morrer, o animal foi submetido a duas cirurgias.
Por enquanto, o corpo do rottweiler está sob a tutela do Centro de Controle de Zoonoses da cidade e depende de decisão judicial para ter uma destinação, segundo a advogada da ONG Rosana Junqueira. "A defesa (do dono do cão) pode requerer algum exame", explicou.
O sepultamento dependeria, neste caso, de um pedido por parte do CCZ e o devido aval da Justiça. Segundo a advogada, o dono do animal não havia entrado, até as 16h desta quarta-feira (16), com qualquer pedido no fórum central do município para reaver o corpo do cachorro.
O corpo do rottweiler foi enviado a um laboratório de Campinas, a 91 km da capital, para a realização da necropsia, que deverá apontar a causa da morte. "O laudo deverá ficar pronto de cinco a sete dias. Daí poderemos dar um parecer mais concreto", disse.
Termo circunstanciado
O dono do animal foi identificado e multado pela Polícia Ambiental em R$ 1.500 por maus-tratos contra animais. As investigações foram encerradas na sexta-feira (11) pelo delegado do 2º Distrito Policial de Piracicaba, Wilson Sabino. Ele finalizou o termo circunstanciado, usado quando a pena máxima para o crime é de até dois anos de prisão ou multa, e o enviou para o Juizado Especial Criminal da cidade.
O mecânico Claudio César Messias, que conduzia a caminhonete, disse que foi um acidente. Em depoimento à polícia, Messias afirmou que passeava com o cão, que pulou da carroceria da picape sem que ele notasse. “Só percebi que o estava arrastando quando um motoqueiro me parou e avisou. Fui embora porque achei que ele tivesse morrido, me deu um branco, um desespero e saí”, afirmou, na ocasião.
Para assinar a Petição #LeiLobo
http://peticaopublica.com.br/?pi=P2011N16665
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16/11/2011
Morre Lobo, o cão arrastado por tutor, em Piracicaba (SP)
O
cachorro rottweiller Lobo, que foi arrastado preso a um carro por
quarteirões no último dia 2 de novembro, morreu por "complicações no seu
quadro clínico" em Piracicaba, interior de São Paulo. Foto: Divulgação
A ONG Vira Lata Vira Vida informou no início da madrugada desta
quarta-feira (16) que o cachorro rottweiller Lobo morreu por
“complicações no seu quadro clínico”. O animal, que foi arrastado preso a um carro por quarteirões no último dia 2 de novembro, teve uma das patas dianteiras amputada na segunda-feira (7).Segundo o comunicado, postado na página oficial da ONG no Facebook (confira aqui), Lobo foi acompanhado por uma equipe durante 15 dias de “luta”. A entidade pretende divulgar detalhes sobre a morte do animal ainda hoje, após necropsia.
Multa ao tutor
No último dia 9, a Prefeitura de Piracicaba (160 km de São Paulo) comunicou que iria multar o tutor do animal. A informação foi confirmada pela Secretaria da Saúde ao UOL Notícias. A intenção da administração é aplicar a multa por maus-tratos. A pena máxima prevista na legislação municipal para esse tipo de crime é de R$ 1.500.
A secretaria informou que a Procuradoria Geral do Município orientou o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) a aplicar a multa após a conclusão do inquérito policial, que corre na Polícia Civil desde a semana passada.
Crime
O tutor do cão, o mecânico Cláudio César Messias, alegou à polícia que arrastou o cachorro por acidente. Ele disse que transportava o animal na caçamba do veículo. O tutor justificou-se, dizendo que fugiu do local do crime porque achou que o cão já estivesse morto.
Duas testemunhas, no entanto, contaram à polícia que Messias disse que queria matá-lo. Foram eles que gritaram para que o mecânico parasse o veículo enquanto arrastava o cão.
O presidente da SPPA (Sociedade Protetora dos Animais), Luiz Américo Chittolina, entrou com uma representação no Ministério Público na última sexta-feira, pedindo punições contra o tutor do animal.
Além da multa da prefeitura, Messias também deve ser multado pela Polícia Ambiental por maus-tratos, baseada na lei federal número 9.605/98 de crime ambiental, que prevê multa de R$ 1.500. O mecânico, no entanto, pode recorrer.
Messias foi procurado para se manifestar sobre o caso, mas não foi localizado.
Fonte: UOL
Nota da Redação: Indignação, revolta, tristeza, dor. Estes são nossos sentimentos em relação à morte de Lobo. Uma violência brutal cometida contra um cão inocente e indefeso por seu próprio tutor, aquele que deveria ser o grande cuidador foi o pior inimigo. As leis brasileiras em geral são brandas para com os criminosos, mais ainda quando os crimes são contra animais, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos. Isto precisa mudar. A sociedade deve exigir mudanças radicais nas punições de crimes cometidos contra todos os animais. Que este caso motive as autoridades, a sociedade, os defensores de animais a darem um basta nas penas brandas aos que cometem crimes crueis contra os animais.
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07/11/2011
Cão arrastado por carro em Piracicaba tem pata amputada
Cão já passou por uma cirurgia (Foto: Karla Gigo/EPTV)
O rotweiller que foi arrastado pelo carro de seu dono por pelo menos 1 km em Piracicaba, no interior de São Paulo, teve a pata amputada nesta segunda-feira (7). A cirurgia aconteceu por volta das 18h. O cão irá passar a noite internado. O estado de saúde dele é estável.
Segundo os veterinários, não há previsão de alta para o cachorro. O animal já havia passado por uma cirurgia para evitar a amputação. No entanto, segundo Armando Frasson, veterinário que acompanha o caso, o sangue não estava chegando corretamente à pata e, por isso, a cirurgia foi necessária.
A ONG Vira-Lata Vira-Vida mantém na internet uma página onde são divulgadas informações sobre o tratamento do cachorro, chamado de Lobo. Segundo Miriam Miranda, presidente da organização, o caso gerou uma repercussão muito grande e a ONG recebeu apoio de pessoas até mesmo de fora do país. "Foi um caso assombroso e nós recebemos solidariedade [de] pessoas querendo ajudar da Alemanha, Chile e Portugal", disse.
Ainda não está definido o destino do animal após a saída do hospital. Diversos pedidos de adoção já foram feitos. No entanto, por conta do processo criminal, somente a justiça deverá decidir para onde Lobo será encaminhado.
Dono
O dono de Lobo foi localizado pela Polícia Civil na tarde de quinta-feira (3). O mecânico Claudio César Messias, que conduzia a caminhonete, disse que foi um acidente. Em depoimento à polícia, Messias afirmou que passeava com o cão, que pulou da carroceria da picape sem que ele notasse. “Só percebi que o estava arrastando quando um motoqueiro me parou e avisou. Fui embora porque achei que ele tivesse morrido, me deu um branco, um desespero e saí”, afirmou.
O delegado Wilson Sabino informou que será feita perícia na caminhonete e na corda que prendia o cachorro. Em seguida, as testemunhas serão ouvidas. “Vamos ver se há divergência entre o que ele disse e o relato das testemunhas. A princípio, o que eu penso é que é preciso ter cautela com os animais domésticos. Se ele queria passear com o cão na caminhonete, deveria se cercar de cuidados maiores”, disse o delegado.
O mecânico vai responder por abuso a animais, crime previsto no artigo 32 da Lei de Defesa ao Meio Ambiente. Ele aguarda o correr das investigações em liberdade, já que não houve uma situação de flagrante. Caso seja condenado, a pena pode chegar a um ano de prisão, além de multa.
G1
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