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11/12/2012
23/10/2012
Gigantes como Pfizer, Bayer e Eli Lilly criam remédio específicos para animais de estimação, um mercado que não para de crescer
O carinho dos donos pelos seus animais de estimação está estimulando a indústria farmacêutica a criar versões para cães e gatos de medicamentos humanos, em busca de uma nova fonte de lucros. Cachorros que ficam sozinhos e apresentam sintomas de depressão, por exemplo, já podem ser tratados com um remédio similar ao antidepressivo Prozac.
Há tratamento até para casos mais graves, como câncer. Tudo para atender os donos que não medem esforços - e dinheiro - para preservar a saúde do "melhor amigo".
A americana Eli Lilly, dona do Prozac, anunciou neste mês que trará ao Brasil sua linha de medicamentos para animais domésticos, disponível nos Estados Unidos desde 2007. A empresa atenderá o segmento por meio de sua divisão de saúde animal, a Elanco, que já fabrica no Brasil produtos para animais de produção, como bovinos e suínos.
O primeiro medicamento, que será lançado no Brasil até o fim do ano, vem de uma molécula que a Eli Lilly comprou da Dow Chemical e que, posteriormente, se revelou uma solução contra pulgas em cães e gatos, conta o diretor da divisão de animais de companhia da Elanco América Latina, Mauri Moreira.
O "Prozac para cachorro" ainda não está disponível no Brasil, mas está no radar da Elanco trazer o medicamento ao País. A área de saúde animal faturou US$ 1,68 bilhão em 2011 no mundo e respondeu por 8% da receita da Lilly. Neste ano, a divisão cresce 21% no mundo e mais de 30% no Brasil.
A indústria farmacêutica faturou R$ 400 milhões com a venda de produtos veterinários para cães e gatos no País em 2011, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal. O segmento ainda é pequeno perto da divisão de animais de produção, como bovinos e suínos. Os "pets" respondem por 11,7% do faturamento do mercado de medicamentos para animais, um total de R$ 3,4 bilhões. No mercado americano, o segmento é quase 50%.
A tendência é aumentar essa fatia. A indústria vê o baixo índice de vacinação nos animais brasileiros como uma grande oportunidade de crescimento nas vendas. Estima-se que existam 30 milhões de cães e gatos no País, mas apenas 20% deles são vacinados com regularidade. Nos Estados Unidos, o índice é de 85%.
'Humanização'. A Pfizer, líder neste mercado, aposta na "humanização" do tratamento de cães e gatos. "Antigamente, os animais domésticos eram tratados com resto de comida e só iam ao veterinário quando ficavam doentes. Hoje, estão muito próximos de um membro da família e tendem a receber melhores cuidados", disse o diretor da unidade de animais de companhia da Pfizer, Tiago Papa.
A empresa costuma se inspirar em tratamentos de humanos para desenvolver produtos para animais. "Existem linhas de pesquisa em oncologia humana que já resultaram em medicamentos contra câncer para cães", disse.
A última novidade, apresentada na semana passada, foi um centro de imunização modelo para veterinários, inspirado em serviço de pediatria. A proposta da Pfizer, que oferece um refrigerador próprio para armazenar suas vacinas em regime de comodato aos veterinários, é criar uma sala de vacinação separada do local da consulta.
O contrário também pode ser feito. A alemã Bayer, por exemplo, lançou pela primeira vez um produto para animais que visa, na verdade, melhorar a saúde humana. Trata-se de um hidratante que reduz as partículas de pelos de cães e gastos que provocam alergias nos donos. "Cerca de 70% dos clientes que compram produtos para animais são mulheres. Existem muitos produtos que podemos desenvolver pensando também no bem-estar do proprietário", disse o gerente da unidade de animais de companhia da Bayer, Gilberto Neto.
MARINA GAZZONI - O Estado de S.Paulo
22/10/2012
Cão com 3 patas ajuda menino com síndrome rara a se comunicar
O britânico Owen Howkins, 7 anos, sofre da síndrome de Schwartz-Jampel, que faz com que os músculos de seu rosto fiquem constantemente contraídos
(Foto: The Grosby Group)
Com uma rara condição genética, Owen Howkins, 7 anos, é um menino cujo medo de espaços abertos lhe deixara com receio de sair de casa. Ele sofre da síndrome de Schwartz-Jampel, que faz com que seus músculos fiquem permanentemente tensos, o que o deixava com vergonha de falar com as pessoas. Graças à amizade com o cachorro Haatchi, contudo, o britânico de Basingstoke, Hampshire, superou sua ansiedade e hoje se aventura no mundo exterior. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
Haatchi, um pastor-da-anatólia, foi adotado pelo pai do menino, Will Howkins e, como Owen, teve que enfrentar algumas dificuldades. Ele sofreu ferimentos graves ao ser amarrado a um trilho e atropelado por um trem, há cerca de 10 meses. O cão foi encontrado alguns dias depois e teve que ter a perna e o rabo amputados em razão das lesões. A família soube da situação do animal pelo Facebook e resolveu adotá-lo.
“Assim que eles se conheceram, o efeito de Haatchi sobre Owen foi incrível. Antes do cão chegar, ele era praticamente agorafóbico”, conta a noiva de Will, Colleen Drummond, que é parte da família desde que Owen tinha 3 anos. “Quando ele entrou na escola, tornou-se mais consciente de ser diferente das outras crianças e se tornou ainda mais retraído”, completa.
A condição de Owen requer tratamento regular no hospital, mas a presença do cão fez com que ele tivesse mais facilidade em lidar com isso. Agora, ele se sente diferente em relação a sua síndrome, especialmente após ver o cachorro tomar seus “remédios” – uma mistura de mel de manuka, óleo de salmão e suplementos. “Owen costumava ter medo de estranhos, mas agora quer falar com todos a respeito de Haatchi e sair o tempo todo para mostras caninas. A diferença que notamos nele não pode ser posta em palavras”, diz Colleen.
“Owen é incrivelmente ligado a Haatchi, eles são muito apegados um ao outro”, conta Will. Em breve, ele visitará soldados com membros amputados feridos no Iraque e no Afeganistão, além de crianças doentes e em fase terminal. O cão chegou a ganhar um prêmio do Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal, por sua história e contribuição aos doentes, e comparecerá ao evento Animal Action Awards na próxima semana.
fonte: ANDA
18/10/2012
04/10/2012
13/09/2012
10/09/2012
27/08/2012
ONG ignora pedido de Thiaguinho e adota cadela ferida por bomba
A cadela 'Menina', ferida por uma bomba lançada pelo produtor de Thiaguinho, ex-Exaltasamba, ganhou um lar definitivo após 58 dias. O presidente da organização não-governamental (ONG) União Protetora dos Animais (UPA) deixou de lado uma lista que contava com pelo menos 238 interessados, entre eles o músico, e adotou o animal.
"Não se trata de furar a fila. Fiquei tratando dela durante esse período difícil e um se apegou ao outro. Dava comida especial por causa da fratura na mandíbula, antibiótico. Sem falsa modéstia, ela está com proteção. Nosso pensamento é com o animal", explica Feliciano Filho. Na tarde desta segunda-feira (27), o site oficial da ONG ainda exibia um logo com o título "Adote a cadela Menina" aos visitantes.
Sobre o interesse de Thiaguinho, o presidente da UPA conta que o músico não poderia ser escolhido como novo proprietário, uma vez que mora em apartamento, possui outros dois animais e agenda com grande quantidade de compromissos. Após repercussão do incidente, o pagodeiro visitou o animal e enviou uma carta para manifestar a vontade em adotá-lo. Procurada pelo G1, a assessoria de Thiaguinho não foi encontrada para comentar o assunto.
Filho reitera que a organização resgata cerca de 120 animais por mês. Além disso, explica que também decidiu adotar "a mãe" dos filhotes de cachorros queimados vivos próximo à CDHU do Campo Grande, em Campinas (SP). "Eu me emociono, no fim não tem jeito", conta o presidente da ONG.
Investigações e denúncias
O ex-produtor do pagodeiro, José Manoel Giardini Sobrinho, assumiu ter jogado o explosivo no animal. O titular da Delegacia de Defesa aos Animais, Antônio Erivelton Piva Júnior, encaminhou o inquérito à Justiça após ouvir 11 testemunhas. Durante o depoimento, ele chorou e disse ter sido demitido após o incidente.
O ex-produtor pode ser responsabilizado por maus-tratos contra animais, cuja pena de detenção varia de um a três anos. Sobre o caso dos filhotes queimados, Piva Jr. disse que precisa ouvir o depoimento do suspeito apontado por testemunhas como responsável pelas mortes, para concluir o inquérito.
G1
07/08/2012
Imagem de cão doente adormecendo nos braços de tutor em lago emociona internautas
Foto: Reprodução/Facebook
Uma bela imagem com uma história emocionante publicada no Facebook tem comovido diversas pessoas. A foto, tirada no início desta semana, mostra o cão Shep, de 19 anos, sendo carregado nos braços de John, seu tutor, no Lago Superior, na América do Norte. A imagem está publicada no blogstonehouse.
De acordo com as informações publicadas na rede social, Shep adormece todas as noites, quando é transportado para dentro do lago. O animal está doente e com uma dor crônica que o faz sofrer muito. Somente melhora quando seu tutor John o carrega nos braços, no lago, e só então consegue adormecer.
John salvou o cão Shep ainda filhote, com somente 8 meses de idade, e o animal tem sido sua companhia, ao seu lado, em muitas aventuras, desde então. Agora John retribui ao seu grande amigo, já idoso e doente, de forma maravilhosa e compassiva.
fonte: Anda
30/07/2012
Vira-latas dá à luz 15 filhotes em cesariana de emergência em Ribeirão
Os 15 filhotes de Gaúcha nascidos na sexta-feira (Foto: Viviane Alexandre)
Deveriam ser no máximo dez, mas a vira-latas Gaúcha deu à luz 15 filhotes em uma cesariana de emergência neste fim de semana em Ribeirão Preto (SP). Acolhida há alguns meses na casa de uma moradora de Cravinhos (SP), a cachorra que morava na rua, passa bem ao lado das 9 fêmeas e dos 6 machos sadios, nascidos na noite de sexta-feira (27).
O parto inusitado aconteceu no prédio da Associação Vida Animal (AVA) de Ribeirão Preto e foi feito pela veterinária Carolina Curi Labate. “Ela estava incrivelmente enorme, já que se trata de uma cadela jovem de porte pequeno, devendo pesar apenas 15 quilos e ter 2 anos de idade. Pelo tamanho da barriga podíamos imaginar a quantidade de cães que ela teria, mas ela acabou nos surpreendendo. Vira-latas têm em média 10 filhotes. Isso não é nada normal”, diz Carolina.
O “pai” dos 15 filhotes também é um vira-latas e foi acolhido pela mesma moradora que recebeu Gaúcha, Odila Alves Pereira. “A explicação para essa fertilidade toda pode estar no porte do cachorro, já que ele é muito superior a ela. Ele é tão grande que recebeu o nome de Gigante”, diz a veterinária.
A auxiliar de enfermagem, Luciana Mertz, foi quem ajudou na condução de Gaúcha até a AVA. “Há alguns dias, recebi um telefonema da proprietária da cachorra me falando da gestação, mas eu não sabia que ela estava nestas condições. Na noite de sexta-feira, recebi um novo telefonema da filha da Dona Odila, falando que a cachorra estava inquieta e que ela expelia um líquido, provavelmente da bolsa que havia se rompido”, afirma Luciana.
Sentindo contrações, mas sem dilatação o suficiente para o parto normal, a cadela foi trazida às pressas por voluntários da associação de proteção aos animais, e passou pela cesariana de emergência que durou duas horas e 30 minutos.
“Quando nos demos conta do número de cachorros quase caímos para trás”, diz a presidente da AVA, Maria Cristina Dias. Segundo a veterinária, Gaúcha dificilmente sobreviveria a um parto natural. “Eu mesma não tinha certeza de que ela suportaria, mas ela está se recuperando muito bem”.
Pós-parto
Momentos depois, ao se recuperar da sedação, Gaúcha não se importou com os filhotes. De acordo com Carolina, a rejeição da cadela em relação aos cães nascidos por cesariana é comum. “Elas não reconhecem a cria, já que o parto é induzido. Algumas simplesmente rejeitam os animais. Ficamos receosos de que isso acontecesse. Na primeira noite ela não quis saber dos filhotes, mas agora já os amamenta e sente até ciúmes”, conta a veterinária.
Já em casa, para dar conta de amamentar todos os cãezinhos, a auxiliar de enfermagem e a dona da cadela têm feito um revezamento. “Colocamos a metade para mamar e depois que eles estão satisfeitos trazemos o restante. A alimentação da Gaúcha vai receber uma suplementação e os filhotes também receberão leite em mamadeiras”, diz Luciana.
“Eles também serão vacinados e castrados, assim que estiverem um pouco mais crescidos. Quando desmamarem, serão disponibilizados para a adoção. A dona Odila já tem outros 17 cães em casa, então ela ficará apenas com um dos filhotinhos. Vamos procurar bons lares para eles”, explica a auxiliar de enfermagem.
A saúde dos animais será acompanhada pela AVA e por uma veterinária de Cravinhos.
A cachorra Gaúcha após acordar da sedação
(Foto: Viviane Alexandre)
(Foto: Viviane Alexandre)
fonte: G1
Thaisa Figueiredo
Do G1 Ribeirão e Franca
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