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27/08/2012
ONG ignora pedido de Thiaguinho e adota cadela ferida por bomba
A cadela 'Menina', ferida por uma bomba lançada pelo produtor de Thiaguinho, ex-Exaltasamba, ganhou um lar definitivo após 58 dias. O presidente da organização não-governamental (ONG) União Protetora dos Animais (UPA) deixou de lado uma lista que contava com pelo menos 238 interessados, entre eles o músico, e adotou o animal.
"Não se trata de furar a fila. Fiquei tratando dela durante esse período difícil e um se apegou ao outro. Dava comida especial por causa da fratura na mandíbula, antibiótico. Sem falsa modéstia, ela está com proteção. Nosso pensamento é com o animal", explica Feliciano Filho. Na tarde desta segunda-feira (27), o site oficial da ONG ainda exibia um logo com o título "Adote a cadela Menina" aos visitantes.
Sobre o interesse de Thiaguinho, o presidente da UPA conta que o músico não poderia ser escolhido como novo proprietário, uma vez que mora em apartamento, possui outros dois animais e agenda com grande quantidade de compromissos. Após repercussão do incidente, o pagodeiro visitou o animal e enviou uma carta para manifestar a vontade em adotá-lo. Procurada pelo G1, a assessoria de Thiaguinho não foi encontrada para comentar o assunto.
Filho reitera que a organização resgata cerca de 120 animais por mês. Além disso, explica que também decidiu adotar "a mãe" dos filhotes de cachorros queimados vivos próximo à CDHU do Campo Grande, em Campinas (SP). "Eu me emociono, no fim não tem jeito", conta o presidente da ONG.
Investigações e denúncias
O ex-produtor do pagodeiro, José Manoel Giardini Sobrinho, assumiu ter jogado o explosivo no animal. O titular da Delegacia de Defesa aos Animais, Antônio Erivelton Piva Júnior, encaminhou o inquérito à Justiça após ouvir 11 testemunhas. Durante o depoimento, ele chorou e disse ter sido demitido após o incidente.
O ex-produtor pode ser responsabilizado por maus-tratos contra animais, cuja pena de detenção varia de um a três anos. Sobre o caso dos filhotes queimados, Piva Jr. disse que precisa ouvir o depoimento do suspeito apontado por testemunhas como responsável pelas mortes, para concluir o inquérito.
G1
22/01/2012
Avenida Paulista tem ato contra maus-tratos a animais
Cerca de 7 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, participaram na manhã deste domingo (22) de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, contra maus-tratos aos animais, pedindo mudanças na legislação atual para que puna com mais rigor esse tipo de crime. A organização do evento "Crueldade Nunca Mais", que ocorre de forma simultânea em diversas cidades do país, estimou em quase 10 mil pessoas o público na Paulista. Também ocorreram maifestações no Rio, Paraná, Distrito Federal, Fortaleza, Campo Grande, Manaus, Belo Horizonte, neste domingo, e em Goiânia, no sábado (21).
fotos:Arquivo Meus Viralatas
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21/01/2012
O BLOG APOIA A MANIFESTAÇÃO "CRUELDADE NUNCA MAIS"
DATA DA MANIFESTAÇÃO: 22 DE JANEIRO DE 2012 (DOMINGO) - HORÁRIO: 10h00
Todos juntos sairemos na luta pelo respeito aos animais. A manifestação acontecerá simultaneamente em várias cidades do Brasil.
CLIQUE AQUI para ver todas as cidades e locais confirmados.
REIVINDICAÇÃO:
PENALIZAÇÃO CORRETA E EFETIVA PARA QUEM COMETE CRUELDADES E MAUS TRATOS AOS ANIMAIS!
OS ANIMAIS PEDEM JUSTIÇA!
A lei atual é branda e não pune devidamente quem comete crimes contra animais.
Esta manifestação é o início de uma série de ações para uma penalização correta contra a crueldade aos animais.
A petição oficial do movimento (abaixo assinado) tem por objetivo coletar 1 milhão e meio de assinaturas em todo país, e já está sendo elaborada.
Para assiná-la, cadastre seu e-mail no site www.crueldadenuncamais.com.br e aguarde nosso contato.
SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL!
JUNTE-SE A NÓS E LUTE POR ELES!
NORMAS:
- A manifestação CRUELDADE NUNCA MAIS é um movimento PACÍFICO e respeitador das leis, idealizado e organizado pelos protetores de animais do Brasil, o qual será o início de uma série de ações que visam a penalização correta para crimes de maus tratos aos animais.
- Os animais não deverão ser levados à manifestação.
- Cada cidade organizará o formato da manifestação de acordo com as normas e condições locais.
- Os manifestantes deverão levar sacolinhas para a coleta do lixo.
- Os manifestantes poderão levar cartazes e faixas com as seguintes frases:
OS ANIMAIS PEDEM JUSTIÇA!
CRUELDADES CONTRA ANIMAIS: LEIS MAIS RÍGIDAS E CADEIA!
OS ANIMAIS NÃO VOTAM, MAS NÓS SIM!
CRIMES CONTRA ANIMAIS DEVEM SER PUNIDOS COM RIGOR!
CHEGA DE IMPUNIDADE PARA CRIMES CONTRA ANIMAIS!
BRASIL, MOSTRA A TUA CARA LIMPA DE CRUELDADE!
- As faixas deverão ter no máximo 2m de largura.
- Frases ofensivas e que incitam a violência não serão permitidas.
Todos juntos sairemos na luta pelo respeito aos animais. A manifestação acontecerá simultaneamente em várias cidades do Brasil.
CLIQUE AQUI para ver todas as cidades e locais confirmados.
REIVINDICAÇÃO:
PENALIZAÇÃO CORRETA E EFETIVA PARA QUEM COMETE CRUELDADES E MAUS TRATOS AOS ANIMAIS!
OS ANIMAIS PEDEM JUSTIÇA!
A lei atual é branda e não pune devidamente quem comete crimes contra animais.
Esta manifestação é o início de uma série de ações para uma penalização correta contra a crueldade aos animais.
A petição oficial do movimento (abaixo assinado) tem por objetivo coletar 1 milhão e meio de assinaturas em todo país, e já está sendo elaborada.
Para assiná-la, cadastre seu e-mail no site www.crueldadenuncamais.com.br e aguarde nosso contato.
SUA PARTICIPAÇÃO É FUNDAMENTAL!
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NORMAS:
- A manifestação CRUELDADE NUNCA MAIS é um movimento PACÍFICO e respeitador das leis, idealizado e organizado pelos protetores de animais do Brasil, o qual será o início de uma série de ações que visam a penalização correta para crimes de maus tratos aos animais.
- Os animais não deverão ser levados à manifestação.
- Cada cidade organizará o formato da manifestação de acordo com as normas e condições locais.
- Os manifestantes deverão levar sacolinhas para a coleta do lixo.
- Os manifestantes poderão levar cartazes e faixas com as seguintes frases:
OS ANIMAIS PEDEM JUSTIÇA!
CRUELDADES CONTRA ANIMAIS: LEIS MAIS RÍGIDAS E CADEIA!
OS ANIMAIS NÃO VOTAM, MAS NÓS SIM!
CRIMES CONTRA ANIMAIS DEVEM SER PUNIDOS COM RIGOR!
CHEGA DE IMPUNIDADE PARA CRIMES CONTRA ANIMAIS!
BRASIL, MOSTRA A TUA CARA LIMPA DE CRUELDADE!
- As faixas deverão ter no máximo 2m de largura.
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15/01/2012
Mulher que confessou ter assassinado cães e gatos em SP pode ter matado mais de 30 mil animais em 8 anos
Na tarde deste sábado (14) mais de cem protetores se reuniram em frente à casa da mulher que confessou ter matado mais de 30 animais, na Vila Mariana, em SP. Dalva Lina da Silva, de 42 anos, não estava no local. Segundo testemunhas, ela saiu de casa, durante a madrugada, levando dentro de um carro caixas de transporte possivelmente com animais.
Depoimentos de vários protetores, vizinhos e de um detetive apontam que o número de animais mortos é imensamente maior do que o encontrado esta semana. Segundo o detetive particular, contratado por protetores independentes, somente nos 20 dias em que ele esteve vigiando o local, cerca de 300 animais entraram na casa dela e nenhum deles saiu.
Atitude suspeita
O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.
“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.
“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.
Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.
“Muita gente sempre desconfiou dela, mas nunca tínhamos provas”, disse Marilene dos Santos, que também atua na proteção animal. Marilene chegou a formalizar uma denúncia contra Dalva na delegacia, em novembro de 2010, mas nada foi feito.
Só o protetor Lincoln Seiji encaminhou para a falsa protetora, no último mês, 58 animais, acreditando que estava dando um bom destino aos gatos. “Acabamos confiando no demônio que sempre mentiu para todos nós. Ela abriu as portas da sua casa, espalhou os gatinhos na cozinha, mostrou que tinha uma linda criança, gatinhos adultos andando dentro da casa e toda aquela conversa mentirosa dela. Jamais imaginaria que esses animais estariam sendo entregues a uma assassina!”, desabafou Lincoln.
Ameaça
Duas protetoras que estavam no local foram ameaçadas pelo ex-marido da acusada, que saiu do carro com um revólver em sua cintura. “Ele estava armado, e nos ameaçou diretamente ao ver que pedíamos justiça contra essa assassina”, contou Angela Ledesma, uma das protetoras. “Assustadas com o teor da ameaça, registramos um BO pelo 190. A TV Record registrou tudo.”, disse Claudia Sakaki.
O clima durante a manifestação era de tristeza pelas mortes e revolta pela ineficiência da justiça brasileira – principalmente para atos de maus-tratos e crueldade contra os animais, ainda considerados de menor potencial ofensivo pela legislação do país.
Num gesto de pequena homenagem aos cães e gatos assassinados, manifestantes deixaram flores na entrada da casa. Outros levaram cartazes com pedidos de justiça e fixaram no portão.
Entre os manifestantes, havia tutores com seus animais e pessoas de todas as idades, inclusive crianças. Uma delas era um menino que passou pela calçada, olhou para a casa e disse para a mãe: “que casa amaldiçoada!”, exclamou em seu tom espontâneo de criança.
Durante a manifestação, os participantes se reuniram em uma grande roda para rezar pelos animais vítimas da matança.
Mais animais na casa
Preocupados com a hipótese de ainda haver animais dentro da casa, alguns manifestantes, com os ânimos alterados, tentaram quebrar o portão de entrada, para salvar possíveis vítimas que ainda estivessem no local. Mas a polícia interveio, explicando que só poderia adentrar o local com autorização do delegado. O momento foi registrado pela ANDA – para assistir, clique aqui.
Flagrante
Na noite do flagrante, quinta-feira (12), o detetive viu a mulher colocando pacotes na calçada e verificou que se tratavam de corpos de animais. Ele contatou os protetores, que chamaram a Polícia Militar. A mulher de 42 anos foi então detida, sob suspeita de matar 39 cães e gatos.
Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como Dalva alega.
Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos era filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.
Mercado ilegal de sangue
O assassinato desses animais é um forte indício de uma suspeita, levantada há meses por ONGs que trabalham na defesa dos animais, de que existe um comércio clandestino de sangue de animais no Brasil. As denúncias chegaram ao gabinete do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) que explicou que uma bolsa de sangue de um gato ou cachorro no mercado negro pode custar até R$ 300.
Os protetores apelam para que as pessoas que tenham dado dinheiro a Dalva com a intenção de ajudar os animais se apresentem para que ela seja denunciada também como estelionatária.
“Temos que juntar provas e depoimentos que ajudem na investigação. É hora de nos unirmos em nome de todos os animais, que não podem falar e não podem se defender. Quem já tiver entregado animais à Dalva, manifeste-se. Conte como foi, o que ela prometeu, para onde ela disse que os levaria e que destino tiveram.
Procurem em suas caixas de email conversas que possam ajudar na investigação. Essa senhora era conhecida no meio, com certeza muitos de vocês podem auxiliar no processo. Onde está aquele senhor que entregou a cadelinha com gravatinha de pet shop essa semana a ela? E todos os outros? Ninguém reconheceu seus animais nas fotos estampadas em todos os jornais? Ou no nosso boletim? Não se omitam, não sintam medo de denunciar. Sintam medo do que pode continuar acontecendo aos animais. Se precisarem de orientação jurídica, nosso advogado Rodrigo Carneiro está à disposição no email juridico@adoteumgatinho.org.br. “, clama Susan Yamamoto, fundadora da ONG Adote um Gatinho.
O Adote um Gatinho ficou com a guarda dos oito gatos e uma cadelinha econtrados vivos na casa da Dona Dalva, mas se a falsaprotetora provar de alguma forma ser inocente talvez a justiça determine que esses animais retornem a ela. “Não podemos nem imaginar isso acontecendo! Pedimos que quem não é protetor dos animais, mas acha que as leis são brandas demais e deseja justiça, ou ao menos deseja que os animais que acolhemos não voltem para as mãos dessa senhora, compartilhe essa mensagem para que ela atinja o maior número de pessoas possível. O momento é agora e contamos com a ajuda de todos”, finaliza Susan.
Abaixo assinado
Um abaixo assinado pedindo punição severa para a falsa protetora já está circulando na internet. quem quiser assinar, entre nestelink: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19131
Por Fernanda Franco (da Redação)
fonte: ANDA
Por Fernanda Franco (da Redação)
Depoimentos de vários protetores, vizinhos e de um detetive apontam que o número de animais mortos é imensamente maior do que o encontrado esta semana. Segundo o detetive particular, contratado por protetores independentes, somente nos 20 dias em que ele esteve vigiando o local, cerca de 300 animais entraram na casa dela e nenhum deles saiu.
Manifestantes pedem justiça (Foto: ANDA)
Atitude suspeita
O comportamento de Dalva causava estranheza entre alguns moradores da rua. Segundo relato de uma vizinha, que preferiu não se identificar, ela descartava entre 6 e 7 sacos de 100 litros, três vezes por semana (às terças, quintas e sábados), exatamente na hora em que o caminhão de lixo passava. “Era muito lixo para uma casa só”, disse ela.
“Uma casa com três pessoas adultas e uma criança descartar cerca de 2 mil litros de lixo por semana é algo inconcebível. Isto só comprova a prática cruel que ela vinha exercendo todos esses anos”, afirma a ativista Marli Delucca.
“Sabendo que ela recebia centenas de gatos e cães por mês e com base nessas informações, estimamos que cerca de 30 mil animais possam ter sido mortos pelas mãos de Dalva nos últimos oito anos”, contabiliza Marli Delucca. “A Dalva recebia animais para encaminhar para adoção há cerca de 8, 10 anos. É só fazer as contas”, reforça a protetora Raquel Rignani.
As palavras "Justiça" e "Assassina" foram pichadas no portão e na calçada da casa (Foto: ANDA)
Suspeita-se ainda que ela descartasse mais corpos de animais por caçambas espalhadas pela cidade.
“Muita gente sempre desconfiou dela, mas nunca tínhamos provas”, disse Marilene dos Santos, que também atua na proteção animal. Marilene chegou a formalizar uma denúncia contra Dalva na delegacia, em novembro de 2010, mas nada foi feito.
Só o protetor Lincoln Seiji encaminhou para a falsa protetora, no último mês, 58 animais, acreditando que estava dando um bom destino aos gatos. “Acabamos confiando no demônio que sempre mentiu para todos nós. Ela abriu as portas da sua casa, espalhou os gatinhos na cozinha, mostrou que tinha uma linda criança, gatinhos adultos andando dentro da casa e toda aquela conversa mentirosa dela. Jamais imaginaria que esses animais estariam sendo entregues a uma assassina!”, desabafou Lincoln.
Ameaça
Duas protetoras que estavam no local foram ameaçadas pelo ex-marido da acusada, que saiu do carro com um revólver em sua cintura. “Ele estava armado, e nos ameaçou diretamente ao ver que pedíamos justiça contra essa assassina”, contou Angela Ledesma, uma das protetoras. “Assustadas com o teor da ameaça, registramos um BO pelo 190. A TV Record registrou tudo.”, disse Claudia Sakaki.
O clima durante a manifestação era de tristeza pelas mortes e revolta pela ineficiência da justiça brasileira – principalmente para atos de maus-tratos e crueldade contra os animais, ainda considerados de menor potencial ofensivo pela legislação do país.
Num gesto de pequena homenagem aos cães e gatos assassinados, manifestantes deixaram flores na entrada da casa. Outros levaram cartazes com pedidos de justiça e fixaram no portão.
Entre os manifestantes, havia tutores com seus animais e pessoas de todas as idades, inclusive crianças. Uma delas era um menino que passou pela calçada, olhou para a casa e disse para a mãe: “que casa amaldiçoada!”, exclamou em seu tom espontâneo de criança.
Durante a manifestação, os participantes se reuniram em uma grande roda para rezar pelos animais vítimas da matança.
Mais animais na casa
Preocupados com a hipótese de ainda haver animais dentro da casa, alguns manifestantes, com os ânimos alterados, tentaram quebrar o portão de entrada, para salvar possíveis vítimas que ainda estivessem no local. Mas a polícia interveio, explicando que só poderia adentrar o local com autorização do delegado. O momento foi registrado pela ANDA – para assistir, clique aqui.
Flagrante
Na noite do flagrante, quinta-feira (12), o detetive viu a mulher colocando pacotes na calçada e verificou que se tratavam de corpos de animais. Ele contatou os protetores, que chamaram a Polícia Militar. A mulher de 42 anos foi então detida, sob suspeita de matar 39 cães e gatos.
Vizinhos também relataram ter ouvido ruídos de animais chorando na noite de quarta-feira (11). Eles também afirmaram que os animais que viram chegar ao imóvel estavam bem de saúde, e não doentes como Dalva alega.
Segundo a veterinária Beatriz Mattes, da ONG, a maioria dos animais mortos era filhotes, com idade entre 1 e 2 meses. Segundo ela, um dos animais mortos tinha marca de injeção no coração. Beatriz suspeita que Dalva tenha injetado cloreto de potássio – o produto foi encontrado pela polícia dentro da casa da mulher.
Ainda segundo a veterinária, os corpos foram encontrados com “aparência estranha”. “Todos estavam em posições que definharam, encolhidos, todos defecados. Nunca vi uma cena tão feia em toda a minha vida”.
Mercado ilegal de sangue
O assassinato desses animais é um forte indício de uma suspeita, levantada há meses por ONGs que trabalham na defesa dos animais, de que existe um comércio clandestino de sangue de animais no Brasil. As denúncias chegaram ao gabinete do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) que explicou que uma bolsa de sangue de um gato ou cachorro no mercado negro pode custar até R$ 300.
Os protetores apelam para que as pessoas que tenham dado dinheiro a Dalva com a intenção de ajudar os animais se apresentem para que ela seja denunciada também como estelionatária.
“Temos que juntar provas e depoimentos que ajudem na investigação. É hora de nos unirmos em nome de todos os animais, que não podem falar e não podem se defender. Quem já tiver entregado animais à Dalva, manifeste-se. Conte como foi, o que ela prometeu, para onde ela disse que os levaria e que destino tiveram.
Procurem em suas caixas de email conversas que possam ajudar na investigação. Essa senhora era conhecida no meio, com certeza muitos de vocês podem auxiliar no processo. Onde está aquele senhor que entregou a cadelinha com gravatinha de pet shop essa semana a ela? E todos os outros? Ninguém reconheceu seus animais nas fotos estampadas em todos os jornais? Ou no nosso boletim? Não se omitam, não sintam medo de denunciar. Sintam medo do que pode continuar acontecendo aos animais. Se precisarem de orientação jurídica, nosso advogado Rodrigo Carneiro está à disposição no email juridico@adoteumgatinho.org.br. “, clama Susan Yamamoto, fundadora da ONG Adote um Gatinho.
O Adote um Gatinho ficou com a guarda dos oito gatos e uma cadelinha econtrados vivos na casa da Dona Dalva, mas se a falsaprotetora provar de alguma forma ser inocente talvez a justiça determine que esses animais retornem a ela. “Não podemos nem imaginar isso acontecendo! Pedimos que quem não é protetor dos animais, mas acha que as leis são brandas demais e deseja justiça, ou ao menos deseja que os animais que acolhemos não voltem para as mãos dessa senhora, compartilhe essa mensagem para que ela atinja o maior número de pessoas possível. O momento é agora e contamos com a ajuda de todos”, finaliza Susan.
Abaixo assinado
Um abaixo assinado pedindo punição severa para a falsa protetora já está circulando na internet. quem quiser assinar, entre nestelink: http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N19131
A pobre cachorrinha da foto com lacinho foi entregue a falsa protetora Dalva Lina e foi morta horas depois. Chegou feliz achando que tinha encontrado um lar. Estava grávida. Foto: sem crédito
Por Fernanda Franco (da Redação)
fonte: ANDA
Por Fernanda Franco (da Redação)
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resgate
28/12/2011
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06/12/2011
Cão que tem pavor de gato e rói as unhas é abandonado pelo dono por ser covarde demais
Bentley é um cão ansioso. Aos seis anos, o animal da raça border collie se esconde atrás do sofá quando é deixado sozinho. Além disso, tem pavor de gato e não sai para passear de noite, pois tem medo do escuro.
Por causa de seu nervosismo, o animal foi obrigado por veterinários a usar sapatinhos especiais que lembram luvas de boxe. A medida foi adotada como precaução para evitar que Bentley roesse suas unhas.
O cão sofre de medo de ficar sozinho desde outubro de 2009, quando seu dono morreu. Na ocasião, o bicho foi enviado a um centro de adoção na Grã-Bretanha, mas foi devolvido por seu novo dono sete meses mais tarde: o rapaz que o adotou não conseguiu lidar com a insegurança do cão.
Sandra Wilson, gerente do canil, disse em entrevista ao jornal Daily Mail desta terça-feira (6/12) que Bentley é o cão mais medroso que ela já conheceu. “Cada vez que alguém sai da sala, ele fica nervoso e com medo que a pessoa nunca mais volte. Apesar da fobia, ele adora crianças, é um ótimo bicho de estimação e merece uma segunda chance”, disse em apelo para que o animal encontre um novo lar.
fonte: Planeta Bicho
(Fotos: Grosby Group)
Por causa de seu nervosismo, o animal foi obrigado por veterinários a usar sapatinhos especiais que lembram luvas de boxe. A medida foi adotada como precaução para evitar que Bentley roesse suas unhas.
O cão sofre de medo de ficar sozinho desde outubro de 2009, quando seu dono morreu. Na ocasião, o bicho foi enviado a um centro de adoção na Grã-Bretanha, mas foi devolvido por seu novo dono sete meses mais tarde: o rapaz que o adotou não conseguiu lidar com a insegurança do cão.
Sandra Wilson, gerente do canil, disse em entrevista ao jornal Daily Mail desta terça-feira (6/12) que Bentley é o cão mais medroso que ela já conheceu. “Cada vez que alguém sai da sala, ele fica nervoso e com medo que a pessoa nunca mais volte. Apesar da fobia, ele adora crianças, é um ótimo bicho de estimação e merece uma segunda chance”, disse em apelo para que o animal encontre um novo lar.
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29/11/2011
Protetores de Animais vão à Brasília entregar Petição Lei Lobo
A comissão encabeçada pelo ator Marcelo Médici e composta por diversas
ONGs de proteção animal foi hoje à Brasília para entregar a autoridades a
petição em que pedem leis mais duras nos casos de maus-tratos contra
animais. Os ativistas batizaram o pedido de projeto de lei como "Lei
Lobo", devido ao cão Lobo, um rottweiler arrastado esse mês em
Piracicaba na picape de seu dono e que não resistiu aos ferimentos.
Hoje, o ator postou em seu Twitter uma nova notícia de um cão arrastado pelo asfalto pelo dono, dessa vez no estado da Paraíba. "Vocês não imaginam quanto me custa divulgar notícias como essa, de mais um cão sendo torturado. Mas não podemos fingir que não está acontecendo", disse, no microblog.
fonte> WEBCÃES
Hoje, o ator postou em seu Twitter uma nova notícia de um cão arrastado pelo asfalto pelo dono, dessa vez no estado da Paraíba. "Vocês não imaginam quanto me custa divulgar notícias como essa, de mais um cão sendo torturado. Mas não podemos fingir que não está acontecendo", disse, no microblog.
fonte> WEBCÃES
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20/11/2011
Avenida Paulista tem protesto contra maus-tratos a animais
A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco, na manhã deste
domingo (20), de um protesto contra maus-tratos a animais. Os
manifestantes levaram faixas, cartazes e seus animais para lembrar o
caso do cachorro Lobo, que foi amarrado ao carro de seu dono e arrastado
pelo veiculo por ruas de Piracicaba, no interior de São Paulo. O cão
morreu dia 15 em uma clínica veterinária. O ato deste domingo,
organizado por redes sociais, recolhe assinaturas para pedir punição
mais rígida em caso de maus-tratos, abandono ou violência a bichos
(Foto: Nelson Antoine/Foto ArenaAE)
ASSINEM A PETIÇÃO Vamos agir por quem não pode falar
http://peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N16665
G1
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O Brasil precisa ser rígido contra os maus tratos aos animais
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10/10/2011
Cachorro faminto pula de terceiro andar e sobrevive nos EUA
Um cachorro faminto pulou de uma janela do terceiro andar em Boston, nos Estados Unidos, após ser abandonado pelos donos, e sobreviveu.
O pit bull de dois anos, batizado de Miracle, ou Milagre, estava em um apartamento vazio com outro cachorro e, segundo as equipes de proteção aos animais, pode ter passado até dois meses sem receber cuidados.
O apartamento estaria infestado de pulgas e imundo.
'O pulo foi uma última tentativa desesperada de encontrar comida', disse a gerente do abrigo de animais Forever Paws, Erin Pacheco.
Após a queda, Miracle teve de passar por uma cirurgia de emergência no quadril e está recebendo tratamento veterinário.
Filhote
No primeiro andar do mesmo prédio, as equipes de proteção aos animais encontraram ainda uma filhote de quatro meses que estava desnutrida.
Ela recebeu o nome de Gracie e acabou tendo de ser hospitalizada para se recuperar, após passar tanto tempo sem alimentos.
O administrador do prédio disse que o último inquilino do apartamento havia se mudado dois meses antes sem deixar informação de contato.
A Polícia de New Bedford está investigando o caso. Os três cachorros estão sob os cuidados do abrigo Forever Paws.
O pit bull de dois anos, batizado de Miracle, ou Milagre, estava em um apartamento vazio com outro cachorro e, segundo as equipes de proteção aos animais, pode ter passado até dois meses sem receber cuidados.
O apartamento estaria infestado de pulgas e imundo.
'O pulo foi uma última tentativa desesperada de encontrar comida', disse a gerente do abrigo de animais Forever Paws, Erin Pacheco.
Após a queda, Miracle teve de passar por uma cirurgia de emergência no quadril e está recebendo tratamento veterinário.
Filhote
No primeiro andar do mesmo prédio, as equipes de proteção aos animais encontraram ainda uma filhote de quatro meses que estava desnutrida.
Ela recebeu o nome de Gracie e acabou tendo de ser hospitalizada para se recuperar, após passar tanto tempo sem alimentos.
O administrador do prédio disse que o último inquilino do apartamento havia se mudado dois meses antes sem deixar informação de contato.
A Polícia de New Bedford está investigando o caso. Os três cachorros estão sob os cuidados do abrigo Forever Paws.
O cão Miracle (Foto: BBC)
do G1
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26/07/2011
Cadela que foi enterrada viva em Blumenau (SC) se recupera
Está se recuperando a cadela que foi enterrada viva, segunda-feira, em Blumenau (SC). O animal foi enterrado por uma senhora de 68 anos. Ela teria se sentido incomodada com a cadela.
A cadela foi enterrada segunda-feira (25) pela manhã. Ela foi resgatada por policiais militares depois de ficar cerca de 10 horas debaixo da terra. O animal estava fraco e com hipotermia.
A cadela foi levada para receber atendimento veterinário. Depois de recuperada, ela ficará sob os cuidados da Associação de Proteção aos Animais de Blumenau (Aprablu).
Casos de maus-tratos aos animais podem ser denunciados para a Polícia Militar, através do telefone 190.
Foto:Divulgação
fonte: ANDA
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22/02/2011
CCZ alerta pet shops, shoppings e supermercados sobre a Lei do Comércio de Cães e Gatos
O Centro de Controle de Zoonoses enviou comunicado a estabelecimentos que comercializam cães e gatos ou promovem feiras de adoção, alertando sobre a importância de respeitarem a Lei Municipal 14.483/07, uma lei pioneira de autoria do vereador Roberto Tripoli (PV), que regula a venda e doação desses animais, em São Paulo
O CCZ contou com a colaboração do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-SP) para distribuir os comunicados para os pet shops. Por sugestão de protetores de animais que solicitaram o comunicado, o documento foi enviado também para shoppings centers, casas de ração e outros estabelecimentos.
Além disso, o CCZ e as Subprefeituras vêm intensificando a fiscalização de pontos de comércio ilegal de filhotes. Somente na região da Jacu Pêssego já foram apreendidos perto de 160 filhotes. Outro ponto que vem merecendo atenção das autoridades é a Praça Agostinho Bettarello, defronte à Cobasi-Jaguaré, onde também aconteceram várias apreensões de filhotes e de equipamentos, como cercados e caixas de transporte. Nessas blitzes, participam também a Guarda Civil Metropolitana, PM e a CET.
Quando ocorrem apreensões e os filhotes em condições de maus-tratos ou abusos, além da aplicação das multas administrativas, os nomes dos infratores são encaminhados para a Delegacia do Meio Ambiente, para possível enquadramento na Lei de Crimes Ambientais.
COBRANÇA DE PROTETORES
Vale lembrar que em novembro de 2010, um grupo de protetores independentes e representantes de ONGs manteve reunião com o vereador Tripoli para manifestar apoio à lei e tratar dos avanços já ocorridos, com vários pontos de venda ilegal desmantelados, como na avenida Washington Luiz e Bandeirantes.
Na ocasião, os protetores abordaram ainda o problema das feiras de doação que não respeitam a lei e entregam filhotes sem castrar. Pediram ainda uma reunião com a direção de Covisa. Esse encontro com a Covisa aconteceu no dia seguinte e as mesmas reivindicações foram protocoladas por duas representantes do grupo de protetores, Izolina Ribeiro e Taimi Haensel.
Izolina Ribeiro, do Esquadrão Pet, afirma: “sabemos que a ninguém é dado alegar o desconhecimento da lei, mas com o comunicado agora enviado para os pet shops, shoppings e outros estabelecimentos, fica clara a disposição do CCZ de realmente combater vigorosamente o comércio ilegal e, também, impedir que filhotes continuem sendo doados inteiros, aumentando a procriação sem controle, o abandono e o sofrimento dos animais”.
(Regina Macedo / jornalista ambiental)
fonte > http://www.robertotripoli.com.br
O CCZ contou com a colaboração do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-SP) para distribuir os comunicados para os pet shops. Por sugestão de protetores de animais que solicitaram o comunicado, o documento foi enviado também para shoppings centers, casas de ração e outros estabelecimentos.
Além disso, o CCZ e as Subprefeituras vêm intensificando a fiscalização de pontos de comércio ilegal de filhotes. Somente na região da Jacu Pêssego já foram apreendidos perto de 160 filhotes. Outro ponto que vem merecendo atenção das autoridades é a Praça Agostinho Bettarello, defronte à Cobasi-Jaguaré, onde também aconteceram várias apreensões de filhotes e de equipamentos, como cercados e caixas de transporte. Nessas blitzes, participam também a Guarda Civil Metropolitana, PM e a CET.
Quando ocorrem apreensões e os filhotes em condições de maus-tratos ou abusos, além da aplicação das multas administrativas, os nomes dos infratores são encaminhados para a Delegacia do Meio Ambiente, para possível enquadramento na Lei de Crimes Ambientais.
COBRANÇA DE PROTETORES
Vale lembrar que em novembro de 2010, um grupo de protetores independentes e representantes de ONGs manteve reunião com o vereador Tripoli para manifestar apoio à lei e tratar dos avanços já ocorridos, com vários pontos de venda ilegal desmantelados, como na avenida Washington Luiz e Bandeirantes.
Na ocasião, os protetores abordaram ainda o problema das feiras de doação que não respeitam a lei e entregam filhotes sem castrar. Pediram ainda uma reunião com a direção de Covisa. Esse encontro com a Covisa aconteceu no dia seguinte e as mesmas reivindicações foram protocoladas por duas representantes do grupo de protetores, Izolina Ribeiro e Taimi Haensel.
Izolina Ribeiro, do Esquadrão Pet, afirma: “sabemos que a ninguém é dado alegar o desconhecimento da lei, mas com o comunicado agora enviado para os pet shops, shoppings e outros estabelecimentos, fica clara a disposição do CCZ de realmente combater vigorosamente o comércio ilegal e, também, impedir que filhotes continuem sendo doados inteiros, aumentando a procriação sem controle, o abandono e o sofrimento dos animais”.
(Regina Macedo / jornalista ambiental)
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30/12/2010
O Mundo Animal está de Luto
É com pesar que comunicamos o falecimento da fundadora do Clube dos Vira-Latas, Maria Aparecida das Graças Lellis, ou Cida, como carinhosamente era conhecida. Nascida em 29 de março de 1948, faleceu em 30 de dezembro de 2010, aos 62 anos, no hospital Mário Covas, em Santo André/SP por volta das 10h30, vítima de uma rara doença conhecida como Síndrome de GoodPasture, após uma vida dedicada a proteger, cuidar e amar os animais.
Nós do Clube dos Vira-Latas estamos de luto junto com todos os peludos do abrigo. Cida foi para nós mais do que uma amiga, mas um exemplo de vida, luta e integridade, além de uma mãe para milhares de animais necessitados enquanto viveu.
Apesar de nossa inevitável tristeza e dor, o Clube dos Vira-Latas continuará a existir e buscaremos incansavelmente realizar o sonho e missão de vida da Cida: criar um mundo onde nenhum animal sofra maus tratos e todos tenham um lar amoroso.
Pode parecer utópico, mas ela nunca deixou de acreditar e nós também não deixaremos, pois ela nos ensinou muito e sua memória estará sempre viva em nossos corações.
O corpo será velado no Velório Municipal de Ribeirão Pires e o enterro será amanhã, dia 31, por volta das 11h, no cemitério São José, também em Ribeirão Pires.
via>petrede
Nós do Clube dos Vira-Latas estamos de luto junto com todos os peludos do abrigo. Cida foi para nós mais do que uma amiga, mas um exemplo de vida, luta e integridade, além de uma mãe para milhares de animais necessitados enquanto viveu.
Apesar de nossa inevitável tristeza e dor, o Clube dos Vira-Latas continuará a existir e buscaremos incansavelmente realizar o sonho e missão de vida da Cida: criar um mundo onde nenhum animal sofra maus tratos e todos tenham um lar amoroso.
Pode parecer utópico, mas ela nunca deixou de acreditar e nós também não deixaremos, pois ela nos ensinou muito e sua memória estará sempre viva em nossos corações.
O corpo será velado no Velório Municipal de Ribeirão Pires e o enterro será amanhã, dia 31, por volta das 11h, no cemitério São José, também em Ribeirão Pires.
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11/10/2010
São Paulo vai colocar chips em cerca de 480 mil cães e gatos
O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura de São Paulo vai instalar nos próximos dois anos microchips de identificação em 480 mil cães e gatos. A meta é aplicar 20 mil chips por mês. Neles há informações como sexo, idade, histórico de vacinas, dados do proprietário e castração.
Até então, apenas os animais que chegavam ao CCZ recebiam os chips. Segundo a veterinária da instituição Tamara Leite Cortez, o objetivo é manter um controle sobre a população de animais da cidade, estimada em 3 milhões, e evitar a proliferação de doenças como febre maculosa. "Esse controle é importante para verificarmos se nossas ações estão sendo eficazes. Com microchips conseguimos avaliar como estão os animais de determinada região, se a população cresceu, se eles estão doentes", afirma Tamara.
Os primeiros 120 mil chips chegaram em setembro e começaram a ser colocados nos cães e gatos no CCZ neste mês. Agora, para a implantação nos animais fora do centro, a escolha dos locais ainda está sendo definida. "Trabalhamos com o controle de doenças. Se verificarmos que determinada área está com uma doença que precisa ser controlada, vamos lá e aplicamos os equipamentos. Passado um período, voltaremos à região e verificaremos se o problema foi solucionado", explica a veterinária do CCZ.
Segundo Tamara, o microchip também ajuda a prevenir maus-tratos e abandono. "Se um animal é abandonado, o dono pode ser processado por negligência, além de receber uma multa que pode chegar a R$ 500 mil." A identificação de animais roubados - como os 60 yorkshires e malteses levados de um canil em Americanópolis, na Zona Sul de São Paulo, no dia 28 de outubro - também ficaria mais fácil. "Se o animal aparecer em um pet shop e o proprietário verificar o chip, conseguirá saber sua origem e localizar o dono."
Do tamanho de um grão de arroz, o microchip é implantado entre as escápulas (ossos das costas) do animal. O procedimento é simples e indolor. É como se o animal estivesse sendo vacinado. Uma seringa de calibre pequeno introduz o chip sob a pele do animal. Ele dura a vida toda.
Até então, apenas os animais que chegavam ao CCZ recebiam os chips. Segundo a veterinária da instituição Tamara Leite Cortez, o objetivo é manter um controle sobre a população de animais da cidade, estimada em 3 milhões, e evitar a proliferação de doenças como febre maculosa. "Esse controle é importante para verificarmos se nossas ações estão sendo eficazes. Com microchips conseguimos avaliar como estão os animais de determinada região, se a população cresceu, se eles estão doentes", afirma Tamara.
Os primeiros 120 mil chips chegaram em setembro e começaram a ser colocados nos cães e gatos no CCZ neste mês. Agora, para a implantação nos animais fora do centro, a escolha dos locais ainda está sendo definida. "Trabalhamos com o controle de doenças. Se verificarmos que determinada área está com uma doença que precisa ser controlada, vamos lá e aplicamos os equipamentos. Passado um período, voltaremos à região e verificaremos se o problema foi solucionado", explica a veterinária do CCZ.
Segundo Tamara, o microchip também ajuda a prevenir maus-tratos e abandono. "Se um animal é abandonado, o dono pode ser processado por negligência, além de receber uma multa que pode chegar a R$ 500 mil." A identificação de animais roubados - como os 60 yorkshires e malteses levados de um canil em Americanópolis, na Zona Sul de São Paulo, no dia 28 de outubro - também ficaria mais fácil. "Se o animal aparecer em um pet shop e o proprietário verificar o chip, conseguirá saber sua origem e localizar o dono."
Do tamanho de um grão de arroz, o microchip é implantado entre as escápulas (ossos das costas) do animal. O procedimento é simples e indolor. É como se o animal estivesse sendo vacinado. Uma seringa de calibre pequeno introduz o chip sob a pele do animal. Ele dura a vida toda.
Da Agência Estado
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26/09/2010
ONG ajuda animal deficiente a achar novo lar em SP
O gato Bóris ficou paraplégico por causa de maus-tratos; já a vira-lata Sissy teve a tetraplegia dignosticada após ser atropelada (Foto: Laurye Borim/G1)
Sissy foi atropelada e deixada em frente a uma clínica veterinária de São Paulo quando tinha apenas 2 meses. Por causa do acidente, teve inúmeras fraturas e machucados, mas a consequência mais grave foi a tetraplegia. Quando o final triste se desenhava, no entanto, a vira-lata foi adotada e ganhou um lar, carinho e dedicação.
Os tratamentos foram longos e cansativos. Mas para quem achou que ela não sobreviveria ou teria uma vida entediante por causa das limitações, o que se percebe, sem dúvida, é a sua imensa felicidade de viver.
Ter um animal deficiente em casa requer cuidados especiais. Inúmeros cachorros são abandonados todos os dias nas ruas da capital paulista. Os motivos são muitos: velhice, maus-tratos, hiperatividade, agressividade, deficiências ou até mesmo porque o dono não quer mais o bichinho. Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo, cerca de 50 animais, entre gatos e cachorros, são adotados por mês, na maioria filhotes. Se para um cachorro sem qualquer tipo de deficiência já é difícil ser adotado, imagine o tamanho da dificuldade em encontrar um novo lar para um animal com algum problema físico.
E é justamente esse o desafio da ONG Sava (Solidariedade à Vida Animal). Criada em 2006, a ONG, que é a primeira do país a cuidar especialmente de animais deficientes, realiza feiras de adoção de cachorros deficientes todos os meses. A presidente, Arlete Martinez, é protetora dos animais há 20 anos e resolveu criar a ONG ao perceber que esse tipo de animal precisa de uma dedicação especial. “Sou protetora há bastante tempo. A ideia surgiu da vontade de ajudar esses bichinhos, que, na maioria das vezes, passam a vida toda esperando um novo lar.”
As deficiências dos animais da ONG vão desde a cegueira até a paraplegia. A maioria fica deficiente após passar por maus-tratos. Os bichinhos são tratados com os recursos que a associação arrecada com suas protetoras e associados. E o custo não é baixo. “Temos cachorros, por exemplo, que passam por cirurgias que custam mais de R$ 1.000 e outros que precisam ficar internados em hospitais para cachorros, onde a diária custa em média R$ 60. Todos esses gastos são pagos por nós”, afirma Arlete.
A veterinária Claudia Vanessa Branco Rodriguez é uma das protetoras da ONG. Além de ajudar em ações do dia a dia, ela atende alguns desses animais sem cobrar nada pelo serviço em sua clínica. “Ajudo em tudo que posso. Inclusive, tenho três gatos deficientes em casa. É claro que eles têm limitações, mas, de maneira geral, não vejo diferença. Eles podem viver tão bem quanto qualquer outro.” Ainda de acordo com Claudia, esses bichinhos 'especiais' podem ser tão felizes quantos os animais sem nenhum tipo de deficiência, ou até mais. “Um cachorro paraplégico, por exemplo, não percebe que o cachorro com quem está brincando se movimenta com as quatro patas. Eles não percebem isso, não encontram obstáculos, vivem da forma que dá. Eles podem ser tão felizes quanto qualquer outro.”
Um dos gatos adotados pela veterinária é Bóris, que foi abandonado quando tinha 2 meses. Ele teve uma fratura na medula, que, segundo a veterinária, provavelmente foi causada por um “pisão” ou um chute. Agredido e muito machucado, ele foi abandonado na rua. Mas logo uma das protetoras da ONG o encontrou. Bóris chegou a passar por cirurgias, mas seu quadro era irreversível. Ele não tem o movimento das duas patas traseiras e se move apenas com as dianteiras. Mas esse “pequeno detalhe” não é um obstáculo para o bichano. “Ele corre, brinca, faz bagunça e quer atenção o dia inteiro. Até subir no arranhador ele sobe, e apenas com as duas patas que se movimentam”, diz a dona.
História de amor
A jornalista Isabela Campos, de 28 anos, sabe bem como é ter um cachorro deficiente em casa. No caso dela, a pastora belga chamada Pri perdeu o movimento das patas por causa de um problema de saúde.
“Após muitos exames foi diagnosticado que a Pri estava com necrose no fêmur e que em breve ela não iria mais andar. Claro que fiquei muito chateada, pois a Pri sempre foi uma cachorra muito brincalhona e adorava correr. Ela fez sessões de acupuntura e fisioterapia, mas infelizmente após seis meses ela parou de andar. Na época, muitos falaram em sacrificá-la, mas essa hipótese nunca passou pela cabeça de ninguém da família. Foi então que comecei a buscar outras alternativas que melhorassem a condição de vida dela. Para todos aqueles que me sugeriam sacrificá-la eu respondia: ‘Se seu filho parar de andar, você vai sacrificá-lo?’”
A pastora belga Pri, antes de perder o movimento
das quatro patas (Foto: Arquivo Pessoal)
das quatro patas (Foto: Arquivo Pessoal)
Eutanásia
A eutanásia, segundo a veterinária Claudia, só é indicada para casos em que o animal tem algum tipo de deficiência muito grave que o impede, por exemplo, de se alimentar. Alguns tipos de vírus ou infecções também podem deixar a saúde do animal muito fraca. Além disso, há doenças graves que não têm tratamento. Nesses casos, a eutanásia pode ser analisada.
Tratamentos e cuidados
Para cada deficiência é indicado um tipo de tratamento. Animais com problemas de movimentação precisam passar por sessões de fisioterapia, além das cirurgias indicadas. Por causa do atrito diário e permanente com o chão, há a possibilidade de que apareçam algumas feridas na pele, conhecidas por escaras. Nesses casos, há necessidade do uso de pomadas e remédios indicados. Animais paraplégicos ou tetraplégicos devem receber cuidados especiais durante todo o dia, pois podem precisar de ajuda na hora da alimentação.
Quando o bichinho é cego, os obstáculos que podem ter em uma casa, como escadas e objetos de decoração, são os grandes vilões.
No entanto, todos esses cuidados e tratamentos especiais que têm de ser oferecidos são recompensados pela felicidade que o bichinho pode proporcionar. “Eles são como filhos e não há como medir esforços para deixá-los felizes. Além disso, os cuidados que você tem de ter com um animal especial não é tão diferente do que de um animal ‘normal’, diz a veterinária.
Arlete Martinez é a presidente da ONG Sava
(Foto: Laurye Borim/G1)
Como Ajudar(Foto: Laurye Borim/G1)
A ONG Sava não possui abrigo próprio e todos os animais ficam nas casas das protetoras até conseguirem um lar. Os custos são pagos pelas doações dos associados e também pelas próprias protetoras. Diversas feiras de doação e bingos beneficentes são realizados todos os meses.
A ONG aceita todo tipo de ajuda: rações, medicamentos, vermífugos, xampus, sabonetes para sarna, jornais, casinhas, caminhas, roupinhas, guias e coleiras. Quantias em dinheiro são revertidas em castrações, vacinas e gastos veterinários (consultas, cirurgias, internações, medicamentos e hospedagem). O contato pode ser feito pelo site da ONG.
Do G1 SP
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16/09/2010
Comércio ilegal de cães e gatos: Tripoli pede para Subprefeituras e Centro de Controle de Zoonoses a intensificação da fiscalização
O vereador Roberto Tripoli (PV-SP) solicita, mais uma vez, que os órgãos competentes (Subprefeituras e CCZ) acabem de vez com o comércio ilegal de cães e gatos que tomou conta novamente da praça Agostinho Bettarello, localizada defronte à Cobasi-Jaguaré, nas proximidades do Parque Villa-Lobos. Como se recorda, em maio aconteceu uma megaoperação no local, envolvendo as Subprefeituras da Lapa e Pinheiros, CCZ, CET, Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana e, em dois fins de semana, foram apreendidos cercados, caixas de transporte, guarda-sóis, banquetas e 31 filhotes, entre gatos e cães, todos doados posteriormente, pois os comerciantes não pagaram as multas para resgatá-los.
Ofício Subprefeito da Lapa
Ofício Subprefeito de Pinheiros
Ofício para o CCZ
Ofício para o Subprefeito de Itaquera
Denúncia
fonte > http://www.robertotripoli.com.br
No entanto, com o afrouxamento da fiscalização, os comerciantes ilegais voltaram à praça e ruas do entorno da Cobasi-Jaguaré, com um agravante: temendo perder cercados e caixas de transporte, os criadores agora colocam os filhotes em caixas de papelão, porta-malas e até em sacolas plásticas ou bolsas, trazendo mais sofrimento e desgaste para os pequenos animais, expostos a calor intenso ou ao frio, falta de água e alimentação. A maioria sequer tem a vacinação completa, correndo mais riscos de adoecerem.
A praça fica em área sob a jurisdição da Subprefeitura da Lapa e, como se recorda, em maio, o Subprefeito Carlos Eduardo Batista Fernandes garantiu: “não daremos mais trégua a este comércio ilegal de vidas”. Os responsáveis pela Subprefeitura de Pinheiros também afirmaram que caso os comerciantes ilegais se transferissem para ruas ou praças sob sua jurisdição, seriam fortemente reprimidos. A praça em questão fica próxima à zona limítrofe entre as duas subprefeituras, por isso o Vereador Tripoli oficiou aos dois subprefeitos solicitando a intensificação da repressão.
Tripoli também solicitou, mais uma vez, à gerência do CCZ que participe da fiscalização, pois, conforme a legislação vigente (Lei 14.483/07 e seu Decreto Regulamentador 49.393/08) cabe às Subprefeituras coibir o comércio de cães e gatos em áreas públicas e, em operações que envolvam a apreensão de filhotes, o CCZ deve ser acionado. “Não podemos mais tolerar o comércio ilegal. A lei de minha autoria é clara, aliás, é uma lei lógica, não tem cabimento vender vidas em praças, ruas, avenidas. Os animais sofrem demais, e ainda há prejuízos para a saúde pública”, frisa Tripoli.
O parlamentar ambientalista lembra ainda: “tenho recebido inúmeras manifestações de protetores independente, denunciando o comércio ilegal, semana após semana. São pessoas que fazem um trabalho intenso e sofrido, recolhendo animais nas ruas, salvando-os do abandono, curando, recuperando, castrando e colocando para adoção. Essa gente se revolta vendo comerciantes ilegais agindo livremente, não somente pelo sofrimento dos animais, mas pela grande chance de que esses filhotes acabem abandonados tambémn, onerando mais ainda os protetores que fazem o serviço do poder público, sem receberem um tostão por isso.
“E, além de tudo – frisa Tripoli --, é um comércio que não gera impostos, para os cofres públicos, somente prejuízos e ameaças à saúde humana e péssimos exemplos para nossas crianças, que assistem animais sofrendo em caixas de papelão, sob o sol, chuva. Com esse péssimo exemplo, como as crianças vão tratar um filhote desses, em casa, caso a família resolva comprar um cãozinho ou gatinho?” – questiona Tripoli.
ITAQUERA
Dias atrás, o Vereador Roberto Tripoli também solicitou, mais uma vez, que a Subprefeitura de Itaquera coíba o comércio ilegal de animais realizado abertamente na frente do estabelecimento denominado Aquário de Itaquera (na Avenida Jacu Pêssego). Esse local é famoso pela venda ilegal até de animais silvestres, e o comércio de filhotes de cães e gatos vem crescendo. Protetores de animais já alertaram, que além do comércio se dar de forma absolutamente ilegal, cães e gatos eventualmente doentes ou machucados acabam jogados fora, ao longo da avenida, quando os comerciantes não conseguem vendê-los.
Tripoli também solicitou, mais uma vez, à gerência do CCZ que participe da fiscalização, pois, conforme a legislação vigente (Lei 14.483/07 e seu Decreto Regulamentador 49.393/08) cabe às Subprefeituras coibir o comércio de cães e gatos em áreas públicas e, em operações que envolvam a apreensão de filhotes, o CCZ deve ser acionado. “Não podemos mais tolerar o comércio ilegal. A lei de minha autoria é clara, aliás, é uma lei lógica, não tem cabimento vender vidas em praças, ruas, avenidas. Os animais sofrem demais, e ainda há prejuízos para a saúde pública”, frisa Tripoli.
O parlamentar ambientalista lembra ainda: “tenho recebido inúmeras manifestações de protetores independente, denunciando o comércio ilegal, semana após semana. São pessoas que fazem um trabalho intenso e sofrido, recolhendo animais nas ruas, salvando-os do abandono, curando, recuperando, castrando e colocando para adoção. Essa gente se revolta vendo comerciantes ilegais agindo livremente, não somente pelo sofrimento dos animais, mas pela grande chance de que esses filhotes acabem abandonados tambémn, onerando mais ainda os protetores que fazem o serviço do poder público, sem receberem um tostão por isso.
“E, além de tudo – frisa Tripoli --, é um comércio que não gera impostos, para os cofres públicos, somente prejuízos e ameaças à saúde humana e péssimos exemplos para nossas crianças, que assistem animais sofrendo em caixas de papelão, sob o sol, chuva. Com esse péssimo exemplo, como as crianças vão tratar um filhote desses, em casa, caso a família resolva comprar um cãozinho ou gatinho?” – questiona Tripoli.
ITAQUERA
Dias atrás, o Vereador Roberto Tripoli também solicitou, mais uma vez, que a Subprefeitura de Itaquera coíba o comércio ilegal de animais realizado abertamente na frente do estabelecimento denominado Aquário de Itaquera (na Avenida Jacu Pêssego). Esse local é famoso pela venda ilegal até de animais silvestres, e o comércio de filhotes de cães e gatos vem crescendo. Protetores de animais já alertaram, que além do comércio se dar de forma absolutamente ilegal, cães e gatos eventualmente doentes ou machucados acabam jogados fora, ao longo da avenida, quando os comerciantes não conseguem vendê-los.
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Ofício para o Subprefeito de Itaquera
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23/08/2010
Mulher é flagrada jogando gata em lixeira no Reino Unido
Uma mulher foi flagrada jogando uma gata dentro de uma lixeira. O ato cruel foi registrado pelas câmeras de segurança instaladas pelos donos do felino, Daryll e Stephanie Mann, em sua casa em Coventry, no Reino Unido, segundo reportagem da emissora "Sky News".
O casal descobriu que a gata estava presa na lixeira após ouvir seus miados. Depois de resgatarem o felino, Daryll e Stephanie foram verificar as imagens das câmeras de vigilância de sua casa e ficaram surpresos ao ver uma mulher pegando o animal e, seguida, jogando no lixo.
O caso ocorreu às 19h55 do último sábado. Segundo os proprietários, a gata chamada "Lola" ficou presa por quase 16 horas na lixeira.
do G1
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